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Economia

Dólar opera em leve queda após prévia da inflação acima das expectativas

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No dia anterior, a moeda norte-americana subiu 0,02%, cotada a R$ 4,8992. Já o principal índice acionário da bolsa de valores brasileira encerrou com um avanço de 0,17%, aos 125.732 pontos. Mercado brasileiro repercute prévia da inflação
Burak The Weekender/Pexels
O dólar opera em queda nesta terça-feira (28), após a divulgação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), considerado a prévia da inflação oficial do mês. Em novembro, o indicador subiu 0,33%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Investidores aguardam, também, a divulgação do Índice de Evolução de Emprego do CAGED de outubro, que deve sair no início da tarde. Além disso, alguns dados do exterior estão no radar, com destaque para a Confiança do Consumidor CB nos Estados Unidos.
Veja abaixo o dia nos mercados.
Entenda o que faz o dólar subir ou descer
Dólar
Às 09h30, o dólar caía 0,22%, cotado a R$ 4,8884. Veja mais cotações.
No dia anterior, a moeda norte-americana fechou em leve alta de 0,02%, vendida a R$ 4,8992, depois de oscilar bastante durante o pregão. Com o resultado, passou a acumular:
alta de 0,02% na semana;
queda de 2,81% no mês;
recuo de 7,18% no ano.

Ibovespa
O Ibovespa só começa a operar às 10h.
Na véspera, o índice fechou em alta de 0,17%, aos 125.732 pontos. Com o resultado, passou a acumular ganhos de:
0,17% na semana;
11,13% no mês;
14,58% no ano.

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O que está mexendo com os mercados?
O dia começa com investidores repercutindo a prévia da inflação de novembro, que veio acima das projeções do mercado e apresentou uma forte aceleração frente aos números registrados em outubro.
Enquanto o IPCA-15 subiu 0,33% neste mês, o indicador havia subido 0,21% no mês passado. No acumulado em 12 meses, a prévia da inflação tem alta de 4,84%. As expectativas do mercado apontavam para altas mais amenas, de 0,30% em novembro e 4,80% em 12 meses.
O principal impacto para a prévia da inflação em novembro veio do grupo de Alimentação e bebidas, que apresentou uma alta expressiva no mês, de 0,82%. Dentro do grupo, o destaque ficou com a Alimentação no domicílio, que rompeu uma sequência de cinco quedas consecutivas e subiu 1,06% em novembro.
O único grupo que apresentou uma redução nos preços em novembro foi comunicação. Veja quais foram as variações registradas por cada grupo pesquisado pelo IBGE neste mês:
Alimentação e bebidas: 0,82%;
Habitação: 0,20%;
Artigos de residência: 0,24%;
Vestuário: 0,55%;
Transportes: 0,18%;
Saúde e cuidados pessoais: 0,08%;
Despesas pessoais: 0,52%;
Educação: 0,03%;
Comunicação: -0,22%.
No cenário doméstico, o mercado também aguarda a divulgação de novos dados do CAGED referentes a outubro.
Já no mercado externo, o dia é de agenda mais vazia, com destaque apenas para o indicador de Confiança do Consumidor nos Estados Unidos.
No entanto, investidores estão na expectativa por outros dados importantes que devem sair nos próximos dias, com destaque para números de inflação e o produto Interno Bruto (PIB) dos Estados Unidos.

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Economia

Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Economia

Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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