Economia
Dólar opera em queda, com resultado do PIB melhor que o esperado
No pregão anterior, a moeda norte-americana encerrou em alta de 1,67%, vendida a 4,9500. Cédulas de dólar
bearfotos/Freepik
O dólar abriu em queda nesta sexta-feira (01), com investidores repercutindo a divulgação do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil no segundo trimestre deste ano, que cresceu 0,9%, bem acima das expectativas do mercado financeiro, que previam alta menos expressiva, de 0,3%.
Outro dado importante e bastante aguardado é o relatório de empregos dos Estados Unidos, conhecido como payroll, que traz uma visão sobre como anda o mercado de trabalho e a atividade na maior economia do mundo.
Às 10h, a moeda norte-americana caía 0,77%, cotada a R$ R$ 4,9120. Veja mais cotações.
No dia anterior, o dólar encerrou o pregão em alta de 1,67%, vendido a 4,9500. Com o resultado de hoje, a moeda passou a acumular:
alta de 3,19% no mês;
quedas de 1,76% na semana e de 7,54% no ano.
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O que está mexendo com os mercados?
O PIB brasileiro, apesar da desaceleração em relação ao primeiro trimestre, surpreendeu positivamente todas as expectativas de mercado, com um resultado forte em todos os setores da economia.
A alta de 0,9% foi puxada, principalmente, pela indústria e os serviços, que cresceram 0,9% e 0,6%. O agronegócio teve uma queda de 0,9%, mas cabe destacar que, no trimestre anterior, o setor havia disparado 21%, sendo natural uma leve desaceleração.
Além dos setores, sob a ótica da demanda o PIB também veio forte, com alta em todos os itens analisados:
Consumo das famílias: 0,9%
Consumo do governo: 0,7%
Investimentos: 0,1%
Exportações: 2,9%
Importação: 4,5%
Este é o oitavo trimestre consecutivo em que o PIB apesenta resultado positivo consecutivo do PIB em bases trimestrais. O saldo vem depois de a atividade econômica brasileira crescer 1,8% no 1º trimestre, por conta da forte expansão da agropecuária.
Nos Estados Unidos, a economia criou 187 mil empregos não-agrícolas em agosto, segundo o Departamento do Trabalho. O número veio acima das projeções, que apontavam para 170 mil novas vagas.
A taxa de desemprego, no entanto, subiu para 3,8%, de 3,5% registrado em julho. Especialistas esperavam que a taxa se mantivesse no mesmo patamar.
Isso trouxe uma visão mais otimista aos mercados internacionais, porque, embora pareça contraditório, um mercado de trabalho menos aquecido nos Estados Unidos significam que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) pode interromper o ciclo de altas nos juros ou até começar a cortá-las.
Atualmente, as taxas estão entre 5,25% e 5,50% ao ano. Um maior desemprego impacta diretamente na quantidade de dinheiro que tem na mão da população e, por isso, as expectativas são de que a inflação possa desacelerar – justificando um controle maior dos juros no país.
Entenda o que faz o dólar subir ou descer
Economia
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Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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