Economia
É #FAKE publicação que diz que Eliana recomendou plataforma de investimento
O anúncio falso repete um típico golpe que circula nas redes sociais. O Fato ou Fake já desmentiu conteúdos parecidos, envolvendo outras personalidades. É #FAKE publicação que diz que Eliana recomendou plataforma de investimento
Reprodução
Circula nas redes sociais anúncios que imitam a aparência de sites de notícia com o título “Por que as palavras de Eliana colocam em risco a segurança financeira de todo o Brasil?”. As publicações alegam que durante o programa “Que História é Essa, Porchat?” Eliana recomendou uma plataforma de investimentos em criptomoedas. É #FAKE.
g1
O que diz a publicação falsa:
A publicação aparece como conteúdo patrocinado nas redes sociais e exibe imagem que imita a aparência de portais de notícia. O título diz: “Por que as palavras de Eliana colocam em risco a segurança financeira de todo o Brasil? Por causa do que disse, pedem que ela seja destituída de sua cidadania e deportada do país.” Um imagem mostra Eliana vestida de vermelho em uma entrevista. Em seguida, uma página que exibe assinatura do Jornal Nacional alega que durante o programa “Que História é Essa, Porchat?” Eliana recomendou uma plataforma de investimentos em criptomoedas.
Por que a publicação é mentirosa
Procurada pelo Fato ou Fake, a assessoria da Globo afirma que o conteúdo é falso
Uma pesquisa em motores de busca pelo título mencionado na publicação falsa revela que não existe nenhuma reportagem publicada em site de notícia confiável com esse título e conteúdo.
Comuns em mensagens falsas, erros gramaticais e de padrão presentes no título denunciam a fraude.
O endereço do site que aparece na publicação “[nnrdoh.com]” é diferente do endereço dos sites de notícia a que ele atribui a publicação.
O Jornal Nacional não publicou conteúdo com o teor mencionado na mensagem falsa.
Eliana deu entrevista ao programa “Que História é Essa, Porchat?”, mas em nenhum momento recomendou plataforma de investimento. A imagem dela foi extraída do programa e usada de forma indevida na publicação falsa.
O conteúdo é patrocinado. Isso indica que quem publicou pagou para espalhar esse conteúdo e isso é uma prática comum em golpes.
O texto é sensacionalista e recorre a expressões como “um final trágico” e “o Brasil inteiro está em choque”, usada para gerar pânico e curiosidade, sem apresentar o motivo.
O anúncio falso repete um típico golpe que circula nas redes sociais. O Fato ou Fake já desmentiu conteúdos parecidos, envolvendo outras personalidades. Veja alguns exemplos:
É #FAKE página que imita a globo.com e diz que Luiza Trajano recomenda plataforma de criptomoedas; trata-se de golpe
É #FAKE que Fernando Haddad ensinou como ganhar dinheiro com plataforma de criptomoedas
É #FAKE que o Itaú Unibanco processou Ronaldo por fala sobre criptomoedas na TV
É #FAKE que acionista da Globo fez recomendação de investimento
Veja também:
É #FAKE anúncio sobre inscrições para concurso do INSS
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VÍDEOS: Fato ou Fake explica
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Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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