Política
Eleição 2026: Lula volta a ficar à frente de Tarcísio no 2º turno, diz Quaest; presidente também venceria os outros 8 potenciais adversários
O presidente Lula lidera em todos os cenários de 1º e 2º turno na disputa para a Presidência da República nas eleições de 2026, mostra pesquisa Quaest divulgada nesta quinta-feira (21).
Segundo o levantamento, Lula descolou de todos os nomes pesquisados em eventual 2º turno, inclusive do governador de SP, Tarcísio de Freitas (Republicanos), com quem estava em empate técnico no limite da margem de erro na pesquisa anterior, de julho.
A pesquisa Quaest foi encomendada pela Genial Investimentos e realizada entre os dias 13 e 17 de agosto — antes do indiciamento do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), e do seu filho, Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Ao todo, foram ouvidas 12.150 pessoas. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%.
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A pesquisa traçou cinco cenários de 1º turno e nove cenários de 2º turno. A lista de eventuais candidatos inclui Lula, Bolsonaro, Tarcísio, Michelle Bolsonaro (PL), Ratinho Júnior (PSD), Eduardo Leite (PSD), Eduardo Bolsonaro (PL), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (União) e Flávio Bolsonaro.
Na pesquisa anterior, divulgada em julho, Lula empatava em eventual 2º turno com Tarcísio e superava os demais concorrentes. Em julho, o empate ocorria com Bolsonaro, Tarcísio, Ratinho Jr., Michelle e Eduardo Leite.
Lula e Tarcísio lançaram edital do Túnel Santos-Guarujá no Parque Valongo, em Santos (SP).
Vanessa Rodrigues/A Tribuna Jornal
Testado pela primeira vez, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece com 32% contra 48% de Lula, diferença de 16 pontos para o presidente.
As demais diferenças a favor de Lula são: Tarcísio (8 pontos), Ratinho Júnior (10), Bolsonaro (12), Michelle (13), Romeu Zema (14), Eduardo Bolsonaro (15), Eduardo Leite (16) e Ronaldo Caiado (16).
A pesquisa com as intenções de voto mostra, ainda, que:
O percentual de eleitores que acham que Lula não deve se candidatar permaneceu em 58%. Para o caso de Jair Bolsonaro, essa fatia oscilou três pontos para cima, e chegou a 65%;
A fatia dos que tem “mais medo da volta de Bolsonaro” oscilou três pontos para cima, para 47% e os que têm “medo de Lula continuar” oscilaram 2 pontos para baixo e são 39%.
Essa oscilação no que dá “mais medo” foi maior entre os eleitores que dizem não ter posicionamento político: a fatia nesse segmento dos que têm mais medo de Bolsonaro voltar oscilou de 38% para 46%, no limite da margem de erro. Os que temem Lula oscilaram para baixo, dentro da margem de erro, para 25%.
Cenários de 1º turno
A pesquisa criou cinco eventuais cenários na pesquisa estimulada para o 1º turno das eleições para presidente, em 2026:
Cenário 1 – Com Lula e Bolsonaro
Lula (PT): 34%;
Jair Bolsonaro (PL): 28%;
Ciro Gomes (PDT): 8%;
Ratinho Júnior (PSD): 7%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 3%;
Romeu Zema (Novo): 3%;
Indecisos: 4%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 13%.
Cenário 2 – Com Lula e Michelle
Lula (PT): 35%;
Michelle Bolsonaro (PL): 21%;
Ciro Gomes (PDT): 9%;
Ratinho Júnior (PSD): 8%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 4%;
Romeu Zema (Novo): 4%;
Indecisos: 5%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 14%.
Cenário 3 – Com Lula e Tarcísio
Lula (PT): 35%;
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 17%;
Ciro Gomes (PDT): 11%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 6%;
Romeu Zema (Novo): 4%;
Indecisos: 6%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 21%.
Cenário 4 – Com Lula e Eduardo Bolsonaro
Lula (PT): 34%;
Eduardo Bolsonaro (PL): 15%;
Ciro Gomes (PDT): 10%;
Ratinho Júnior (PSD): 10%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 5%;
Romeu Zema (Novo): 4%;
Indecisos: 6%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 16%.
Cenário 5 – Com Lula e Flávio Bolsonaro
Lula (PT): 35%;
Flávio Bolsonaro (PL): 14%;
Ciro Gomes (PDT): 10%;
Ratinho Júnior (PSD): 9%;
Romeu Zema (Novo): 6%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 5%;
Indecisos: 5%;
Branco/Nulo/Não vai votar: 16%.
Cenários de 2º turno
Cenário 1 – Lula e Bolsonaro
Lula (PT): 47% (eram 43% em julho);
Jair Bolsonaro (PL): 35% (eram 37%);
Indecisos: 3% (eram 4%);
Branco/nulo/não vai votar: 15% (eram 16%).
Cenário 2 – Lula e Tarcísio
Lula (PT): 43% (eram 41% em julho);
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 35% (eram 37%);
Indecisos: 4% (eram 7%);
Branco/nulo/não vai votar: 18% (eram 15%).
Cenário 3 – Lula e Michelle
Lula (PT): 47% (eram 43% em julho);
Michelle Bolsonaro (PL): 34% (eram 36%);
Indecisos: 3% (eram 5%);
Branco/nulo/não vai votar: 16% (eram 16%).
Cenário 4 – Lula e Ratinho Jr.
Lula (PT): 44% (eram 41% em julho);
Ratinho Júnior (PSD): 34% (eram 36%);
Indecisos: 4% (eram 6%);
Branco/nulo/não vai votar: 18% (eram 17%).
Cenário 5 – Lula e Eduardo Leite
Lula (PT): 46% (eram 41% em julho);
Eduardo Leite (PSD): 30% (eram 36%);
Indecisos: 4% (eram 7%);
Branco/nulo/não vai votar: 20% (eram 16%).
Cenário 6 – Lula e Eduardo Bolsonaro
Lula (PT): 47% (eram 43% em julho);
Eduardo Bolsonaro (PL): 32% (eram 33%);
Indecisos: 3% (eram 5%);
Branco/nulo/não vai votar: 18% (eram 19%).
Cenário 7 – Lula e Romeu Zema
Lula (PT): 46% (eram 42% em junho);
Romeu Zema (Novo): 32% (eram 33%);
Indecisos: 4% (eram 7%);
Branco/nulo/não vai votar: 18% (eram 18%).
Cenário 8 – Lula e Caiado
Lula (PT): 47% (eram 42% em junho);
Ronaldo Caiado (União Brasil): 31% (eram 33%);
Indecisos: 4% (eram 7%);
Branco/nulo/não vai votar: 18% (eram 18%).
Cenário 9 – Lula e Flávio Bolsonaro
Lula (PT): 48%;
Flávio Bolsonaro (PL): 32%;
Indecisos: 3%;
Branco/nulo/não vai votar: 17%.
Lula deveria se candidatar à reeleição?
A pesquisa Quaest também perguntou se os entrevistados acham que Lula deveria se candidatar à reeleição em 2026. A maioria continua contra a candidatura do presidente à reeleição. São 58%, mesmo número da pesquisa anterior, de julho. O percentual, entretanto, é menor em relação a junho, quando 66% eram contra.
Veja os números:
Sim: 39% (eram 38% em junho);
Não: 58% (eram 58%);
Não sabe ou não respondeu: 3% (eram 4%).
Bolsonaro deveria abrir mão de se candidatar?
O levantamento também quis saber se Jair Bolsonaro deveria abrir mão de uma eventual candidatura e apoiar outro candidato. Segundo a Quaest, 65% são contra o ex-presidente se candidatar, número que oscilou 3 pontos para cima desde julho.
Veja os números:
Deveria abrir mão da candidatura agora e apoiar outro candidato: 65% (eram 62% em junho);
Deveria manter a candidatura, mesmo inelegível no momento: 26% (eram 28%);
Não sabem/não responderam: 9% (eram 10%).
Alternativas da direita
O levantamento também perguntou quem deveria ser o nome da direita se Bolsonaro não for candidato. Tarcísio de Freitas e Michelle Bolsonaro empatam entre si dentro da margem de erro. O governador do Paraná, Ratinho Júnior, aparece empatado com Pablo Marçal, mas não com Tarcísio e Michelle.
Veja os números:
Michelle Bolsonaro (PL): 16% (eram 13%);
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 14% (eram 15% em julho);
Ratinho Júnior (PSD): 10% (eram 9%);
Pablo Marçal (PRTB): 6% (eram 8%);
Eduardo Leite (PSDB): 5% (eram 4%);
Eduardo Bolsonaro (PL): 4% (eram 8%);
Ronaldo Caiado (União Brasil): 4% (eram 3%);
Romeu Zema (Novo): 3% (eram 3%);
Flávio Bolsonaro (PL): 2%;
Outros: 2% (era 1%);
Nenhum desses: 21% (eram 19%);
Não sabem/não responderam: 17% (eram 15%).
Do que mais têm medo?
A pesquisa também perguntou do que os entrevistados mais têm medo hoje: de Lula continuar na presidência ou de Bolsonaro voltar a ser presidente. O levantamento aponta empate técnico entre as duas opções.
Veja os números:
Bolsonaro voltar: 47% (eram 44%);
Lula continuar: 39% (eram 41%);
Tenho medo dos dois: 8% (eram 7%);
Não tenho medo de nenhum dos dois: 2% (eram 3%);
Não sabe/não respondeu: 4% (eram 5%).
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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