Política
Eleições 2024 em Belém: quais as soluções dos candidatos para melhoria do transporte público
Série de reportagens do g1 Pará mostra propostas dos candidatos para resolver problemas da cidade, como: lixo, mobilidade e preparação para a COP-30. Passageiros em ônibus em Belém.
Alex Ribeiro / Ag. Pará
Começam, nesta terça-feira (16), as entrevistas com os candidatos à Prefeitura de Belém no Jornal Liberal 1ª Edição, da TV Liberal.
Para auxiliar você, eleitor, a entender um pouco mais sobre as propostas dos candidatos e poder acompanhar as entrevistas, o g1 Pará publica uma série de reportagens com propostas dos candidatos para resolver problemas da cidade, como:
A destinação dos resíduos sólidos, com encerramento do aterro de Marituba;
A melhoria do transporte público, incluindo rodoviário, hidroviário e transportes alternativos, como a bicicleta;
A preparação de Belém para receber a Conferência das Partes (COP-30) em 2025
Nesta reportagem, você acompanha o que cada candidato pensa para melhorar e resolver a questão do transporte público.
O transporte coletivo de Belém vive um problema histórico, devido à atuação de empresas por meio de ordem de serviço, sem licitação. Isso impacta diretamente na vida dos moradores da capital.
Acordos têm sido feitos para que uma licitação do transporte público seja efetivado e novos ônibus, mais modernos, comecem a circular na cidade, mas a situação ainda não está resolvida.
Veja, a seguir, o que candidato (em ordem alfabética) pensa sobre o assunto:
Delegado Éder Mauro (PL)
Delegado Eguchi (PRTB)
Edmilson Rodrigues (PSOL)
Ítalo Abati (Novo)
Igor Normando (MDB)
Jefferson Lima (Podemos)
Raquel Brício (UP)
Thiago Araújo (Republicanos)
Well Macêdo (PSTU)
Eder Mauro (PL)
O candidato não participou.
Delegado Eguchi (PRTB)
Eleições 2024 em Belém: Delegado Eguchi fala de soluções para o transporte público
“Na nossa gestão, nós vamos colocar o BRT para funcionar, mas não como é hoje um ônibus a cada meia hora será o ônibus a cada cinco minutos. Nós vamos construir a linha Marajoara que é nos padrões da linha vermelha e linha amarela do Rio de Janeiro, uma autoestrada por cima dos principais bairros e distritos de Belém.
Nós vamos também implementar em Belém o metrô de superfície que também irá interligar diversos bairros e distritos de Belém.
Na parte fluvial, nós queremos criar uma linha frequente de barcos, que vai ligar Belém a Icoaraci, Belém a Mosqueiro, Belém a Outeiro e Belém a Cotijuba, com o preço de passagem de ônibus, onde estudante não paga.
E vamos criar ciclovias para incentivar a utilização de bicicletas e com isso ajudar na preservação do meio ambiente.”
Edmilson Rodrigues (PSOL)
Eleições 2024 em Belém: Edmilson Rodrigues fala de soluções para o transporte público
“É fundamental a integração do sistema fluvial com o sistema terrestre, no entanto é necessário avançar na implantação de um verdadeiro sistema fluvial que está sendo feito com apoio do governo espanhol, integrando Mosqueiro, Icoaraci e o continente no porto do Ver-o- Peso.
Integrando, portanto, fluvial ao terrestre significa permitir que o sistema cicloviário tenha funcionamento. Avançamos e temos que avançar ainda mais na implantação de um grande sistema cicloviário, com ciclorrotas.
Já tivemos um acordo com o Estado e empresas para compra de 300 ônibus, parte chegou e deverão em breve estar nas ruas numa renovação da frota. Complementa isso, a compra de 213 ônibus com recursos federais, dos quais 30 elétricos e 10 já comprados pela Prefeitura de Belém.”
Igor Normando (MDB)
Eleições 2024 em Belém: Igor Normando fala de soluções para o transporte público
“Nós vamos mudar a frota através de uma licitação pública transparente, onde as empresas que se inscreverem no edital vão ter que oferecer ônibus novos com ar condicionado, wi-fi e acessibilidade, além é claro de um serviço digno com uma tarifa justa.
Nós também vamos fazer uma grande força-tarefa para que o transporte fluvial seja uma realidade na cidade, além é claro de construir novas ciclofaixas para que o ciclista possa usar a bicicleta como modal de transporte.
Evidentemente a gente sabe que falta muita coisa na cidade, a maioria das localidades não tem acesso ao transporte público e por isso que nós vamos também aumentar as linhas de ônibus para que as localidades que hoje não tem acesso ao transporte público possam ter.
E é claro nós vamos finalizar de uma vez e botar para funcionar o BRT, que já virou uma novela mexicana na nossa cidade e que nós precisamos resolver de uma vez por todas.”
Ítalo Abati (Novo)
Eleições 2024 em Belém: Ítalo Abati fala de soluções para o transporte público
“No projeto capital nós repensamos todo o modal do nosso plano de mobilidade urbana. Nós estamos falando da abertura de uma concorrência ampla para nós termos acesso a parcerias público-privadas, onde cidadão de Belém vai ter acesso aos melhores transportes coletivos possíveis, necessariamente vinculado à automação via aplicativo.
A gente está falando de você ter dignidade na tua rotina para você ter percepção, inclusive de onde está o transporte coletivo de qualidade necessariamente pra você ter economia de tempo, menos desgaste, menos estresse.
Fora isso nós vamos reestruturar toda a nossa formatação de ciclofaixas, ciclorrotas e ciclovias sem mencionar que necessariamente nós precisamos repensar todo o nosso transporte fluvial, principalmente levando em consideração nossos comunidades tradicionais ribeirinhas.
Uma mobilidade urbana plausível e ressignificada pensa além do asfalto na calçada também levem em consideração que nós pensamos numa mobilidade humanizada, isso é o projeto capital.”
Jefferson Lima (Podemos)
Eleições 2024 em Belém: Jefferson Lima fala de soluções para o transporte público
“Transporte público também será prioridade no nosso governo. Vamos aumentar a frota melhorando a situação desses ônibus aí que são velhos, quebrados, sucateados. Está na hora de intensificar os ônibus com o ar-condicionado com wi-fi.
Mais mais do que isso melhorando as paradas, o tempo também de espera que é muito grande. Nós vamos chamar as empresas para que eles possam ter aí na verdade o tempo aproximado de 15 minutos onde a pessoa não pode esperar mais do que isso. Se ultrapassar isso nós vamos autuar e vamos notificar. As empresas têm que se adequar ao tempo.
E a outra coisa também bicicleta com as integrações desse ciclovias. A questão também é dos barcos, das embarcações, para que a gente possa fazer com que essa linha hidroviária funcione. E tudo do jeito que o povo merece nós vamos trabalhar intensamente para melhorar a qualidade do transporte público na nossa capital.”
Raquel Brício (UP)
Eleições 2024 em Belém: Raquel Brício fala de soluções para o transporte público
“Para garantir o transporte público de qualidade, ele precisa ser tratado como direito e não com uma mercadoria como hoje é em Belém. Para isso nós propomos a criação de uma empresa estatal de transporte rodoviário e hidroviário para garantir serviços de qualidade para a população, novas frotas com ar condicionado, linhas onde hoje não existe.
Ainda o Passe Livre para estudantes e desempregados, catraca livre aos domingos e feriados para todo mundo, e acessibilidade. Bilhete único para que você consiga pegar mais de um ônibus pagando uma única passagem e isso só vai ser possível interligando inclusive com o processo da ciclovia e ciclofaixas, fiscalizando para que tenha a segurança e também instalando bicicletário nos órgãos e praças públicas.”
Thiago Araújo (Republicanos)
Eleições 2024 em Belém:Thiago Araújo fala de soluções para o transporte público
“A gente vai enfrentar esse sistema podre de mobilidade da cidade. Vamos acabar com cartel dessas empresas antigas que não resolvem o transporte da população de Belém.
Vamos fazer o processo licitatório gerando transparência e ética, isso vai gerar segurança jurídica para quem vai operar e gerar segurança para que eles possam fazer um investimento da renovação da frota. Isso significa ônibus elétricos, ônibus com qualidade com ar condicionado e com conforto.
Nós não somos iguais a outros candidatos que votaram contra a implementação do ar condicionado. A gente é a favor da transformação da mobilidade e por isso a gente vai ampliar a quantidade de ciclovias e ciclofaixas, vamos colocar de vez pra funcionar o sistema de mobilidade através dos nossos rios.
E a gente vai realmente transformar a mobilidade da cidade botando conforto e efetividade para a população.”
Well Macêdo (PSTU)
Eleições 2024 em Belém: Well Macêdo fala de soluções para o transporte público
“Para nós do PSTU transporte público é um direito que deve ser garantido o acesso com qualidade para a população, para o povo pobre das periferias e trabalhadores. Nós defendemos a criação de uma empresa pública estatal, que não só administre um transporte público de Belém, mas que tire a concessão dada hoje a Setransbel e também elimine as isenções fiscais que esses empresários recebem e que nunca garantiu um transporte público de qualidade para a população.
Nós também defendemos que a partir dessa empresa pública estatal a gente possa garantir ônibus com ar condicionado e wi-fi para os trabalhadores e o povo pobre, além do Passe Livre para estudantes e desempregados. Também uma frota fluvial administrada por essa empresa estatal, com barcos seguros para a população das ilhas ao redor da cidade, além também da discussão da ciclovias, a construção de ciclovias integradas nos bairros periféricos e bicicletários públicos.”
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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