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Política

Eleições 2024: veja principais dúvidas que os eleitores pesquisam na internet no 2º turno

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O Google divulgou neste domingo quais as principais pesquisas feitas pelos eleitores nas 24 horas que antecederam a votação. Veja as respostas para cada uma delas. Urna de votação no Rio Grande do Sul
Duda Fortes/Agência RBS
Onde justificar o voto no 2º turno? Essa é a principal dúvida do eleitor brasileiro neste fim de semana eleitoral. É o que aponta um levantamento feito pela ferramenta de pesquisa Google nas últimas 24 horas que antecederam a votação.
Segundo a empresa, o questionamento teve um aumento de 170% nas últimas 24 horas. Mas essa não foi a única dúvida do eleitor que procurou a ferramenta.
Veja, abaixo, 13 das principais perguntas feitas na ferramenta e as respostas para cada uma delas:
Onde justificar o voto no segundo turno?
Como pagar a multa por não votar?
O que acontece se eu não votar no segundo turno?
Como anular voto?
Como votar com o e-Título?
Pode votar sem o título de eleitor?
Onde tem segundo turno para prefeito?
Quem não votou no primeiro turno pode votar no segundo?
Qual justificativa para não votar?
Como foi o debate da Globo?
Onde vou votar?
Marçal apoia quem no 2º turno?
O que é abstenção de voto?
1.Onde justificar o voto no segundo turno?
Para justificar a ausência é preciso criar um cadastro pelo aplicativo e-Título antes do dia da votação. O app ficou disponível gratuitamente nas lojas virtuais Apple e Android até sábado (26), véspera da eleição.
Se não conseguir pelo aplicativo, leve a justificativa ao cartório eleitoral ou envie pelo correio. Baixe o formulário no site do TSE.
O prazo para justificar no segundo turno vai até 7 de janeiro de 2025.
Veja passo a passo para justificar seu voto no segundo turno
↩️ Voltar para o início da reportagem.
2. Como pagar a multa por não votar?
A multa para quem deixa de votar e não apresenta justificativa é de 3%a 10% do salário mínimo, que é de R$ 1.412,00.
As multas eleitorais decorrentes de ausência às urnas ou aos trabalhos eleitorais podem ser pagas pelo Serviço Consulta de débitos eleitorais, pelo Aplicativo e-Título ou no cartório eleitoral, por meio de boleto (Guia de Recolhimento da União – GRU), do PIX ou de cartão de crédito.
Selecione “Emitir GRU” para pagar o débito com boleto ou “Pagar” para quitá-lo com PIX ou cartão de crédito.
↩️ Voltar para o início da reportagem.
3. O que acontece se eu não votar no segundo turno?
Caso não vote no 2º turno, é preciso justificar sua falta. Quando o eleitor não vota, nem justifica a ausência, viola o Código Eleitoral e fica em situação irregular. Além da multa, isso o impede de:
obter o passaporte e a carteira de identidade;
se inscrever em concurso ou prova para ocupar cargo ou função pública;
renovar a matrícula em instituições de ensino públicas ou supervisionadas pelo governo.
ser empossado ou remunerado em cargos públicos.
pedir qualquer documento em embaixadas ou consulados onde a pessoa está registrada.
Caso o eleitor deixe de votar em três eleições consecutivas – três turnos seguidos – e não justifique ou regularize sua situação, sua inscrição junto à Justiça Eleitoral é cancelada.
↩️ Voltar para o início da reportagem.
4. Como anular voto?
Funciona assim: diferença entre votos brancos e nulos
O TSE considera como voto nulo aquele em que o eleitor manifesta sua vontade de anular o voto. Para ser considerado nulo, o eleitor precisa digitar um número de candidato inexistente, como por exemplo, “00”, e depois a tecla “confirma”.
Na urna eletrônica há também a opção de voto em branco. Para isso, basta pressionar a tecla “branco” e, em seguida, “confirma”. Votos brancos e nulos não são contabilizados entre os votos válidos.
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5. Como votar com o e-Título?
e-título titulo de eleitor digital aplicativo
Reprodução/TV Cabo Branco
Além do título de eleitor na versão impressa, também é possível votar nas Eleições 2024 usando o e-Título. Os eleitores que querem usar o aplicativo não podem deixar para baixá-lo de última hora. Neste 2º turno, o prazo terminou no sábado (26).
O eleitor pode levar apenas o celular com o e-Título se estiver com a biometria em dia com a Justiça Eleitoral. Se a sua foto não estiver aparecendo no aplicativo, ele não poderá ser usado para liberar o acesso à urna.
Mesmo que não tenha foto, o aplicativo ajuda a encontrar o local de votação rapidamente, assim como a versão em papel.
Veja aqui o passo a passo de como fazer o cadastro e votar com o E-título
↩️ Voltar para o início da reportagem.
6. Pode votar sem o título de eleitor?
A apresentação do título de eleitor não é obrigatória para votar. Qualquer pessoa pode ir às urnas com um documento de identificação oficial com foto, que pode ser:
Aplicativo e-Título
Carteira de identidade
Carteira Nacional de Habilitação (CNH)
Identidade social
Passaporte
Certificado de reservista
Carteira de trabalho
Outro documento de valor legal com foto
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7. Onde tem segundo turno para prefeito?
Neste domingo (27), mais de 33,9 milhões de eleitores escolhem os novos prefeito e vice-prefeito. Ao todo, 51 cidades terão nova votação.
Entre elas, 15 capitais: Aracaju (SE), Curitiba (PR), Natal (RN), Belém (PA), Fortaleza (CE), Palmas (TO), Belo Horizonte (MG), Goiânia (GO), Porto Alegre (RS), Campo Grande (MS), João Pessoa (PB), Porto Velho (RO), Cuiabá (MT), Manaus (AM) e São Paulo (SP).
Confira a lista completa dos municípios com segundo turno
↩️ Voltar para o início da reportagem.
8. Quem não votou no primeiro turno pode votar no segundo?
A resposta é sim. Tanto que neste segundo turno, a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, pediu para os eleitores das cidades onde haverá segundo turno votarem neste domingo (27).
Ela lembrou que, mesmo quem não votou no primeiro turno, “pode e deve” votar no segundo.
Presidente do TSE, Cármen Lúcia, pede que eleitores compareçam às urnas no domingo
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9. Qual justificativa para não votar?
Quem estiver fora do seu domicílio eleitoral, consegue justificar no mesmo dia da votação. A partir do dia seguinte à votação, também consegue justificar aqueles que estavam impossibilitados de votar.
A justificativa pode ser solicitada on-line , em qualquer cartório eleitoral por escrito ou via postal. Para isso é preciso preencher o motivo da justificativa e anexar o comprovante da impossibilidade de comparecimento, como atestado médico, comprovante de passagens, entre outros.
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10. Como foi o debate da Globo?
O g1 transmitiu ao vivo na noite na sexta-feira (25) os debates de candidatos à Prefeitura de 28 cidades do país realizados pela TV Globo e afiliadas.
Dentre as 28 cidades estavam 14 capitais onde será realizado o 2º turno das eleições municipais em 2024. A íntegra de todos os debates podem ser acessadas em uma página especial.
↩️ Voltar para o início da reportagem.
11. Onde vou votar?
Os eleitores podem conferir o local de votação no documento do título de eleitor, no aplicativo e-Título ou pelo ‘Autoatendimento Eleitoral’, no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), clicando na opção 8 (Onde votar) e preenchendo os dados solicitados.
O Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) mudou 214 locais de votação no estado para as eleições municipais; confira quais. Em caso de dúvida, o eleitor pode entrar em contato com as zonas eleitorais pelo Disque Eleitor, no número 0800 640 8400.
↩️ Voltar para o início da reportagem.
12. Marçal apoia quem no 2º turno?
O candidato Pablo Marçal (PRTB), derrotado no 1º turno da eleição de São Paulo, não anunciou apoio a nenhum dos dois candidatos que disputam o segundo turno: Guilherme Boulos (Psol) e Ricardo Nunes (MDB).
Na última sexta, Boulos participou de uma entrevista com Marçal. O encontro foi proposto por Marçal, que também convidou Nunes, mas o prefeito de São Paulo recusou.
↩️ Voltar para o início da reportagem.
13. O que é abstenção de voto?
A fatia dos eleitores que não foram votar é chamada de abstenção. Ela não entra na conta da apuração, que fica concentrada nos votos válidos– os que foram registrados pelos eleitores que compareceram às urnas, excluindo os votos brancos e nulos.
A abstenção no 1º turno, realizado no dia 1º de outubro, foi de 21,71% em todo o país, número considerado alto pela presidente da TSE.
↩️ Voltar para o início da reportagem.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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