Política
Eleições 2024: veja quem são os pré-candidatos à Prefeitura de Foz do Iguaçu
Até o momento, há nove pré-candidatos ao Executivo municipal. Nomes precisam ser confirmados nas convenções partidárias, realizadas de 20 de julho a 5 de agosto. veja quem são os pré-candidatos à Prefeitura de Foz do Iguaçu
Artes/RPC
Nove partidos anunciaram pré-candidatos à Prefeitura de Foz do Iguaçu, no oeste do Paraná, até esta sexta-feira (26).
O primeiro turno das eleições municipais de 2024 está marcado para 6 de outubro. Caso haja segundo turno, os eleitores voltam às urnas no dia 27 de outubro. Por enquanto, estão em andamento as negociações por alianças.
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Veja a lista dos pré-candidatos, em ordem alfabética, e saiba mais sobre eles mais abaixo:
Airton José (PSB)
Dilto Vitorassi (PT)
General Silva e Luna (PL)
Juca Rodrigues (PC do B)
Kalito Stoeckl (PDT)
Nilton Bobato (PV)
Paulo Mac Donald (PP)
Samis da Silva (PSDB)
Sérgio Caimi (PMB)
De acordo com a Justiça Eleitoral, o período para os partidos realizarem convenções e oficializarem os candidatos vai de 20 de julho a 5 de agosto. O pedido de registro da candidatura deve ser feito até 15 de agosto.
Pré-candidatos à Prefeitura de Foz do Iguaçu, em ordem alfabética
Prefeitura de Foz do Iguaçu
Prefeitura Foz do Iguaçu/Divulgação
Esta matéria é atualizada à medida em que os pré-candidatos são confirmados.
Airton José (PSB)
Airton José (PSB)
Divulgação
Airton José tem 60 anos, é apresentador de um programa diário de televisão em Foz do Iguaçu. Ele também é radialista, cerimonialista e tem formação em Direito, atuando em um escritório na cidade.
Casado e pai de dois filhos, ele nunca ocupou cargos públicos ou mesmo concorreu.
Dilto Vitorassi (PT)
Dilto Vitorassi (PT)
Divulgação
Dilto Vitorassi tem 64 anos e entrou para a política em 1998, quando concorreu a vaga de deputado estadual, mas não se elegeu. O primeiro cargo público que ocupou foi nos anos 2000 quando se elegeu vereador em Foz do Iguaçu.
Em 2002, concorreu a deputado federal mas não se elegeu, ficando na vaga de suplente. Em 2004 foi eleito vice-prefeito de Foz do Iguaçu e, entre 2005 e 2006, assumiu, como suplente, vaga de deputado federal.
Em 2008, concorreu pela primeira vez à Prefeitura de Foz do Iguaçu, mas não se elegeu. Em 2010 se candidatou a deputado federal, mas novamente ficou na vaga de suplente.
Em 2012 se elegeu vereador de Foz do Iguaçu. Em 2014, se candidatou a deputado federal, mas não se elegeu, assim como em 2018. Em 2020 concorreu novamente a vereador, mas não se elegeu.
General Silva e Luna (PL)
General Silva e Luna (PL)
Reprodução
General Joaquim Silva e Luna tem 74 anos e é pós-graduado pela Escola de Comando e Estado-Maior do Exército e pela Universidade de Brasília (UnB), em Projetos e Análise de Sistemas.
Durante a carreira no Exército, Silva e Luna comandou o 6º Batalhão de Engenharia de Construção (1996-1998), em Boa Vista (RR), e a 16ª Brigada de Infantaria de Selva (2002-2004), em Tefé (AM).
Também participou da Missão Militar Brasileira de Instrução no Paraguai e atuou como adido em Israel de 1999 a 2001.
General da reserva, Silva e Luna foi o primeiro militar a exercer o cargo de ministro da Defesa, no governo do ex-presidente Michel Temer. Ele assumiu o cargo em janeiro de 2018 em substituição a Raul Jungmann.
Silva e Luna mudou-se para Foz do Iguaçu quando assumiu a vaga de diretor geral da margem brasileira da hidrelétrica de Itaipu de 2019 a 2021, por indicação do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Depois deste período, ele foi exonerado e assumiu a presidência da Petrobras, sendo o primeiro militar a assumir a estatal desde 1989, quando o oficial da Marinha Orlando Galvão Filho deixou o cargo. Ele ficou na estatal cerca de um ano, quando foi demitido por Bolsonaro.
Juca Rodrigues (PC do B)
Juca Rodrigues (PcdoB)
Divulgação
Atual presidente da Fundação Cultural de Foz do Iguaçu, Juca Rodrigues é ator, diretor de teatro e de produção artística.
Nascido em Palotina, em 1998 conheceu Foz do Iguaçu e pouco tempo depois se mudou para a cidade. Ele é casado e pai de dois filhos.
Kalito Stoeckl (PDT)
Kalito Stoeckl (PDT)
Câmara de Vereadores de Foz do Iguaçu
Kalito Stoeckl é natural de Foz do Iguaçu e está no primeiro mandato de vereador.
A primeira disputa dele a cargo público foi em 2016, para vereador, mas não se elegeu.
Formado em Administração, com especialização e mestrado na mesma área, ele também é servidor público da Universidade da Integração Latino-Americana (Unila)
Casado, ele tem dois filhos.
Nilton Bobato (PV)
Nilton Bobato (PV)
Divulgação
Nilton Bobato tem 57 anos e atualmente é secretário municipal da Administração de Foz do Iguaçu. É formado em Letras e mora em Foz do Iguaçu desde os anos 1980. Em 2008, ele foi eleito vereador, sendo reeleito em 2012.
No pleito de 2016 se candidatou a vereador, mas não se elegeu. No mesmo ano, novas eleições foram convocadas após o candidato eleito à prefeitura, Paulo Mac Donald, não poder assumir o cargo, na época, por condenações relacionadas à improbidade administrativa.
Na eleição suplementar de 2017, Nilton Bobato se candidatou a vice-prefeito na chapa do atual prefeito de Foz do Iguaçu Chico Brasileiro e foram eleitos. Ainda como vice-prefeito, assumiu também a Secretaria Municipal da Saúde.
Em 2018 tentou uma vaga para a Assembleia Legislativa do Paraná, mas não foi eleito. Nas eleições municipais de 2020 não concorreu a nenhum cargo.
Paulo Mac Donald (PP)
Paulo Mac Donald (PP)
Divulgação
Paulo Mac Donald Ghisi tem 75 anos. Ele é engenheiro civil e empresário.
Ele foi eleito para o primeiro cargo público, como vereador de Foz do Iguaçu, em 1989. Em 1996, foi eleito vice-prefeito da cidade. Em 2004 se candidatou à prefeito da cidade e venceu, se reelegendo no pleito seguinte.
Em 2016, disputou novamente ao cargo de prefeito e venceu a eleição, porém não pode assumir o cargo, na época, por condenações relacionadas a improbidade administrativa.
Paulo estava com direitos políticos caçados, mas decisão liminar recente do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) permitiu que ele dispute a vaga.
Samis da Silva (PSDB)
Samis da Silva (PSDB)
Divulgação
Filho do ex-prefeito de Foz do Iguaçu Dobrandino Gustavo da Silva, Celso Samis da Silva, de 57 anos, também já foi prefeito da cidade entre 2001 e 2004. Ele tentou se reeleger, mas perdeu para Paulo Mac Donald.
Ainda em Foz do Iguaçu, se elegeu vereador entre 1993 e 1994. Entre 1995 e 1998 também ocupou o cargo de deputado estadual.
Em 2008 tentou uma nova eleição ao cargo de prefeito, mas foi novamente derrotado por Paulo Mac Donald. Em 2010, foi candidato a deputado estadual, mas não se elegeu.
Ele respondeu por processo de improbidade administrativa, e estava com direitos políticos caçados, mas decisão recente do Tribunal de Justiça do Paraná (TJ-PR) permitiu que ele dispute a vaga.
Sérgio Caimi (PMB)
Sérgio Caimi (PMB)
Divulgação
Sérgio Caimi tem 65 anos, é economista e chegou à Foz do Iguaçu devido às obras da construção de Itaipu Binacional.
Ele exerceu cargos de gestão na Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) de onde estpa aposentado desde 2020.
Foi candidato à vereador em 2004, mas não se elegeu, ficando na suplência.
Eleitorado
Em todo o Paraná, mais de 8,5 milhões de eleitores estão aptos a votar este ano, sendo mais de 202,6 mil em Foz do Iguaçu. Os dados do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) são de 18 de abril de 2024.
A confecção de novos títulos, a alteração de cidade ou local de votação e a regularização geral do título de eleitor devem ser feitas até 8 de maio, presencialmente, nos cartórios eleitorais.
O voto é obrigatório para quem tem mais de 18 anos e facultativo para quem tem entre 16 e 18 anos, mais de 70 anos e analfabetos.
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Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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