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Política

Eleições 2024: veja quem são os pré-candidatos à Prefeitura de Ponta Grossa

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Até o momento, são sete pré-candidatos ao Executivo municipal. Nomes precisam ser confirmados nas convenções partidárias, realizadas de 20 de julho a 5 de agosto. Pré-candidatos à prefeitura de Ponta Grossa anunciados até 22/04/2024
Divulgação
Sete partidos anunciaram pré-candidatos à Prefeitura de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, até esta segunda-feira (22).
O primeiro turno das eleições municipais de 2024 está marcado para 6 de outubro. Por enquanto, estão em andamento as negociações por alianças.
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Veja a lista dos pré-candidatos, em ordem alfabética, e saiba mais sobre eles mais abaixo:
Aliel Machado (PV)
Dr. Kocan (Solidariedade)
Elizabeth Schmidt (União Brasil)
Joce Canto (PP)
Marcelo Rangel (PSD)
Professora Renata (PSOL)
Tota (Novo)
De acordo com a Justiça Eleitoral, o período para os partidos realizarem convenções e oficializarem os candidatos vai de 20 de julho a 5 de agosto. O pedido de registro da candidatura deve ser feito até 15 de agosto.
Pré-candidatos à prefeitura de Ponta Grossa
Prefeitura de Ponta Grossa
Valdecir Galvan/RPC
Esta matéria é atualizada à medida em que os pré-candidatos são confirmados.
Aliel Machado (PV)
Aliel Machado
Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
Aliel Machado Bark tem 35 anos e é deputado federal há 10 anos.
Ele possui ensino superior incompleto em Pedagogia e título de Doutor Honoris Causa concedido pela Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).
Aliel foi eleito vereador e presidente da Câmara Municipal de Ponta Grossa em 2013, e eleito deputado federal em 2014, 2018 e 2022. Ele disputou a prefeitura nas eleições de 2016 e perdeu no segundo turno para Marcelo Rangel. Na época, recebeu 79.008 votos (44,62% dos válidos).
Dr. Kocan (Solidariedade)
Kocan
Divulgação
Elizeu Kocan tem 41 anos e é advogado há mais de 14 anos.
Formado em Direito, é pós-graduado em Direito Público Municipal e possui especializações em Direito Administrativo e Eleitoral.
No âmbito político, acumula experiências em movimentos estudantis, liderança partidária juvenil, assessoria parlamentar e jurídica nas câmaras municipais de Ponta Grossa, Castro, Carambeí e Porto Amazonas e assessoria jurídica do ex-deputado estadual Marcio Pauliki.
Elizabeth Schmidt (União Brasil)
Elizabeth Schmidt
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Elizabeth Silveira Schmidt tem 72 anos e é a atual prefeita de Ponta Grossa. Ela foi eleita em 2020 no segundo turno com 87.932 votos (52,38% dos válidos).
Formada em Pedagogia, é especializada e mestre em Educação.
Ela começou a concorrer em eleições em 2000, como candidata a vice-prefeita de Ponta Grossa; em 2002 concorreu como segundo suplente na candidatura ao Senado de Nitis Jacon e, em 2014, tentou uma vaga na Câmara dos Deputados, ficando como suplente. Em 2016 foi eleita vice-prefeita de Marcelo Rangel.
Schmidt foi secretária municipal de Cultura e de Turismo (2005 a 2012), na gestão do prefeito Pedro Wosgrau Filho, secretária municipal de Administração e de Gestão de Recursos Humanos (2015 a 2016), na gestão do prefeito Marcelo Rangel, e presidente da Fundação Municipal de Turismo (2017 e 2018), ainda no mandato de Rangel.
Joce Canto (PP)
Joce Canto
Câmara de Vereadores de Ponta Grossa
Jocemeuri Cora Canto tem 32 anos e está n primeiro mandato como vereadora de Ponta Grossa.
Formada em publicidade, atua também como publicitária e radialista. Ela é filha do ex-prefeito de Ponta Grossa Jocelito Canto e irmã da deputada estadual Mabel Canto, que disputou o segundo turno das últimas eleições à prefeitura e perdeu para Elizabeth Schmidt.
Joce foi diretora na secretaria de abastecimento de Ponta Grossa (2011 e 2012) e chefe de gabinete parlamentar na câmara de Ponta Grossa (2016 a 2019). Em 2020, concorreu pela primeira vez em uma eleição municipal para o cargo de vereadora.
Marcelo Rangel (PSD)
Marcelo Rangel
Dálie Felberg/Alep
Marcelo Rangel Cruz de Oliveira tem 53 anos e atualmente está licenciado do cargo de deputado estadual porque atua como secretário estadual de Inovação, Modernização e Transformação Digital.
Formado em Direito, atua também como radialista. Rangel é irmão do deputado federal licenciado e atual secretário estadual de Infraestrutura e Logística, Sandro Alex.
Foi eleito três vezes deputado estadual (2006, 2010 e 2022) e foi prefeito de Ponta Grossa por duas vezes, de 2013 a 2020. Em ambas foi eleito no segundo turno; em 2013 recebeu 88.611 votos (50,48% dos válidos) e em 2016, 98.058 votos (55,38% dos válidos).
Professora Renata (PSOL)
Professora Renata
Divulgação
Renata Ozório Iurk Dingueleski tem 36 anos e é professora e despachante.
Formada nas licenciaturas de Ciências Biológicas e Matemática, tem especialização em Educação do Campo e Realidade Brasileira.
Renata nunca ocupou cargos públicos. Ela é líder do Movimento de Educação Popular – Rede Emancipa e do Movimento Popular de Luta (MPL).
Tota (Novo)
Tota
Arquivo pessoal
Urubatan Alves Sena, conhecido como Tota, tem 56 anos e é empresário. É a primeira eleição que disputa e só foi filiado ao Partido Novo.
Ele cursou três anos da graduação em Economia e dois de Administração de Empresas, mas não se formou.
Empreendedor do ramo de gastronomia, é conselheiro de administração de uma cooperativa de crédito, presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) e membro do Conselho Municipal de Turismo.
Eleitorado
Em todo o Paraná, mais de 8,5 milhões de eleitores estão aptos a votar este ano, sendo mais de 256,8 mil em Ponta Grossa. Os dados do Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) são de 18 de abril de 2024.
A confecção de novos títulos, a alteração de cidade ou local de votação e a regularização geral do título de eleitor devem ser feitas até 8 de maio, presencialmente, nos cartórios eleitorais.
O voto é obrigatório para quem tem mais de 18 anos e facultativo para quem tem entre 16 e 18 anos, mais de 70 anos e analfabetos.
Caso a eleição de Ponta Grossa não se resolva no primeiro turno, os eleitores voltarão às urnas em 27 de outubro.
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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Política

Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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