Política
Eleições 2026: Tarcísio e Michelle seguem empatados na liderança como alternativas a Bolsonaro, diz Quaest
O governador de SP aparece com 17% das respostas e a ex-primeira-dama tem 16%, empate dentro da margem de erro que é a dois pontos percentuais para mais ou para menos. Quaest: Lula empata com Bolsonaro e outros nomes em eventual 2º turno
O governador de SP, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) empatam tecnicamente na liderança como alternativas da direita ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nas eleições presidenciais de 2026, de acordo com novo levantamento da Quaest divulgado nesta quinta-feira (5).
Tarcísio aparece com 17% das respostas, e Michelle Bolsonaro com 16%, empate dentro da margem de erro que é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. No levantamento anterior, feito em março e divulgado em abril, o governador tinha 15% das respostas e Michelle tinha 14%.
Outros nomes aparecem na pesquisa, como o governador o Paraná, Ratinho Júnior (PSD), com 11% das respostas, o empresário Pablo Marçal (PRTB), com 7%, o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), com 5%, o deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), com 4%, o governador do RS, Eduardo Leite (PSD), com 4%, e o governador de MG, Romeu Zema (Novo), com 3%.
Veja os números abaixo:
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 17% (eram 15% em abril);
Michelle Bolsonaro (PL): 16% (eram 14% em abril);
Ratinho Junior (PSD): 11% (eram 9% em abril);
Ronaldo Caiado (União): 5% (eram 4% em abril);
Eduardo Bolsonaro (PL): 4% (eram 4% em abril);
Eduardo Leite (PSD): 4% (eram 3% em abril);
Romeu Zema (Novo): 3% (eram 4% em abril);
Outros: 2% (era 1% em abril);
Nenhum desses: 16% (eram 19% em abril);
Não sabem ou não responderam: 15% (eram 16% em abril).
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Eleição 2026: Lula empata com Bolsonaro, Tarcísio, Michelle, Ratinho Jr. e Eduardo Leite em eventual 2º turno, diz Quaest
Quaest: 66% são contra Lula se candidatar em 2026; 65% são contra Bolsonaro concorrer
A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 29 de maio e 1º de junho. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (à esquerda), e a ex-primeira-dama, Michelle Bolsonaro (à direita)
Alessandro Batata/TV Diário e Carolina Antunes/PR
O ex-presidente Jair Bolsonaro está inelegível até 2030 após condenação do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 2023, por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. Em fevereiro passado, a Justiça Eleitoral tornou Pablo Marçal inelegível por oito anos, mas o processo ainda não terminou
66% são contra Lula se candidatar, e 65% contra Bolsonaro concorrer
A nova pesquisa Quaest também mostra que 66% dos brasileiros são contra a candidatura do presidente Lula (PT) à reeleição em 2026, enquanto 65% dizem que Bolsonaro (PL) também deveria abrir mão de concorrer e apoiar outro candidato.
Ainda de acordo com o levantamento, 32% apoiam candidatura de Lula à reeleição, e 26% dizem que Bolsonaro deveria manter eventual candidatura.
Sobre uma eventual candidatura de Bolsonaro, 55% daqueles que se declaram “não bolsonarista, mas mais à direita” acham que ele deveria abrir mão da candidatura, já 43% que ele deveria mantê-la, mesmo inelegível.
No grupo que se declara “bolsonarista”, 38% apoiam que o ex-presidente dê apoio a outro candidato, enquanto 58% querem que ele mantenha seu nome na disputa, mesmo condenado pela Justiça Eleitoral.
A margem de erro para estes grupos não foi divulgada, mas é maior do que a margem geral da pesquisa, de 2 pontos para mais ou menos.
45% têm mais medo de Bolsonaro voltar do que de uma reeleição de Lula
A Quaest perguntou aos entrevistados do que eles têm mais medo: de Lula continuar na presidência ou de Bolsonaro voltar.
45% disseram que têm mais medo de Bolsonaro voltar (eram 44% em abril) contra 40% que temem uma possível reeleição de Lula (eram 41% em abril).
Veja os números:
Bolsonaro: 45% (eram 44%);
Lula: 40% (eram 41%);
Tenho medo dos dois (espontânea): 7% (eram 6%);
Não tenho medo de nenhum dos dois (espontânea): 3% (eram 4%);
Não souberam ou não responderam: 5% (eram 5%);
Eleição presidencial de 2026
A pesquisa Quaest apontou que Lula tem a mesma intenção de voto do que o ex-presidente Jair Bolsonaro e empata tecnicamente com outros seis possíveis candidatos em eventuais disputas de 2º turno na eleição à presidência de 2026
Na pesquisa anterior, divulgada em abril, Lula vencia todos os outros concorrentes e empatava somente com Jair Bolsonaro. Agora, Lula e Bolsonaro aparecem com os mesmos 41%. A margem de erro é de dois pontos para mais ou menos.
A pesquisa estimulada, em que os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, apresentou outros 7 cenários. Neles, Lula está tecnicamente empatado com o governador de SP, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD), e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL).
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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