Economia
Eletrobras suspende 353 demissões após determinação do Tribunal Superior do Trabalho
Empresa havia desligado trabalhadores em 31 de agosto, mas decisão do TST suspendeu demissões não homologadas. Eletrobras deve recorrer da interrupção de plano de demissões. A Eletrobras informou nesta segunda-feira (4) que suspendeu 353 demissões depois de o Tribunal Superior do Trabalho (TST) determinar a interrupção do Plano de Demissão Voluntária (PDV) da empresa.
Na última sexta-feira (1º), o ministro Alexandre Agra Belmonte, do TST, decidiu pela suspensão, por 15 dias, dos prazos do PDV e de todas as demissões que não foram homologadas. Isso impede novas adesões e a continuidade de demissões já em andamento.
Em comunicado ao mercado nesta segunda (4), a Eletrobras reconheceu a decisão e disse que “está adotando as medidas necessárias à defesa de seus interesses”.
Segundo a empresa, os 353 trabalhadores desligados em 31 de agosto estão sendo comunicados para retornar às suas atividades. Essas demissões não haviam sido homologadas e, por causa da decisão do TST, serão revertidas temporariamente.
O atual PDV é o segundo da empresa após o processo de privatização. O plano foi lançado em junho, e a Eletrobras projeta a demissão de até 1.574 funcionários. Até o último dia 1º, a companhia havia demitido 30% do previsto, com 440 desligamentos.
“A decisão de desligamento se deu após avaliação da criticidade das funções desempenhadas pelos trabalhadores desligados e em plena observância da segurança das operações da Companhia, sem comprometimento à prestação adequada do serviço público de transmissão e geração outorgado às empresas Eletrobras”, disse a empresa na última sexta-feira (1º).
A Eletrobras afirmou ainda que suspenderia, até dezembro de 2023, as demissões de funcionários que operassem usinas ou subestações de transmissão de energia elétrica.
O comunicado veio depois de ofício do ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, pedindo a suspensão do PDV até que o ministério avaliasse os planos de ação da empresa para a prestação dos serviços de geração e transmissão de energia nos próximos anos, considerando as demissões.
“Sobre o tema, é relevante citar a perturbação ocorrida no Sistema Interligado Nacional – SIN no dia 15 de agosto de 2023, que retirou aproximadamente 1/3 da demanda de energia elétrica que estava sendo suprida no momento”, escreveu Silveira, referindo-se ao apagão do dia 15.
O blecaute teve origem na linha de transmissão Quixadá-Fortaleza II, da Companhia Hidroelétrica do São Francisco (Chesf), subsidiária da Eletrobras.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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