Política
Em entrevista ao g1, Casagrande defende o mandato, diz que policiais recebem menos do que merecem e se diz favorável à redução da maioridade penal para crimes hediondos
Candidato o PSB é o terceiro entrevistado da série do g1 com candidatos ao governo do ES. Renato Casagrande disse ainda que, se reeleito, vai reduzir pedágio da Terceira Ponte e descartou privatizar Cesan. Renato Casagrande (PSB)
Álvaro Guaresqui
Candidato do PSB ao governo do Espírito Santo, Renato Casagrande foi o terceiro a ser entrevistado na série do g1, que teve início nesta segunda-feira (22). A entrevista foi transmitida ao vivo do estúdio da TV Gazeta, em Vitória, na tarde desta quarta (24).
Ouça abaixo o podcast.
Na maior parte da entrevista, Renato Casagrande fez a defesa do atual mandato à frente do Palácio Anchieta. Na área de segurança pública, o candidato admitiu os problemas no enfrentamento à criminalidade, mas justificou que as estatísticas de violência têm reduzido.
Casagrande destacou ações do próprio mandato, como o programa Estado Presente e o Cerco Inteligente. Sobre este último, que já está implantado em Vitória, o candidato afirmou que será implementado em todo o estado.
Renato disse ainda que reestruturou a carreira dos agentes de segurança pública, mas falou que não pode ceder a todas as exigências feitas pela categoria. Apesar disso, ele afirmou que os policiais merecem remuneração maior do que a paga atualmente pelo estado e que tem tentado compensar a defasagem salarial com o pagamento da Indenização Suplementar de Escala Operacional (Iseo), benefício pago aos agentes que trabalham em horário estendido. Casagrande disse que, se reeleito, vai continuar reestruturando a categoria.
O candidato declarou, durante a entrevista, que não se arrepende de ter anistiado os policiais militares que entraram em greve em 2018, o que é proibido pela constituição. Casagrande disse que, para ele, ficou a certeza de que foi uma decisão correta e que, enquanto governador, não poderia demitir os cerca de dois mil policiais que respondiam pelo episódio. A paralização dos militares provocou uma crise de Segurança Pública no estado.
Sobre a criação do Centro de Polícia Técnico Científica, promessa do candidato para o atual mandato dele como govenador, Casagrande justificou que o compromisso não foi cumprido porque o acordo entre o governo do ES e a Prefeitura de Vitória, que doaria o terreno para construção do centro, não foi concluído. Casagrande informou que um outro espaço foi doado pela Prefeitura de Cariacica e que o projeto para implantação do centro está em andamento. Em julho, o g1 apontou que a criação do centro constava como uma das promessas não cumpridas por Casagrande até a metade do terceiro ano de mandato.
Em relação à disputa presidencial, o socialista declarou que está apoiando a candidatura de Lula (PT), alinhado à federação formada entre PT e PSB. No entanto, Renato Casagrande ponderou que tem como compromisso dialogar com uma base política maior, movimento que ele chamou de formação de uma frente ampla.
Confrontado com a alegação de adversários de campanha de que não usaria critérios técnicos para a composição do secretariado do próprio mandato, Casagrande defendeu os aspectos avaliados por ele para as nomeações. Ele declarou que, se reeleito, seguirá considerando o que, na visão dele, são critérios técnicos aliados ao que chamou de “sensibilidade política” para escolha dos titulares das pastas.
Nesta terça-feira (23), durante entrevista ao g1, o candidato Audifax (Rede), apontou o que seria um superávit de R$ 6 bilhões no caixa do governo do ES que, segundo o candidato, não teria sido utilizado pelo atual governador para fazer investimentos. Casagrande defendeu que os recursos ficam, em parte, destinados à investimentos específicos definidos pela legislação.
Segundo Casgrande, R$ 3,2 bilhões de reais arrecadados pelo estado no último integram uma reserva do governo para custeio de políticas públicas. O candidato do PSB citou a redução do ICMS sobre combustíveis e telefonia no estado como exemplo de custeio que será pago com as reservas estaduais. A estimativa é de que o governo do ES tenha que arcar com mais de R$ 1 bilhão com a queda na arrecadação do imposto, segundo Casagrande.
O candidato declarou que, se reeleito, não vai privatizar a Cesan e que pretende fazer parcerias público-privadas para realizar investimentos em saneamento nos municípios atendidos pela estatal. Casagrande prometeu universalizar o serviço de esgoto e garantiu que, até até o fim de um possível segundo mandato, não haverá mais lançamento de dejetos na baía de Vitória.
Sobre corrupção, quando confrontado com o episódio que envolveu a prisão do ex-secretário da Fazenda do estado em operação contra fraudes fiscais na venda de vinhos, Casagrande respondeu que o caso seria um exemplo de a atual gestão dele como govenador é transparente, afirmando que a investigação do caso começou ainda na secretaria da Fazenda. Casagrande, no entanto, declarou que não pode condenar o ex-secretário antes do devido processo legal, mas disse também que não tem compromisso com o erro e que eventuais desvios serão corrigidos. Rogélio Pegoretti deixou a prisão e responde o processo em liberdade.
Na Educação, Casagrande prometeu fazer concurso público para professores e reajustar o salário da categoria.
Também na entrevista, o candidato disse que, se reeleito, vai priorizar o projeto de microrregionalização do sistema de saúde. O projeto visa definir perfis em hospitais e unidades de saúde para atendimento de consultas e exames em microrregiões do estado. O objetivo é diminuir a necessidade de deslocamento de pacientes do interior do estado para a Grande Vitória para consultas e exames.
Ainda na entrevista, Casagrande defendeu a redução da maioridade penal em casos de crime hediondo. Para o candidato, adolescentes a partir de 16 anos deveriam responder criminalmente por assassinatos, por exemplo.
Casagrande garantiu que, em um possível terceiro mandato, vai reduzir o pedágio da Terceira Ponte. Sobre o que pretende fazer a partir do fim do contrato com a concessionária que administra a ponte até o fim deste ano, o candidato disse que ainda precisa avaliar as alternativas possíveis. Ele falou que pediu à agencia reguladora uma análise técnica de novos modelos de administração da ponte.
Sobre a conclusão do Cais das Artes, Casagrande admitiu que não há garantia de que a obra será entregue. Segundo ele, o processo entre as empresas que foram contratadas para o serviço se tornou um “emaranhado jurídico”, sem previsão de resolução.
Na segunda-feira (22), Manato (PL), abriu a série de entrevistas do g1 com os candidatos ao governo do Espírito Santo. Na terça (23), o entrevistado foi Audifax (Rede).
O próximo entrevistado da série será Guerino Zanon (PSD), na quinta (25). Por terem recebido 5% ou mais das intenções de voto cada na pesquisa Ipec de 17 de agosto, os quatro candidatos mais bem colocados terão direito a entrevistas com uma hora de duração.
Na sexta-feira (26) serão entrevistados Claudio Paiva (PRTB), Capitão Vinicius (PSTU) e Aridelmo (Novo). As entrevistas terão 20 minutos de duração, já que os candidatos receberam menos de 5% das intenções de voto cada.
A transmissão das entrevistas começará todos os dias às 14h. A ordem dos candidatos foi definida por sorteio.
Fim da entrevista com Renato Casagrande (PSB). A íntegra da conversa ficará disponível no g1.
Álvaro Guaresqui
Ao final da entrevista, Renato Casagrande disse porque quer ser governador do Espírito Santo. Veja o que ele falou:
“Eu quero dizer que a gente tem muitos desafios pela frente. Eu sei que, no governo, eu tenho um comportamento, eu gosto de governar, gosto da vida pública, sei que a gente fez muitas coisas nesse tempo. Sei também que a gente não fez tudo o que as pessoas precisam, mas sei que a gente fez muitas coisas. Eu não deixo para amanhã o que a gente pode fazer hoje. Então alcançamos muitos resultados. Seria, naturalmente, uma mentira dizer que eu resolvi todos os problemas. Mas também seria mentira dizer que nós não avançamos muito a partir de 2019 e num momento difícil. Veja que eu enfrentei chuvas torrenciais em 2020, depois começou uma pandemia. Na pandemia a gente conduziu o estado com serenidade num período de muita turbulência. E a gente conseguiu vacinar muita gente. O primeiro estado a comprar vacina foi o estado do Espírito Santo. A gente conduziu com equilíbrio, com paciência, com tolerância e com muita eficiência enfrentar as pessoas desequilibradas, impacientes, intolerantes, mas sempre no sentido de dialogar, de unificar esse estado em torno de um projeto importante e conduzir com equilíbrio, com serenidade, o estado do Espírito Santo. Se a gente fez tudo isso num momento de dificuldade, pode ter certeza que nossos melhores dias não são os que estão ficando pra trás, são os que estão à nossa frente. Pode ter certeza que aquilo que a gente preparou agora é base para a gente construir, cada vez mais, um futuro com mais dignidade, mais qualidade de vida a todos os capixabas”, falou Renato Casagrande.
Vídeos: tudo sobre o Espírito Santo
Veja o plantão de últimas notícias do g1 Espírito Santo
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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