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Entenda por que bananas são radioativas, mas não fazem mal à saúde

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Veja ranking de alimentos mais radioativos, castanha-do-Pará fica em primeiro lugar. Para desenvolver um câncer, a pessoa precisaria comer um milhão de bananas de uma vez só. Banana
Aleksandar Pasaric / Pexels
Toda vez que nos alimentamos com uma banana, estamos ingerindo radioatividade e isso não é exclusivo dela. Outros alimentos, como a castanha-do-Pará, a cerveja e até a água, também têm esse componente em sua estrutura.
Mas não precisa ter medo, a quantidade de radiação não é o suficiente para fazer mal à saúde. Por exemplo, para desenvolver um câncer, a pessoa precisaria comer um milhão de bananas de uma vez só.
Quase todos os alimentos que consumimos têm um grau de radioatividade, explica o pesquisador do Centro de Desenvolvimento da Tecnologia Nuclear (CDTN), Bruno Melo Mendes.
Isso porque existem materiais radioativos que estão no solo desde que a terra foi criada, sendo passados para os alimentos cultivados e até mesmo para a água. Há ainda radiação na atmosfera, que entra no nosso organismo sempre que respiramos – sim, nós também temos a nossa radiação natural.
Confira os 10 alimentos mais radioativos
Luisa Rivas / g1
A radiação da banana
Normalmente, os alimentos possuem a radiação derivada do potássio. No caso da banana, que é muito rica neste elemento, se trata do componente Potássio 40, diz Mendes.
Mas se trata de uma quantidade muito pequena. A banana tem 0,1 microsievert (μSv), medida usada para indicar o impacto da radiação ionizante sobre os seres humanos, chamada também de dose equivalente, que leva em conta os efeitos biológicos da radiação absorvida.
A banana também é considerada uma unidade de medida de radiação, é a dose equivalente de banana (DEB), outra forma de chamar o μSv.
Por exemplo, ao dormir ao lado de alguém, somos expostos a 0,05 μSv, uma dose equivalente a meia banana.
Para causar a morte imediata, a quantidade de radiação deve ser de 5 milhões de μSV, aponta o pesquisador.
Já para causar câncer, um estudo com sobreviventes de Hiroshima e Nagasaki aponta que seria necessária uma dose de 100 milisievert (mSv), um milhão de vezes maior do que ingerimos ao comer uma banana.
Ainda assim, um caminhão cheio com a fruta poderia acionar um detector de radioatividade mais sensível. Isso porque a energia consegue atravessar objetos e chegar até o detector.
Mendes explica que o nosso corpo está acostumado com pequenas doses de radioatividade e que isso é importante para a evolução dos seres vivos. “Então, a radioatividade contribui para essa diversidade do planeta”, diz.
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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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