Economia
Entenda por que leite direto da vaca pode fazer mal à saúde
Venda do produto cru é proibido desde 1969 no Brasil. Em caso de necessidade, aprenda a ferver do jeito certo. Por que beber o leite cru, que vem direto da vaca, é proibido no Brasil
É comum no campo e parece ser muito gostoso: beber o leite cru, do jeito que saiu da vaca. Mas isso não é o indicado por especialistas e pode fazer muito mal à saúde.
O leite de uma vaca doente pode gerar prisão de ventre, indigestão, refluxo e até te transmitir doenças crônicas, como tuberculose e brucelose. Por isso, vender leite cru é proibido no Brasil desde 1969.
No VÍDEO ACIMA, a série especial do g1 “De onde vem o que eu como” te explica por que o leite industrializado é mais recomendado e, quando for necessário, como ferver o leite cru para deixá-lo o mais seguro possível.
No entanto, ferver o leite cru elimina algumas propriedades nutricionais do alimento, segundo o Ministério da Agricultura e Pecuária, órgão que, inclusive, posiciona-se “totalmente contrário” ao consumo desse leite.
Essa perda não acontece quando o alimento é processado na indústria, por meio da esterilização e pasteurização (entenda abaixo a diferença entre cada processo).
Tipos de leite
Para produzir o episódio da série sobre o leite, a reportagem visitou uma fazenda e um laticínio nas cidades de São Carlos e Taubaté, ambas no interior do estado de São Paulo. Você pode conferir abaixo outro vídeo, que explica qual tipo de leite de vaca você bebe: A, A2 ou intermediário. Assista:
De onde vem o leite
Independentemente do tipo, regras rígidas do processamento valem para todos os leites
Luísa Rivas/Arte g1
De onde vem: leite em fotos
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Créditos ‘De onde vem o que eu como’:
Coordenação editorial: Luciana de Oliveira
Edição e finalização: Marih Oliveira
Narração, produção e reportagem: Gabriel Croquer
Roteiro: Gabriel Croquer, Tatiana Caldas e Marih Oliveira
Coordenação de vídeo: Tatiana Caldas e Mariana Mendicelli
Coordenação de arte: Guilherme Gomes
Direção de arte e ilustrações: Luisa Rivas, Vitoria Coelho, Wagner Magalhães e Veronica Medeiros
Fotografia: Fabio Tito e Celso Tavares
Motion: Vitória Coelho
Motorista: Ricardo Barbosa
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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