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Economia

Estados Unidos se apresentam como “solução inteligente” para quem quer empreender

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Empreendedores e especialistas da área econômica explicam as vantagens de se investir em território norte-americano. Uma nova rota para investidores brasileiros está nos EUA.
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Empreender no Brasil ainda vale a pena? Entre altos impostos, burocracia desenfreada e uma economia instável, empreendedores se veem sobrecarregados por desafios que parecem não ter fim. A realidade é que, apesar do espírito inovador do brasileiro, o ambiente de negócios no país vem se tornando cada vez mais sufocante.
Empreendedores brasileiros têm procurado os Estados Unidos para abrir seus negócios. Especialistas explicam por que esse novo caminho tem se apresentado como uma solução inteligente.
O “Custo Brasil”
Empreender no Brasil é um sonho para muitos, mas com uma realidade cada vez mais dura nos últimos anos. Segundo especialistas, a complexidade tributária e a burocracia são os principais obstáculos.
O Brasil é conhecido mundialmente pelo chamado “Custo Brasil”, que inclui não apenas altos impostos, mas também uma infinidade de regulamentações que tornam a vida do empreendedor ainda mais complicada. Além disso, a instabilidade econômica e política do país gera incertezas que dificultam o planejamento a longo prazo.
Na lista das principais perguntas e momentos de frustração do empreendedor brasileiro, podemos citar: a moeda não valorizou? O dólar disparou? Os impostos se multiplicaram? Tem propina? Tem corrupção? “Jeitinho brasileiro”? E a segurança? Será que vai quebrar? Caiu na burocracia? Armadilha tributária? Mudança na lei?
“No Brasil, tudo parece uma batalha contra o sistema. E, no final, são poucos os vencedores. E mesmo quem vence, o suor é diário”, lamenta o empreendedor da área automobilística, Paulo dos Santos, de São Paulo.
Nova rota: EUA. Por que?
De acordo com especialistas econômicos, o mercado nos EUA se destaca por ser mais estável, com menos burocracia e políticas governamentais voltadas para o incentivo ao crescimento econômico.
O advogado especializado em imigração Werner Steiner, sócio fundador da SKW Law, empresa referência na área nos Estados Unidos, observa que os brasileiros têm optado por expandir seus negócios ou até mesmo imigrar, atraídos pela segurança jurídica e o ambiente mais favorável ao empreendedorismo.
“A diferença é gritante. Nos EUA, há clareza nas regras, apoio ao empresário e segurança, tanto jurídica quanto pessoal. Esses são fatores decisivos para quem está cansado de lidar com a imprevisibilidade no Brasil”, explica Steiner.
Soluções para o desenvolvimento pessoal e profissional.
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Empreendedores que já fizeram a transição relatam que a mudança não é apenas uma questão de localização, mas também de mentalidade. Nos EUA, a valorização do talento e a busca por inovação são aspectos que atraem profissionais brasileiros que procuram reconhecimento e sucesso. Pensar em dólar, receber em dólar, lucrar em dólar.
Gee Gomes, sócio fundador do SKW Law, acrescenta: “Nos EUA, o governo oferece incentivos para novos negócios e há uma cultura de apoio ao empreendedorismo que simplesmente não existe no Brasil. A mudança para os EUA não é apenas uma fuga dos problemas brasileiros, mas uma busca por um ambiente onde o esforço e a criatividade são recompensados”, observou.
Eles já optaram pela nova rota
Empreendedores como Carla de Almeida, que se especializou no setor de tecnologia, e Paulo Oliveira, do ramo de alimentação, compartilharam suas histórias de sucesso nos EUA. Eles são clientes SKW Law.
“Cheguei ao ponto em que, para continuar crescendo, era necessário procurar outro mercado. A estabilidade e o apoio que encontrei nos Estados Unidos foram determinantes para o sucesso da minha empresa. E todas as soluções eu encontrei com o time SKW Law. Um passo a passo que transformou a minha vida”, conta a brasileira Carla, que vive na Flórida.
“Ah, mas temos que esperar o que vai acontecer nas eleições para os próximos investimentos. Ah, mas tem uma nova lei, tem um novo imposto. Ah, mas ele falou que precisamos entrar no esquema. Enfim, não dava mais para continuar no Brasil. Amamos o nosso país, mas o desenvolvimento como empreendedor ali tem um buraco muito profundo”, comentou Paulo, que trabalha em Massachusetts.
E você, empreendedor?
Nicholas Morgan White, advogado americano, sócio do escritório SKW Law, explica quais são as primeiras reflexões que os brasileiros precisam fazer antes de escolher a mudança. “A decisão de empreender fora do Brasil é complexa e envolve diversos fatores, desde questões financeiras até a adaptação a uma nova cultura. No entanto, para muitos, essa nova rota representa uma oportunidade real de crescimento e sucesso. Uma realização pessoal e profissional num país de primeiro mundo”, detalhou.
SKW Law: referência em imigração nos Estados Unidos.
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Se você também está considerando essa nova rota para empreender, lembre-se de buscar as melhores soluções. O Steiner, Kleim & White Law (SKW Law) oferece orientação completa em processos de imigração e adaptação ao mercado americano. A transição pode ser mais acessível do que se imagina. Clique aqui e faça uma consulta inicial gratuita.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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