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Política

Estímulo ao setor, risco de ineficácia: especialistas apontam erros e virtudes do plano nacional para a indústria

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Plano foi lançado em janeiro e prevê, a curto prazo, investimento de R$ 300 bilhões no setor até 2026. Especialistas criticam a falta de diagnóstico prévio, porém consideram programa um avanço para modernizar as indústrias brasileiras. Uma das prioridades do governo federal, o plano Nova Indústria Brasil (NIB) divide opiniões e, nas últimas semanas, foi alvo de debates entre representantes do segmento e economistas. De acordo com especialistas ouvidos pelo g1, um dos pontos fortes é o estímulo ao setor, mas ainda existem dúvidas se o desenho do plano vai trazer recursos de forma eficiente.
Lançado em janeiro deste ano, o Nova Indústria Brasil nasceu com a missão de aumentar a capacidade competitiva da indústria brasileira até 2033. E, para isso, promete atacar dois problemas do setor: a desindustrialização e o desenvolvimento de produtos com baixa complexidade tecnológica.
Entre as medidas anunciadas, estão benefícios fiscais para a indústria química, metas para redução do prazo de patentes, incentivos ao bionegócio na Amazônia, um novo programa tecnológico para semicondutores e a elevação da mistura do etanol à gasolina de 27,5% para 30% no futuro, entre outros (leia mais abaixo).
Indústria brasileira fica estagnada em 2023
Para viabilizar a nova política industrial, o governo promete liberar linhas de crédito, subsídios e aumentar investimentos públicos. A curto prazo, a previsão de financiamento ao setor é de cerca de R$ 300 bilhões até 2026 — último ano do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Em um aceno à indústria, o presidente Lula esteve, nesta sexta-feira (2), na fábrica da Volkswagen de São Bernardo do Campo.
“Se tiver inauguração de uma fábrica de palito de dente, eu estarei lá, porque este país precisa de otimismo”, declarou o presidente, na ocasião.
Leia detalhes do plano e o ponto de vista de alguns especialistas abaixo:
Pontos Fortes
Indústria moderna e transversal
A indústria responde por 26,3% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. Os dados de 2022 são os últimos divulgados sobre o assunto pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No entanto, o Brasil já esteve em melhor posição. Em 2010, por exemplo, as indústrias brasileiras representavam 27,4% do PIB.
Para a economista da Fundação Getúrlio Vargas (FGV) Carla Beni, o plano do governo federal é uma resposta à necessidade de modernização do setor. E, também, uma oportunidade de aumentar essa fatia na participação da indústria num indicador tão importante e que serve de termômetro para a economia.
“O Brasil vem perdendo importância no setor da indústria. Historicamente, continuamos um país agrário e exportador. Então, precisamos mudar a nossa pauta exportadora e, esse plano, justamente, traz um ar de modernidade a economia brasileira”, afirmou a economista.
“Existem metas entre o setor público e o setor privado, incluindo eixos transversais. A transversalidade tem a ver com uma forma moderna e integralizada de se entender a economia. Essa união traz mais retorno, devido à variedade de setores que se dinamizam, ou seja, emprego, renda e várias questões sociais podem ser trabalhadas”, prosseguiu.
No documento do plano, elaborado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Industrial (CNDI), o governo destaca que, por trás das ações de desenvolvimento da indústria, devem estar princípios classificados como transversais. Alguns deles são: inclusão socioeconômica; equidade de gênero; cor e etnia; sustentabilidade e redução das desigualdades.
Investimento no mercado de carbono
Essa é a primeira vez que o mercado de carbono é mencionado formalmente em um plano industrial do país. Para representantes do setor, esse é um importante passo para acelerar a transição energética, ou seja, a mudança da matriz energética do país a partir de fontes mais sustentáveis.
Na perspectiva do diretor de Relações Governamentais e Políticas Públicas da Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil), Fabricio Panzini, investir na pauta verde é fundamental para expandir as relações comerciais do Brasil.
“Em 2022, os EUA investiram US$ 472 milhões [equivale a mais de R$ 2,3 bilhões] em energia renovável, sendo energia hidráulica, solar ou eólica. A própria Organização das Nações Unidas [ONU] considerou o Brasil o país que mais recebe investimentos em projetos de energia renovável. Devemos investir mais nesse fator e o plano oferece ótimos critérios”, afirmou.
Uma das metas do programa é elevar em 50% participação dos biocombustíveis na matriz energética de transportes.
Geração de mais empregos
A indústria nacional possui 303,6 mil empresas — com uma ou mais pessoas na composição —, o que corresponde a mais de 7,7 milhões de pessoas empregadas. Esse levantamento consta na Pesquisa Industrial Anual Empresa 2020 (Pia Empresa).
No plano, o governo destaca como compromisso “estimular o processo técnico e, consequentemente, a produtividade e competitividade nacionais, gerando empregos de qualidade”, mas não detalha, em nenhum momento, número de vagas ou expectativa de geração de emprego.
Na avaliação do diretor de Desenvolvimento Industrial e de Economia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Rafael Luchesi, as diretrizes apresentadas no documento tornarão mercado de trabalho “mais fortalecido”.
“Os principais países do mundo têm políticas industriais ativas, não apenas pelo sucesso que a China teve, mas também pelo fato de a atividade industrial gerar mais e melhores empregos, devido às cadeias longas presentes no processo”, argumentou.
“Hoje, o emprego está mais presente na economia de serviços, a categoria depende muito da classe média. Mas, como as indústrias pagam melhor, a medida terá um impacto mais favorável”, explicou o diretor.
Pontos fracos
Descentralização dos agentes financiadores
De acordo com o Nova Indústria Brasil, os R$ 300 bilhões em financiamentos serão geridos pelo Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico Social (BNDES), pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e pela Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii).
Segundo o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, o montante será disponibilizado em linhas de crédito específicas – sendo que R$ 271 bilhões serão na modalidade reembolsável e R$ 21 bilhões de forma não reembolsável – além de R$ 8 bilhões em recursos por meio de mercado de capitais, ou seja, levados ao mercado financeiro.
Ao longo de 2023, de acordo com dados do próprio BNDES, a instituição investiu R$ 19,6 bilhões em operações com foco em transição energética. Ao todo, foram realizadas 51 ações nesse sentido.
Mesmo observando a familiaridade que o banco possui com a economia verde, o economista do Instituto Brasileiro de Mercado de Capitais (IBMEC) William Baghdassarian considera que envolver vários financiadores pode “comprometer” a estabilidade do plano.
“Um exemplo é a exportação prevista no plano. O financiamento é dado por um subsídio do Tesouro Nacional que depende de um orçamento contingenciado e, logo em seguida, passa pela Comissão de Financiamentos Externos do Ministério da Fazenda, mas também é direcionada ao Banco do Brasil e ao BNDES. Ou seja, são vários setores envolvidos, o que pode comprometer a efetivação da medida”, disse Baghdassarian.
O economista afirmou ainda que o governo deve oferecer “estabilidade econômica” para atrair a atenção de mais investimentos internacionais no Brasil. A análise leva em conta o registro, no ano passado, de queda de 22,82% no fluxo de Investimento Estrangeiro Direto (IED) para o Brasil — com relação ao acumulado de 12 meses até outubro.
Abrangência e similaridade com outras políticas
A iniciativa do governo para aprimorar a indústria brasileira não é inédita. Ao longo das últimas duas décadas, foram lançadas pelo menos três instrumentos com esse foco: o Plano Brasil Maior (2011), a Política de Desenvolvimento Produtivo (2008) e a Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (2004).
Para a economista da FGV Carla Beni, embora o Nova Indústria Brasil trace diretrizes para curto e longo prazo, falhou em estabelecer prazos mais concisos para o desenvolvimento em cada setor.
“O programa é, digamos, genérico demais e muito amplo. Ele precisa ser mais especificado. Estou aguardando as metas para 2026 e as metas para 2033. Como se trata de um programa estatal, não pode haver apenas a intenção. Foram seis grandes linhas gerais e o plano poderia ser mais específico, faltaram os escopos centrais” comentou a economista.
As “grandes linhas” de que Carla fala são os seis eixos que receberão maior atenção dentro do plano. São eles: agroindústrias; complexo industrial da saúde; infraestrutura urbana; transformação digital; bioeconomia e transição energética; e tecnologia de defesa.
A crítica feita pela economista é simular à feita no lançamento do primeiro plano industrial do governo Lula, há 20 anos. Especialistas, à época, alegaram “falta de clareza e de objetivos relativos aos setores industriais mais intensivos”.
Para o economista do IBMEC William Baghdassarian, o programa atual se parece muito com o de 2011 do governo Dilma Rousseff.
“A sensação que se tem é de que já tentaram fazer isso, antes. Na época do governo Dilma, houve uma intervenção do Estado como fomentador de política pública, que foi acima do desejado e gerou uma crise em 2015, 2016″, pontua Baghdassarian.
Diagnóstico prévio e maior embasamento
Ainda segundo o economista da IBMEC, para que o programa fosse estruturado com critérios compatíveis aos do mercado industrial brasileiro, o governo deveria ter realizado, antecipadamente, “uma avaliação ‘ex ante'”, isto é, um diagnóstico que avalia as incoerências resultadas de planos anteriores.
“Um plano de adesão na indústria nacional não é feito de qualquer forma, é necessário um diagnóstico prévio do governo referente ao último programa apresentado, com um balanço da antiga medida. Além disso, ao elaborar um plano, é importante ouvir especialistas que não falem somente pelas indústrias. Trata-se de um assunto que interfere na economia brasileira”, afirmou William Baghdassarian.
O especialista disse, também, que a faltou clareza e definição de relevância nas metas.
“Não sei até que ponto os itens levantados no plano são considerados prioritários. Elencaram diversos setores da indústria. A meu ver, é uma boa iniciativa, porém ficou a impressão de que juntaram vários representantes da área e fizeram uma carta de intenções”, justificou o economista.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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