Economia
Estrela do Halloween, abóbora não é exclusiva dos EUA e celebração não foi criada pelos norte-americanos
Alimento veio das Américas, enquanto a festa do Dia das Bruxas é originária da Irlanda. Série ‘De onde vem o que eu como’ mostra como é a produção da hortaliça usada no dia 31 de outubro e quais são os tipos mais consumidos no Brasil. De onde vem a abóbora do Halloween
Se por muito tempo você achou que o Halloween (ou Dia das Bruxas) foi inventado nos Estados Unidos, no vídeo acima o g1 mostra que isso é um mito. Se achou que a abóbora também só veio de lá, saiba que não é bem assim. 🎃
Spoiler: a hortaliça é nativa das Américas, especialmente América do Sul, Estados Unidos e México. Já a celebração surgiu na Irlanda e, em vez de abóbora, eles usavam rutabaga, que é o cruzamento entre couve e o nabo, para esculpir olhos e boca (veja como era no vídeo acima).
DE ONDE VEM: veja todos os vídeos da série
Halloween para adultos: 25 ideias para decorar sua festa
A equipe do g1 viajou até Araguari, no Triângulo Mineiro (MG), para conhecer uma fazenda que produz a abóbora utilizada no Dia das Bruxas.
As professoras Silvia Regina Liebel, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), e Elaine Perrone, do Objetivo, também explicam a verdadeira história do Halloween.
🎬 No vídeo acima, você vai ver:
🎃 como é a produção de abóbora e os tipos mais consumidos no Brasil;
😋 o porquê de a abóbora do Halloween não ser tão saborosa como as demais;
😱 por que o Halloween não foi criado nos Estados Unidos (e a verdadeira história);
Créditos do “De onde vem”:
Coordenação Editorial: Luciana de Oliveira
Reportagem: Darlan Helder
Roteiro: Darlan Helder e Gabi Gonçalves
Edição e finalização: Marih Oliveira
Fotografia: Rafael Leal
Imagens Extras: Trebeschi, Adobe Stock, Acervo Globo, Ricardo Barbosa
Narração: Marih Oliveira
Coordenação de Arte: Guilherme Luiz Pinheiro
Ilustração: Vitória Coelho
Motion Graphics: Gabs, Wagner Magalhães e Luisa Rivas
Motorista: Ricardo Barbosa
Agradecimentos: TV Integração, Thiago Santos (gestor de produtos da Sakata) e Geovani Bernardo Amaro (pesquisador em genética e melhoramento de plantas da Embrapa)
Abóboras do Halloween
Rafael Leal/g1
Abóboras do Halloween
Rafael Leal/g1
Processo de colheita da abóbora Halloween
Rafael Leal/g1
Lavoura de abóboras
Rafael Leal/g1
Lavoura de abóboras
Rafael Leal/g1
Funcionários da Trebeschi fazem o beneficiamento das abóboras do Halloween
Rafael Leal/g1
Abóboras recebem adesivo para o Halloween
Rafael Leal/g1
Abóboras do Halloween
Rafael Leal/g1
Abóbora Pumpkino
Rafael Leal/g1
Abobrinha italiana e abóbora Cabotiá são as mais consumidas no Brasil
Rafael Leal/g1
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Economia
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Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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