Economia
EUA enviam intimações em análise antitruste de acordo entre Warner e Paramount
Foto ilustrativa mostra logotipos da Paramount e da Warner Bros
Reuters
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ) enviou intimações como parte da investigação sobre a aquisição da Warner Bros Discovery pela Paramount Skydance, segundo três fontes com conhecimento do assunto ouvidas pela Reuters.
A medida indica que o órgão está avançando na análise do acordo de US$ 110 bilhões, que pode unir dois dos maiores estúdios de Hollywood, além de suas plataformas de streaming e operações de notícias.
O negócio é acompanhado de perto por executivos e investidores, e pode resultar em cortes de empregos caso seja concluído. Por outro lado, a Paramount pode ter de arcar com cerca de US$ 7 bilhões caso a operação seja barrada.
Segundo as fontes, o DOJ busca informações sobre como a fusão pode afetar a produção de conteúdo, os direitos sobre obras e a concorrência entre serviços de streaming. O impacto sobre salas de cinema também está entre as preocupações do órgão.
O procurador-geral adjunto interino para antitruste, Omeed Assefi, afirmou à Reuters, em entrevista na semana passada, que a Paramount “definitivamente não” terá um processo acelerado de aprovação por motivos políticos.
A empresa já esperava que o acordo fosse analisado por autoridades em diferentes países, disse o diretor jurídico da Paramount, Makan Delrahim, durante uma conferência sobre concorrência em Washington.
Procurados, representantes do Departamento de Justiça, da Paramount e da Warner Bros Discovery não comentaram o caso até a publicação desta reportagem.
A análise do negócio não se limita aos Estados Unidos. A Comissão Europeia está em contato com empresas envolvidas no setor, segundo duas fontes. O Canadá também procurou ao menos uma companhia para discutir a operação. Já o gabinete do procurador-geral da Califórnia tem buscado ouvir terceiros interessados, afirmaram outras duas fontes.
A Paramount disputou o acordo com a Netflix e aposta em concluir a operação rapidamente. A empresa prometeu pagar aos acionistas da Warner Bros Discovery uma taxa trimestral de US$ 0,25 por ação a partir de outubro, caso o negócio ainda não tenha sido concluído até lá.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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