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Política

‘Falta água’, ‘Já fui assaltada’, ‘Transporte pode afetar minha formação’: o que motiva os jovens a votar nessas eleições

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O eleitorado jovem (entre 16 e 17 anos) aumentou 78,16% em relação às últimas eleições municipais, segundo o TSE. O g1 conversou com jovens de várias regiões do Brasil para entender a motivação deles e o que esperam das eleições de 2024. Jovens eleitores explicam o motivo pelo qual decidiram votar nessas eleições.
Reprodução
Segundo dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em julho deste ano, o eleitorado jovem (entre 16 e 17 anos) do Brasil chegou ao total de 1,83 milhão de pessoas — índice 78,16% maior que o número de eleitores desta faixa etária registrados para votar nas últimas eleições municipais.
Esse número inverte uma tendência de queda observada entre os jovens desde 2016. No entanto, 2020 foi marcado pela pandemia de Covid-19, o que pode ter afastado eleitores das urnas. Na época, 1.030.563 jovens foram registrados.
Em outubro, o Brasil vai às urnas eleger novos prefeitos e vereadores, e o g1 ouviu jovens de várias regiões do país para entender por que decidiram votar nessas eleições municipais. Temas como escassez de insumos básicos, segurança, educação, saúde e transporte foram citados. (veja abaixo)
‘Na escola, às vezes, falta água’
A falta de água é um problema que atinge a cidade de Várzea Grande, em Mato Grosso, há anos e, pensando nisso, a estudante Emilly Caroline Ramos de Siqueira, de 17 anos, resolveu tirar o título e votar para mudar essa realidade.
Emilly Caroline Ramos de Siqueira, de 17 anos
Arte/g1
A jovem mora no Bairro Parque do Lago, onde a água chega a cada dois dias. No entanto, a região onde vivem os avós, e onde ela estuda, no Bairro Cristo Rei, a falta de água é ainda mais frequente.
“Vejo diariamente muitas dificuldades em relação à água na cidade. Por exemplo, na escola, às vezes falta água e precisam suspender as aulas, ou meus avós ficam sem água, e aí não conseguem fazer as higienes direito”, acrescentou.
Já o problema citado como motivo para o voto da Amanda Silva, de 16 anos, é o lixo espalhado pelas ruas do bairro 40 Horas, em Ananindeua, região metropolitana de Belém.
“A vida é bem difícil por aqui, pra mim, pra minha mãe, e fica ainda mais difícil com o lixo espalhado pelas ruas, então acaba sendo um sacrifício vivido por todos aqui”, disse.
“Ir às urnas faz com que eu também tenha voz nessa decisão de eleger pessoas realmente comprometidas com a nossa comunidade”, completou.
‘Já fui assaltada indo pra escola’
Moradora do bairro da Várzea, na Zona Oeste do Recife, a estudante Letícia Minucelli, de 16 anos, afirma que quer votar para tentar diminuir o quadro de insegurança no bairro onde vive.
Letícia Minucelli, de 16 anos
Arte/g1
Ela também relata sensação de insegurança na própria escola: “A minha escola sempre pedia o apoio de uma viatura e nunca estava lá, sabe? A violência que tem aqui, que já teve vários casos aqui perto da UFPE, com mulheres violentadas”, completou.
‘Transporte pode afetar minhas notas’
A estudante soteropolitana Yasmin Amorim, de 17 anos, tem como sonho passar no vestibular da Universidade Federal da Bahia, e uma de suas preocupações é o transporte entre sua casa e a universidade num futuro próximo.
“Acho que a infraestrutura dos ônibus convencionais está ultrapassada, nem perto da qualidade que os ônibus elétricos, recém-chegados na Praia do Flamengo. (…) A estrutura dos pontos também não é das melhores, muitos pontos aqui são apenas lonas com uma placa no poste, não existe uma estrutura, ou um ponto de apoio de fato para o passageiro que aguarda”, relata a jovem.
Para ir e voltar de casa, segundo a estudante, serão quatro ônibus por dia e duas viagens de metrô. Da UFBA, localizada no bairro do Canela, até a Praia do Flamengo, bairro onde ela mora, são mais 30 km de distância.
Yasmin Amorim, de 17 anos
Arte/g1
Educação
Na periferia de Olinda, no bairro do Alto da Bondade, em Pernambuco, Iago Pereira, de 16 anos, relatou a falta de itens básicos na escola onde estuda.
Iago Pereira, de 16 anos
Arte/g1
Iago diz que visa mudar essa realidade através do voto.
“É a minha primeira vez como eleitor e ainda não sei como funciona. Estou bastante ansioso, porque essa ação, de escolher um candidato a prefeito e a vereador, vai impactar tanto agora, na minha região, como no futuro. É uma decisão complicada”, afirmou.
Influência familiar
Questionados, muitos desses jovens disseram que a família teve um papel crucial na vontade de votar e que o sentimento, muitas vezes, é de nostalgia. É o caso de Laura Werner, de 17 anos, moradora de Santa Cruz do Sul, no Vale do Rio Pardo (RS).
“Votar sempre foi uma coisa que eu me interessei desde pequena. Lembro quando meus pais iam votar, eu sempre pedia para ir com eles. Aí na hora que eles iam digitar os números, eu sempre perguntava ‘posso apertar?’ e minha mãe não deixava”, relembrou.
Ela conta que seu bisavô foi parlamentar e que isso também a fez pensar no voto e reconhecer a importância de uma eleição municipal.
Laura Werner, de 17 anos
Arte/g1
Maria Clara Cruz, de 16 anos, eleitora de primeira viagem, tem uma história parecida — muito da sua vontade de votar se dá por conta da família. Ela mora em Teresina (PI), mas vota em São João da Serra, a 133 km da capital, por causa dos avós.
“Meus avós têm alguns problemas de saúde, então precisam ir para Teresina de vez em quando. Minha avó é hipertensa, e meu avô é diabético. Ele já fez duas cirurgias na capital”, disse a jovem.
Maria Clara Cruz, de 16 anos
Arte/g1
Ela conta que os familiares têm costume de tirar o título cedo e que quer ver melhorias no sistema de saúde da cidade, que hoje faz apenas exames simples, enquanto os mais elaborados são feitos somente na capital.
‘Meu primeiro ato democrático’
Segundo o TSE, os 1,83 milhões de jovens entre 16 e 17 anos aptos a votar representam 1,17% do total de 155 milhões de pessoas que devem ir às urnas em outubro. Muitos dos jovens ouvidos pela reportagem também citam o voto como o primeiro ato democrático. É o caso da estudante sergipana Clara Almeida, de 17 anos.
Clara Almeida, 17 anos
Arte/g1
No Rio de Janeiro, a jovem Bruna Silva Mourilhe Rocha, de 17 anos, tirou seu título de eleitora assim que fez 16, no ano passado. Interessada em política, ela acredita que a mudança do país pode vir das urnas.
“Gosto de entender e estudar sobre nosso andamento do país e as relações de poder existentes. Assim que fiz 16, tirei o título porque um voto pode fazer diferença no futuro”, destaca a adolescente.
Isadora Vieira Silva, estudante de 17 anos, tirou o título de eleitor recentemente em Florianópolis e conta que votou pensando no futuro.
“O que me motivou a tirar o título para as eleições desse ano é pensar no meu futuro. (…) Eu não tenho uma visão das coisas que vão acontecer, então, se eu não pensar no meu futuro, se eu não escolher o que quero para mim, para o meu país, para a sociedade em si, eu vou viver num ambiente muito fechado, numa bolha”, relatou.
*Colaboraram para a reportagem: Eric Souza, Thaís Espírito Santo, John Pacheco, Kessillen Lopes, Carolina Mota, Rafael Souza, Madu Brito, Antônio Cardoso e Mateus Xavier.
Eleitores jovens aumentam 78% em relação a 2020
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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Política

Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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