Economia
FMI retoma negociações com Venezuela após hiato de seis anos
Delcy Rodríguez
Getty Images/BBC
O Fundo Monetário Internacional (FMI) disse nesta quinta-feira (16) que retomou suas relações com a Venezuela, que estavam suspensas há mais de seis anos devido a problemas de reconhecimento do governo.
A diretora-gerente do FMI, Kristalina Georgieva, afirmou que o fundo está agora lidando com o governo da Venezuela, sob a administração da presidente interina Delcy Rodríguez. O FMI havia anunciado em março que estava retomando o diálogo com a Venezuela, começando pela coleta de dados básicos e pela avaliação da economia após anos de interrupções.
Os investidores apostaram alto nos títulos da Venezuela na esperança de que a mudança de governo possa viabilizar uma reestruturação da dívida — algo que normalmente é sustentado por um novo programa de empréstimos do FMI — e os dados que a acompanham sobre qual nível de endividamento é sustentável para um país. O FMI não publica uma avaliação econômica completa sobre a Venezuela desde 2004.
A retomada das relações formais ocorre após a administração do presidente dos EUA, Donald Trump, ter deposto o presidente Nicolás Maduro em uma operação em Caracas, em janeiro. Desde então, Washington tem trabalhado com Rodríguez e busca expandir a presença norte-americana nos setores de petróleo e mineração da Venezuela.
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Economia
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Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
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O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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