Economia
Fortuna de Mark Zuckerberg sobe quase US$ 10 bilhões após resultados fortes da Meta
Empresário possui fortuna estimada de US$ 176 bilhões, um 4º lugar na lista de pessoas mais ricas do mundo da revista Forbes. Zuckerberg testa Apple Vision Pro, critica rival e prefere óculos da Meta: ‘melhor produto e ponto final’
Kay Nietfeld/pool photo via AP
O presidente-executivo da Meta, Mark Zuckerberg, viu sua fortuna aumentar em US$ 9,4 bilhões em um dia nesta quinta-feira (1º).
Agora, ele possui fortuna estimada de US$ 176 bilhões, um 4º lugar na lista de pessoas mais ricas do mundo da revista Forbes. O empresário Elon Musk lidera, com US$ 236,2 bilhões.
A Meta anunciou nesta quarta-feira (31) um lucro de US$ 13,5 bilhões (algo como R$ 76,4 bilhões, na cotação atual) no segundo trimestre de 2024, superando as expectativas do mercado. As ações da empresa subiam 7% por volta das 13h.
A empresa controladora do Facebook e do Instagram informou que sua receita aumentou 22%, para US$ 39,1 bilhões no período de abril a junho. Analistas esperavam uma receita de US$ 38,3 bilhões, segundo dados da LSEG.
A Meta também disse que prevê uma receita para o terceiro trimestre na faixa de US$ 38,5 bilhões a US$ 41 bilhões, sendo o ponto médio ligeiramente superior às estimativas dos analistas de US$ 39,1 bilhões.
Ações de tecnologia
O balanço da Meta vem após resultados decepcionantes divulgados por outras grandes empresas do setor de tecnologia, que sugeriram que o retorno dos investimentos em IA pode demorar mais do que o esperado por Wall Street.
A Microsoft anunciou na terça-feira que gastará mais neste ano fiscal para expandir sua infraestrutura de IA, enquanto a Alphabet, controladora do Google, alertou na semana passada que suas despesas de capital permaneceriam elevadas pelo resto do ano.
Assim como essas empresas, a Meta tem investido bilhões de dólares em seus data centers na tentativa de aproveitar o boom da IA generativa. Suas ações caíram em abril após a divulgação de uma projeção de despesas acima do esperado, reduzindo em US$ 200 bilhões seu valor de mercado.
Isso pôs fim a uma série de trimestres fortes para a Meta, que se recuperou de uma queda no preço de suas ações em 2022 ao reduzir seu quadro de funcionários e aproveitar o entusiasmo dos investidores pelas tecnologias de IA generativa.
A empresa afirmou que vai continuar investindo pesado em infraestrutura de IA, antecipando que as despesas de capital em 2024 devem ficar entre US$ 37 bilhões e US$ 40 bilhões, contra projeção anterior de US$ 35 bilhões a US$ 40 bilhões.
A previsão de despesas totais para o ano permaneceu em US$ 96 bilhões a US$ 99 bilhões.
* Com informações da agência Reuters
G20: economista sugere cobrança mínima de 2% sobre riqueza de bilionários
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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