Economia
Fundo da Robinhood investe US$ 75 mi na OpenAI para ampliar acesso de investidores
O fundo de investimentos da Robinhood anunciou nesta quarta-feira (22) um aporte de US$ 75 milhões na OpenAI, empresa responsável pelo ChatGPT.
A iniciativa busca ampliar o acesso de investidores de varejo — pessoas físicas que investem por conta própria — a companhias de tecnologia muito conhecidas, mas que ainda não abriram capital na bolsa.
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A OpenAI se tornou uma das empresas mais observadas do setor de inteligência artificial generativa após o sucesso viral do ChatGPT.
O avanço da companhia ajudou a impulsionar uma corrida entre grandes empresas de tecnologia e startups para desenvolver e lançar ferramentas baseadas em IA, movimento que já atrai bilhões de dólares em investimentos.
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Robinhood amplia atuação e valor de mercado
O aporte foi feito por meio do Robinhood Ventures Fund I, fundo que se tornou público em março. A proposta é permitir que investidores de varejo tenham acesso a oportunidades em empresas privadas — um tipo de investimento historicamente concentrado nas grandes gestoras de capital de risco do Vale do Silício.
Conhecida inicialmente como um aplicativo de negociação voltado ao investidor pessoa física, a Robinhood passou nos últimos anos a ampliar sua atuação e hoje se apresenta como uma plataforma mais ampla de serviços financeiros.
Esse movimento ajudou a empresa a alcançar uma capitalização de mercado próxima de US$ 78 bilhões.
Com a notícia do investimento, as ações da companhia subiam 3,6% no pré-mercado.
O aporte também sugere uma redução das tensões que haviam surgido entre as duas empresas no ano passado. Na ocasião, a Robinhood anunciou que distribuiria “tokens de ações” baseados em blockchain, no valor de 5 euros, ligados a empresas privadas como a OpenAI e a SpaceX.
Esses tokens funcionam como representações digitais de ações e combinam características do mercado financeiro tradicional com a dinâmica de negociação das criptomoedas.
A modalidade tem atraído investidores internacionais por oferecer acesso mais simples, horários de negociação mais flexíveis e custos menores.
Depois do anúncio, porém, a OpenAI afirmou que não havia firmado parceria com a Robinhood, não apoiava a iniciativa e não participava da oferta desses tokens.
Logo da OpenAI, dona do ChatGPT
REUTERS/Dado Ruvic/
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
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O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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