Economia
Gleisi: IOF não está em negociação com o Congresso
A ministra das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, disse nesta quarta-feira (9) que o governo não está negociando com o Congresso alternativas para o decreto do governo que aumentou alíquotas do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF).
No entanto, frisou que a porta está aberta para outros temas em tramitação na Câmara e Senado, como a medida provisória (MP) 1303, que aumenta a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), tributação que incide sobre bancos.
Reunião com Haddad e Gleisi sobre IOF serviu para retomar o diálogo
Depois do jantar realizado nesta terça (8) com os presidentes da Câmara e Senado, lideres e ministros, Gleisi afirmou ao blog que IOF não era pauta do encontro, que se tratou de uma retomada de conversas.
“O decreto do IOF não está em negociação com o Congresso. Governo vai esperar o dia 15”, disse ela, citando a data marcada pelo ministro Alexandre de Moraes para conciliação entre governo e as duas casas do Legislativo.
“IOF é matéria judicializada e estará na mesa do dia 15 para discutirmos a constitucionalidade”, prosseguiu.
Gleisi Hoffmann durante cerimônia com Lula em 25 de fevereiro de 2025
Ton Molina/FotoArena/Estadão Conteúdo
Benefícios tributários
Outra pauta do jantar é a aprovação do projeto que estabelece um corte linear nos benefícios tributários não-constitucionais.
Aliados do governo que trabalham pela pacificação da relação com o Congresso esperavam um avanço na discussão de alternativas ao aumento do IOF antes da reunião do dia 15.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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