Economia
Governo Trump impõe sanções contra políticos e militares cubanos
Donald Trump na Casa Branca antes de embarcar para viagem a China, em 12 de maio de 2026.
Reuters/Evelyn Hockstein
O governo dos Estados Unidos impôs sanções a nove autoridades cubanas, incluindo a ministra das Comunicações e vários líderes militares, além da Diretoria de Inteligência de Cuba, informou o Departamento do Tesouro dos EUA nesta segunda-feira (18).
As medidas fazem parte de um esforço mais amplo do governo Trump para aumentar a pressão sobre Cuba, incluindo tentativas de conter o fluxo de petróleo vindo da Venezuela e do México para a ilha.
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O governo americano descreveu a gestão cubana como “corrupta e incompetente” e defendeu uma mudança de regime no país.
O presidente Donald Trump intensificou a pressão sobre a ilha ao ameaçar impor sanções a países que fornecem combustível a Cuba, medida que provocou apagões e afetou a economia do país.
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Veja algumas das autoridades de mais alto escalão atingidas pelas sanções nesta segunda-feira:
Mayra Arevich Marin, integrante do Comitê Central do Partido Comunista e ministra das Comunicações desde abril de 2021.
Juan Esteban Lazo Hernandez, presidente da Assembleia Nacional de Cuba e histórico dirigente do Partido Comunista, além de membro do Politburo.
Roberto Tomas Morales Ojeda, importante líder do Partido Comunista, que anteriormente atuou como ministro da Saúde Pública e vice-presidente.
Joaquin Quintas Sola, general do Exército cubano e vice-ministro das Forças Armadas Revolucionárias.
Raul Villar Kessel, alto oficial militar cubano.
Diversas outras autoridades de menor escalão também foram alvo das sanções. O Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros do Tesouro dos EUA também sancionou a Diretoria de Inteligência de Cuba (DI), principal serviço de inteligência do governo cubano.
Em 1º de maio, Trump assinou uma ordem executiva que amplia a autoridade do governo americano para sancionar integrantes de setores estratégicos da economia cubana e autoriza sanções secundárias contra instituições financeiras estrangeiras que negociem com pessoas ou entidades punidas pelos EUA.
O governo Trump planeja anunciar acusações criminais contra o ex-presidente cubano Raúl Castro na quarta-feira, afirmou uma autoridade do Departamento de Justiça na semana passada.
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* Reportagem em atualização
Economia
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Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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