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Economia

Governo Trump recorre à Suprema Corte para manter em vigor as tarifas comerciais

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O governo dos Estados Unidos solicitou na quarta-feira à Suprema Corte que se pronuncie de forma rápida sobre o caso apresentado pela administração após um tribunal determinar que o presidente Donald Trump não tem a autoridade para impor parte das tarifas de importação.
O procurador-geral, John Sauer, fez um apelo ao principal tribunal do país para “acelerar a resolução do caso na medida do possível, dada a enorme importância de confirmar rapidamente a plena validade jurídica das tarifas do presidente”.
A petição foi divulgada após uma decisão de 7 votos a 4 do final de agosto de um tribunal de apelações do Circuito Federal, que considerou que Trump excedeu sua autoridade ao recorrer a poderes econômicos de emergência para impor as tarifas.
Os juízes, no entanto, permitiram que as tarifas permaneçam em vigor até meados de outubro, dando tempo a Trump para levar o caso à Suprema Corte.
Desde que retornou à presidência em janeiro, Trump invocou a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional para impor tarifas “recíprocas” a quase todos os parceiros comerciais dos Estados Unidos.
As tarifas têm uma taxa básica de 10% e níveis mais elevados para dezenas de produtos procedentes da União Europeia (UE) e do Japão.
O presidente americano recorreu a poderes similares para impor tarifas especiais ao México, Canadá e China, nações que acusa de não fazer o suficiente para conter a migração irregular e o fluxo de fentanil para os Estados Unidos.
O tribunal de apelações determinou que o presidente excedeu sua autoridade.
Também questionou os acordos que Trump alcançou com parceiros comerciais importantes como a UE, com dúvidas sobre o que aconteceria com os bilhões de dólares arrecadados desde que as tarifas foram impostas, se a Suprema Corte, de maioria conservadora, não decidir a favor da administração.
Em uma declaração apresentada com a petição, o secretário do Tesouro, Scott Bessent, alertou que a decisão do tribunal de instância inferior privou o governo de uma “vantagem substancial nas negociações”.
O procurador-geral solicitou que as audiências orais do caso aconteçam no início de novembro.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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