Economia
IBGE luta contra tempo para finalizar Censo; SP é estado com maior taxa de recusa
Até 31 de janeiro, 185.827.709 de pessoas haviam sido recenseadas em 65.657.749 domicílios no país. Isso representa cerca de 89,45% da população total, de acordo com o resultado prévio do Censo (207,8 milhões de pessoas). Com Censo atrasado, IBGE estimou população brasileira em 207 milhões, mas técnicos do próprio instituto criticam a metodologia utilizada. Devido à população menor, 702 municípios esperam perder R$ 3 bilhões em repasses da União e prometem ir à Justiça
Helena Pontes/Agência IBGE de Notícias
Após seis meses de operação censitária, a recusa para responder ao questionário é o maior desafio para conclusão do Censo 2022. É o que afirmou, nesta quinta-feira (2), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ao divulgar o último balanço da pesquisa.
Segundo o IBGE, a taxa média de recusa chega a 2,43% no país, mas aumenta consideravelmente maior em localidades onde há maior concentração populacional.
Em São Paulo, que lidera o ranking entre os estados, a taxa de recusa é de 4,49%, número que, segundo o IBGE, corresponde a cerca de 720 mil domicílios em que o morador se recusou a responder o questionário apresentado pelo recenseador.
Desde o início da operação, em 1º de agosto, até o dia 31 de janeiro, foram recenseadas 185.827.709 pessoas, em 65.657.749 domicílios no país. Isso representa cerca de 89,45% da população do país, de acordo com o resultado prévio (207,8 milhões de pessoas).
Já em relação ao número estimado, de 213,3 milhões, esse contingente de recenseados corresponde a 87,11%.
Segundo o IBGE, “a cobertura completa dos setores censitários foi praticamente toda concluída em janeiro de 2023”. Todavia, em fevereiro e março será mantido o “processo de revisão, controle de qualidade e apuração do Censo, com tentativas de reversão de recusas, revisitas a domicílios com morador ausente para realização de entrevistas, além de verificação de domicílios vagos, de uso ocasional, possíveis duplicidades e omissões e preparação para divulgação”.
Assim, a previsão do IBGE é que somente em abril, dez meses após início da coleta, sejam divulgados os resultados definitivos do Censo 2022.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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