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Economia

Ibovespa abre em alta, com melhora no cenário da dívida americana

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O principal índice do mercado de ações brasileiro avançou 1,15%, aos 110.054 pontos. Ibovespa
Burak The Weekender/Pexels
O Ibovespa, principal índice da bolsa de valores de São Paulo, a B3, abriu em alta nesta sexta-feira (26), com uma melhora nas perspectivas sobre a renegociação da dívida dos Estados Unidos e com os investidores ainda repercutindo as medidas para a indústria de automóveis anunciadas pelo governo ontem.
Às 10h24, o índice subia 1,09%, aos 111.255 pontos. Veja mais cotações.
Na véspera, o Ibovespa teve alta de 1,15%, aos 110.054 pontos. Com o resultado, o índice passou a acumular:
Ganhos de 5,38% no mês e de 0,29% no ano.
Queda de 0,62% na semana.

O que está mexendo com os mercados?
Os mercados amanheceram com uma perspectiva mais positiva sobre o tema que se tornou um grande gerador de aversão a riscos nas últimas semanas: a renegociação do teto da dívida dos Estados Unidos.
Segundo notícias da Reuters, uma autoridade americana que preferiu não se identificar disse que o presidente Joe Biden (democrata) e o presidente da Câmara dos Deputados, Kevin McCarthy (republicano), estão mais próximos de chegar a um acordo para elevar o limite de endividamento do governo.
O porta-voz disse que, por enquanto, os principais pontos do possível acordo são:
um aumento do financiamento para gastos discricionários com militares e veteranos;
a manutenção dos gastos discricionários não relacionados à defesa nos níveis do ano atual;
o acordo final especificará o valor total que o governo poderia gastar em programas discricionários como habitação e educação, mas não dividiria isso em categorias individuais.
De acordo com a agência de notícias, republicanos e democratas ainda estão separados por cerca US$ 70 bilhões – de um valor total que seria bem superior a US$ 1 trilhão.
No cenário doméstico, os investidores continuam repercutindo as medidas anunciadas pelo governo nesta quinta-feira (25), para baratear os carros populares.
Entre as principais propostas do governo, estão:
corte de impostos para reduzir o preço final de carro até R$ 120 mil em até 10,79%;
adoção da taxa referencial (TR) como taxa de juros para projetos de pesquisa e inovação;
R$ 4 bilhões em financiamentos em dólar por parte do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Sustentável (BNDES), voltados para empresas que trabalham com exportação.
As medias foram bem recebidas pela indústria automotiva, mas voltaram a trazer preocupações sobre o lado fiscal do país, dizem analistas.
Há dúvidas, por exemplo, sobre de onde virão os recursos para que o governo consiga compensar a perda de arrecadação com o corte de impostos. Além disso, especialistas indicam que mesmo diante da redução no preço final dos carros e da eventual criação de garantias ou de uma linha de crédito específica para o varejo, os impactos para o consumidor final ainda seriam bastante limitados. (Leia a análise completa).
O mercado nacional também repercute a divulgação de novos dados econômicos. O Índice de Confiança da Construção, medido pelo FGV-Ibre, teve uma queda de 1,4 ponto em maio, para 94 pontos, ao menor patamar desde janeiro.
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Economia

Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Correção: jogos do Brasil em dias úteis

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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.

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Economia

Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais

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Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia
O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.

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