Connect with us

Política

Indicado pelo PL a vice de Tarcísio, André do Prado diz que momento não é de criar brigas na base bolsonarista em SP pela vaga

Published

on

Indicado pelo PL, André do Prado diz que não é adequado discutir vice de Tarcísio
Indicado pelo Partido Liberal (PL) para compor a chapa de tentativa de reeleição do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) em outubro, Prado confirmou ao g1 que a legenda quer ele candidato a vice no pleito deste ano. Contudo, ressaltou que a disputa da vaga não pode causar inimizades entre os partidos aliados de Tarcísio em SP.
A indicação dele e a pressão do presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, para que o atual vice-governador Felício Ramuth (PSD) seja substituído na chapa da eleição de outubro tem causado desconforto na base bolsonarista de Tarcísio em São Paulo.
“Esse é o momento natural da política. Tem vários partidos que fazem parte de uma base parlamentar. É natural que todos possam pleitear esse desejo de estar na chapa. Mas temos que respeitar o vice-governador Felicio Ramuth, que é leal a ele [Tarcísio], tem correspondido às expectativas. Porém, no momento do futuro nós vamos discutir onde cada um se encaixa, o que é mais importante e o que vai contribuir mais”, avaliou André do Prado.
“Nós temos que ter muita serenidade e muita tranquilidade para não dividir o grupo. Ao contrário, unir a todos no projeto maior que é a reeleição de Tarcísio de Freitas”, completou.
Prado foi o anfitrião de uma homenagem dada a Valdemar na Alesp nesta sexta (27) e o nome dele foi gritado pelos membros do partido presentes na cerimônia. Mas ele minimizou a pressão da legenda pra que seja o escolhido de Tarcísio para a a vaga.
“O que tem é o PL manifestando seu desejo, por ser o maior partido, ter a maior bancada de deputados [estaduais] e ter dado governabilidade e ser leal ao governador Tarcísio de Freitas, ter o desejo de ser vice nessa chapa”, tergiversou.
E complementou: “Eu nunca escolhi nada na minha vida, sempre fui escolhido. Se for mais uma missão na minha vida, pela mão de Deus, claro que a gente vai aceitar. Seria uma honra estar ao lado dongovernador. Mas eu estou muito tranquilo, seja qual for a decisão, nós temos que pensar nessa sequência e nesse projeto de reeleição do governador”.
“Não adianta falar agora de vice porque não é o momento oportuno. O momento agora é de unirmos forças, saber quais partidos vão estar na nossa base. Depois de tudo estabelecido, aí sim vem a discussão, liderados pelo governador Tarcísio, para vice na chapa”, declarou.
Tarcísio e Flávio Bolsonaro
Tarcísio e Flávio se encontram para discutir eleição
Reprodução/Redes sociais
O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), recebeu nesta sexta-feira (27) o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, para discutir as eleições de outubro. Foi o primeiro encontro após o filho de Bolsonaro se lançar à Presidência.
Depois da reunião a portas fechadas, Tarcísio disse que “nunca teve arestas” com Flávio e que a amizade entre eles é sólida.
Foi excelente [o encontro]. Nunca teve arestas [entre nós], aqui é amizade sólida.
Flávio Bolsonaro anunciou em dezembro a sua pré-candidatura pelo PL, frustrando a expectativa de aliados de Tarcísio de que fosse ele o nome indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A reunião desta sexta serviu para marcar publicamente a reaproximação entre o senador e o governador paulista.
Em uma rede social, o senador publicou uma foto do encontro, chamou Tarcísio de amigo e disse que vão “estar juntos não apenas em São Paulo, mas devolvendo a esperança a todos os brasileiros”, em uma sinalização de que o governador paulista estará ao lado de seu projeto eleitoral.
Homenagem a Valdemar
André do Prado, Flávio Bolsonaro e Tarcísio de Freitas participam na Alesp de homenagem a Valdemar Costa Neto
Cristiane Agostine/Valor
Depois do encontro no Palácio, Flávio e Tarcísio chegaram juntos para participar de uma sessão solene na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) em homenagem ao presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto.
Em entrevista coletiva, Flávio afirmou que promoverá um grande ato de pré-candidatura com Tarcísio em 30 de março, e que o governador paulista será coordenador de sua campanha no estado.
Flávio também disse que o PL ficará com a segunda vaga, entre os partidos do campo da direita, para disputar uma cadeira no Senado em São Paulo — a primeira vaga é do PP, que indicou Guilherme Derrite.
Questionado se houve um acordo de qual será o nome do vice na chapa de reeleição em São Paulo, Tarcísio respondeu que “só definirá nas convenções” partidárias.
Valdemar diz que PL vai indicar André do Prado para vice de Tarcísio em São Paulo
O governador paulista também foi perguntado pela imprensa se Flávio Bolsonaro voltou a convidá-lo pra deixar o Republicanos e migrar para o PL na eleição deste ano, mas Tarcísio afirmou que “isso não está na pauta” neste momento.
Durante o seu discurso no evento, ele chegou a comentar o encontro com Flávio Bolsonaro. “Tivemos um excelente papo sobre o Brasil nesta manhã”, disse.
No evento, Valemar foi agraciado com o Colar de Honra ao Mérito Legislativo da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), a maior distinção concedida pela Casa.
Sessão da Alesp em homenagem a Valdemar Costa Neto
Cristiane Agostine/Valor

Continue Reading
Click to comment

Leave a Reply

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

Published

on

By

A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

Continue Reading

Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

Published

on

By

Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

Continue Reading

Política

Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

Published

on

By

Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

Continue Reading

Trending

Copyright © 2022 InfoDourados