Economia
iPhone 16: versão mais barata custa 5,5 salários mínimos, e mais cara pode chegar a 10,9 salários
Um trabalhador que ganha um salário mínimo no país recebe, por mês, R$ 1.412. O iPhone 16, na versão mais barata, sai por R$ 7.799. O iPhone 16 Pro Max de 1 TB chega a custar R$ 15.499. iPhone 16 Pro Max
Apple
A Apple lançou, nesta segunda-feira (9), os mais novos modelos do iPhone, que chegam à 16ª geração. Muito aguardado pelos entusiastas de tecnologia, o modelo chega às prateleiras brasileiras com um preço inicial de R$ 7.799.
O valor equivale a cerca de 5,5 salários mínimos no Brasil. Em 2024, um trabalhador que ganha um salário mínimo no país recebe, por mês, R$ 1.412.
O modelo mais barato é, por óbvio, o mais simples: o iPhone 16, com memória de 128 GB. A versão mais cara, do topo de linha, custa R$ 15.499, o equivalente a 10,9 salários mínimos.
Veja abaixo quanto custarão as demais versões, sempre considerando o modelo de partida, com menor memória:
iPhone 16: a partir de R$ 7.799, ou 5,5 salários mínimos
iPhone 16 Plus: a partir de R$ 9.499, ou 6,7 salários mínimos
iPhone 16 Pro: a partir de R$ 10.499, ou 7,4 salários mínimos
iPhone 16 Pro Max: a partir de R$ 12.499, ou 8,8 salários mínimos
Veja a tabela completa, de todas as versões.
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Quanto custa o iPhone em salário-mínimo
g1
O iPhone 15, modelo anterior da Apple, foi lançado por um preço que começava em R$ 7.299. Ainda na linha 15, a versão Pro Max, que conta com mais detalhes entre todas as versões, saía por, no mínimo, R$ 10.999.
Na época, o salário mínimo era de R$ 1.320. Assim, o iPhone 15 mais barato equivalia a 5,5 salários mínimos, enquanto o modelo de partida do iPhone 15 Pro Max, a 8,3 salários.
As diferenças entre as linhas mais caras dos iPhones, dos modelos “Pro”, e as linhas mais baratas são, principalmente, uma maior resolução da câmera e mais zoom, a leveza e detalhes do acabamento do aparelho e processadores melhores.
Em setembro de 2022, a Apple lançou a linha do iPhone 14, quando o salário mínimo era de R$ 1.212. A versão mais simples do produto custava R$ 7.599, ou 6,3 salários mínimos da época.
Já a versão mais completa, o iPhone 14 Pro Max, não saía por menos de R$ 10.499, equivalente a 8,7 salários mínimos.
Também em 2022, a empresa lançou o iPhone SE 3ª geração. Na época, o aparelho custava, no Brasil, R$ 4.199, o equivalente a 3,5 salários mínimos.
O modelo mais antigo disponível no site da Apple é o iPhone 13, lançado em setembro de 2021 por valores a partir de R$ 6.599, na versão mini. Naquele ano, o salário-mínimo era de R$ 1.100.
Dessa forma, para comprar a opção mais barata do iPhone 13, era necessário desembolsar 6 salários mínimos. Já a mais cara, o iPhone 13 Pro Max, valia R$ 10.499, ou 9,5 salários mínimos.
Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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