Economia
Itaú compra sede na Faria Lima por quase R$ 1,5 bilhão
Edifício já era utilizado pelo Itaú BBA, banco de investimento da instituição. A estimativa é que cada metro quadrado tenha custado R$ 58 mil. Edifício Faria Lima 3500 foi comprado pelo Itaú por quase R$ 1,5 bi
Reprodução/Google Street View
O Itaú comprou o prédio que abriga a sede do seu banco de investimento, o Itaú BBA, por R$ 1,46 bilhão. O edifício fica na Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo, principal centro financeiro do país.
A compra foi noticiada pelo Brazil Journal e confirmada pelo Itaú ao g1. O banco informou, no entanto, que não irá detalhar a negociação.
O prédio, localizado no número 3500 da Faria Lima, foi construído em 2012 pela Tishman Speyer.
Com a fachada de vidro e formato de trapézio invertido, o edifício foi comprado pela Brookfield em 2014, em um negócio assessorado pelo próprio Itaú BBA.
O Faria Lima 3500 tem área de aproximadamente 25 mil metros quadrados, o que significa cerca de R$ 58 mil por metro quadrado.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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