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Política

João Arnaldo promete equipar postos de saúde, criar ramais do metrô e auxílio estadual de R$ 600

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Candidato do PSOL participou da série de entrevistas comandadas por Clarissa Góes com candidatos ao governo do estado. Entrevista foi gravada no estúdio do g1, no Recife. Entrevista do g1 com João Arnaldo (PSOL), candidato ao governo de PE – Íntegra
João Arnaldo (PSOL), candidato ao governo de Pernambuco, disse que, se for eleito, pretende equipar postos de saúde em todo o estado para a realização de exames, criar ramais do metrô interligando o Grande Recife e criar um programa permanente de renda básica de R$ 600, para pessoas em extrema pobreza (veja vídeo acima). Ele foi entrevistado pela apresentadora Clarissa Góes, na série do g1 que começou no dia 22 de agosto.
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Veja acima a íntegra da entrevista.
Durante a entrevista, ele também propôs rescindir os contratos com organizações sociais (OS) à frente de unidades de saúde de Pernambuco e prometeu, também, criar 4 mil cozinhas solidárias e abrir 60 mil vagas em creches, prioritariamente para mães em situação de extrema pobreza, para que elas possam mais facilmente encontrar emprego.
A primeira entrevistada da série foi Marília Arraes (Solidariedade), seguida por Anderson Ferreira (PL), Danilo Cabral (PSB) e Raquel Lyra (PSDB). Eles tiveram 5% ou mais na pesquisa Ipec de 15 de agosto e, por isso, foram entrevistados ao vivo por Clarissa Góes, apresentadora do Bom Dia Pernambuco, direto do estúdio do g1, no Recife.
Clarissa Góes e João Arnaldo (PSOL) durante entrevista ao g1
Pedro Alves/g1
COMO FORAM AS OUTRAS ENTREVISTAS:
Marília Arraes promete criar bilhete único e acabar com as faixas salariais nas polícias
Anderson Ferreira diz que vai criar 600 mil empregos e reduzir IPVA
Danilo Cabral propõe investir R$ 15 bilhões e concluir BRT
Raquel Lyra promete abrir 60 mil vagas em creches e construir hospitais
Miguel Coelho diz que vai contratar policiais penais e fazer reforma administrativa
Jadilson Bombeiro propõe fazer concursos na saúde e segurança
Ubiracy Olímpio propõe desestatizações, dissolução da PM e fim do ICMS e vestibular
Os outros seis candidatos terão entrevistas de 20 minutos, gravadas sem corte, exibidas entre 29 de agosto e 3 de setembro. O primeiro foi Jadilson Bombeiro (PMB), seguido por Ubiracy Olímpio e João Arnaldo (PSOL). Depois, vêm Jones Manoel (PCB), Pastor Wellington (PTB) e Claudia Ribeiro (PSTU).
Veja, abaixo, todos os trechos da entrevista de João Arnaldo ao g1:
Postos de saúde
Contratos com organizações sociais
Metrô do Recife
Compesa
Assistência social
Emprego e renda
Disputa por Fernando de Noronha
Postos de saúde
A primeira pergunta feita a João Arnaldo foi sobre a proposta de equipar postos de saúde em todos os municípios, para que a população possa fazer exames preventivos. Ele disse que essa é uma das principais medidas a serem adotadas, se for eleito, para “inverter a lógica que existe hoje”. “Pernambuco hoje faz uma política de promoção da doença, e não da saúde. Porque a lógica é a prevenção, e não você tentar remediar o que já está grave”, afirmou. Ele disse que pretende investir nas unidades de saúde da família para que seja possível fazer, na mesma hora, exames como raio-x, sumários de urina e ecocardiogramas. Ele também propôs a criação de um programa de formação de novos médicos e estruturar todos os hospitais regionais para que eles atendam a casos de média complexidade.
Volte ao início da reportagem.
Contratos com organizações sociais
João Arnaldo também propõe o rompimento dos contratos com organizações sociais (OS) na área da saúde. Essas entidades atualmente administram 46 unidades de saúde estaduais em Pernambuco. O candidato afirmou que, na prática, a gestão das OS culminou numa “privatização disfarçada” na saúde. “Precisamos restaurar a lógica do serviço público de saúde. Defendemos que as políticas essenciais, como educação, saúde, habitação, têm que ter estruturação qualificada desse serviço público, porque não é para ser mercadoria”, afirmou. Ele propôs abrir 400 vagas em cursos para alunos de medicina, com chamadas para moradores dos locais onde há menos médicos.
Volte ao início da reportagem.
Metrô do Recife
Sobre os problemas no Metrô do Recife, João Arnaldo afirmou que é preciso manter o sistema sob gestão de uma empresa pública federal, a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU) e propôs a construção de duas linhas de veículos leves sobre trilhos (VLT), integrando ao sistema existente, numa parceria entre estado e União. “A ligação da Zona Norte [do Recife], de Guabiraba até a Estação Centro, e de antes de chegar em Camaragibe pegando a linha da Avenida Caxangá, interligando os três pontos com a Linha Centro”, afirmou. Ele também propôs criar um ramal do metrô do Ibura, na Zona Sul, até a Linha Sul já existente, e saindo da cidade de Igarassu, no Grande Recife, à futura linha da Zona Norte recifense; e de Suape à Linha Sul. Isso seria feito em 15 anos, segundo ele. Por fim, ele também prometeu criar uma tarifa social para pessoas desempregadas.
Volte ao início da reportagem.
Compesa
Sobre a parceria público-privada da Companhia Pernambucana de Saneamento (Compesa), João Arnaldo criticou o contrato e defendeu a reestruturação da empresa estatal. “Queremos que a Compesa seja fortalecida, com transparência, com qualidade de gestão, sem fazer indicações políticas desqualificadas. Ou seja: colocar o melhor quadro técnico de Pernambuco para fazer com que esse serviço chegue a quem mais precisa e universalizar o abastecimento de água e o tratamento de esgoto”, disse.
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Assistência social
No plano de governo, João Arnaldo propõe criar um programa estadual permanente de renda básica. Ele disse que o benefício seria um complemento a benefícios federais e o foco é em pessoas em situação de extrema pobreza. “A ideia é que essas famílias recebam R$ 600 por mês, até que saiam dessa condição de extrema pobreza”, afirmou. Em complemento ao auxílio, ele propõe que essas pessoas tenham acesso a programas de qualificação profissional. Por fim, ele também prometeu criar 60 mil vagas em creches, prioritariamente para mães em situação de extrema pobreza, para que elas possam mais facilmente encontrar emprego.
Volte ao início da reportagem.
Emprego e renda
Em relação à geração de emprego e renda, João Arnaldo afirmou que um dos principais desafios é focar nos pequenos negócios e empresas familiares, que, segundo ele, são os setores que mais geram empregos. “Queremos criar uma agência de apoio ao negócio comunitário. Aquela pessoa que começou a produzir comida em casa, sem apoio de ninguém, e que está faltando um capital de giro, que não conseguiu ter um plano de negócio, um plano de mídia. Essa agência vai fazer um cadastro, vamos criar um fundo rotativo de pequenos financiamentos, de forma desburocratizada”, declarou. Além disso, ele pretende comprar 60% dos alimentos para escolas públicas por meio de compras diretas de agricultores familiares. Ele também afirmou que pretende criar 4 mil cozinhas solidárias. “A ideia é, em um ano, não ter nenhum pernambucano nem pernambucana passando fome nesse estado”, afirmou.
Volte ao início da reportagem.
Disputa por Fernando de Noronha
João Arnaldo também foi questionado sobre a disputa pela titularidade de Fernando de Noronha, já que, neste ano, o governo de Jair Bolsonaro (PL) tentou federalizar a ilha, que pertence a Pernambuco desde que foi descoberta, em 1503, e só passou 46 anos sob gestão federal. Ele considerou uma ameaça ambiental a Noronha a tentativa de federalização. “Temos que criar um programa em que a sustentabilidade ambiental seja uma diretriz presente em todas as agendas públicas. É diferente do que se tem hoje”, afirmou.
Volte ao início da reportagem.
Entrevistados
A primeira entrevistada da série foi Marília Arraes (Solidariedade), seguida por Anderson Ferreira (PL), Danilo Cabral (PSB) e Raquel Lyra (PSDB). Eles tiveram 5% ou mais na pesquisa Ipec de 15 de agosto e, por isso, foram entrevistados ao vivo por Clarissa Góes, apresentadora do Bom Dia Pernambuco, direto do estúdio do g1, no Recife.
Os outros seis candidatos terão entrevistas de 20 minutos, gravadas sem corte, exibidas entre 29 de agosto e 3 de setembro. O primeiro foi Jadilson Bombeiro, seguido por Ubiracy Olímpio e João Arnaldo. Depois deles, a ordem é a seguinte:
Jones Manoel (PCB): 01/09 – 14h;
Pastor Wellington (PTB): 02/09 – 14h;
Claudia Ribeiro (PSTU): 03/09 – 14h.
Todas as entrevistas ficam disponíveis na íntegra, em vídeo, e em áudio, como episódio especial do podcast “g1 Eleições”.
A iniciativa do g1 de entrevistar em podcast os candidatos começou em junho, com a série do podcast “O Assunto”, apresentada pela jornalista Renata Lo Prete, com os postulantes à corrida presidencial.
Durante as entrevistas, os candidatos também respondem a perguntas do público.
Clique AQUI para participar. Lembre-se de colocar “Entrevista g1” no título e, no campo mensagem, envie sua pergunta.
VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias
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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Política

Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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