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Julgamento de Bolsonaro, dia 5: a decisão histórica que condenou o ex-presidente a 27 anos de prisão por atentar contra a democracia

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Plantão: ministros condenam Bolsonaro a 27 anos e 3 meses de prisão
O Supremo Tribunal Federal (STF) condenou, pela primeira vez na história do Brasil, um ex-presidente por tentativa de golpe de Estado. Jair Bolsonaro cumprirá pena 27 anos e 3 meses de prisão por cinco crimes, inicialmente em regime fechado, decidiu a Primeira Turma nesta quinta-feira (11), 5º e último dia de julgamento.
Os outros seis réus do núcleo crucial da trama golpista também foram considerados culpados com penas de prisão que variam de 16 anos a 26 anos e seis meses de prisão, inicialmente em regime fechado (veja os detalhes abaixo).
O ex-ajudante de ordens Mauro Cid, que teve o benefício da delação premiada, pegou pena menor: 2 anos em regime aberto.
Todos os réus estão inelegíveis por 8 anos, determina no STF, conforme a Lei da Ficha Limpa.
Além de tentativa de golpe de Estado, os réus foram condenados por organização criminosa, abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado.
O placar ficou em 4 a 1 com o voto da ministra Cármen Lúcia, e os ministros Cristiano Zanin, Alexandre de Moraes e Flávio Dino, ficando vencido o ministro Luiz Fux, que absolveu Bolsonaro e outros cinco réus.
Em seu voto, Fux condenou apenas Mauro Cid, ex-ajudante de ordens, e Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil, pelo crime de abolição do Estado Democrático de Direito. E só votou na dosimetria desses dois réus.
Veja os principais pontos do 5º dia de julgamento:
Moraes e Cármen Lucia no 4º dia de julgamento de Bolsonaro
Victor Piemonte/STF
O tamanho das penas dos réus
Jair Bolsonaro, ex-presidente: pena de 27 anos e 3 meses de prisão, inicialmente em regime fechado. O ex-presidente também foi condenado a pagar 124 dias de multa (dois salários mínimos por dia) com penas somadas dos cinco crimes. Os ministros aplicaram a atenuante da idade porque o ex-presidente tem mais de 70 anos. Segundo Moraes, ele tem a pena maior por ser o líder da organização criminosa.
Braga Netto, ex-ministro da Casa Civil: pena de 26 anos e 6 meses de prisão, inicialmente em regime fechado, e 100 dias multa (um salário mínimo por dia). O réu está preso desde 14 de dezembro de 2024. Moraes afirmou que o ex-ministro teve a segunda maior pena porque era o réu que tinha maior influência.
Mauro Cid, ex-ajudante de ordens: pena de 2 anos em regime aberto. Os ministros decidiram por unanimidade e aplicaram ao réu os benefícios da delação premiada. Moraes afasta o perdão judicial, indulto ou anistia.
Anderson Torres, ex-ministro da Justiça: pena de 24 anos de prisão, inicialmente em regime fechado, e 100 dias multa (um salário mínimo por dia).
Almir Garnier, ex-comandante da Marinha: pena de 24 anos de prisão, inicialmente em regime fechado, e 100 dias multa (um salário mínimo por dia).
Augusto Heleno, ex-ministro do GSI: pena de 21 anos de prisão, inicialmente em regime fechado, e 84 dias multa (um salário mínimo por dia). Os ministros aplicaram a atenuante da idade porque o ex-presidente tem mais de 70 anos.
Paulo Sérgio Nogueira, ex-ministro da Defesa: pena de 19 anos de prisão, inicialmente em regime fechado, e 84 dias multa (um salário mínimo por dia).
Alexandre Ramagem, ex-diretor da Abin e deputado federal: pena de 16 anos, 1 mês e 15 dias de prisão, inicialmente em regime fechado, e 84 dias multa (um salário mínimo por dia).
Foi determinada a perda do mandato do parlamentar, por condenação ao regime fechado em período superior a 120 dias (número máximo de faltas permitido pela Constituição). A declaração será feita pela Mesa da Câmara.
Todos os réus estão inelegíveis por 8 anos, determina no STF, conforme a Lei da Ficha Limpa.
Condenação histórica de um ex-presidente
Em julgamento histórico, o Supremo decidiu punir pela 1ª vez um ex-presidente por tentativa de golpe de Estado. Bolsonaro vai cumprir pena de 27 anos e 3 meses, inicialmente em regime fechado.
Ele também foi considerado culpado por organização criminosa, tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. O ex-presidente também está inelegível por 8 anos, conforme a Lei da Ficha Limpa.
Na denúncia, a Procuradoria-Geral da República (PGR) citou que o ex-presidente e outros sete aliados – ex-auxiliares e militares – tentaram derrubar a democracia e impedir a posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), entre o fim de 2022 e o início de 2023.
O placar na Primeira Turma do STF foi de 4 votos a 1. Outros sete aliados também foram condenados.
Mesmo com a condenação, a prisão não é imediata. Os advogados ainda podem apresentar embargos, recursos que precisam ser analisados. A prisão só passa a valer quando o processo estiver concluído, transitado em julgado, e não houver mais possibilidade de recurso.
ANDRÉIA SADI: PF tem sala separada para Bolsonaro; decisão sobre prisão será do STF
“Prova cabal” de organização criminosa e Bolsonaro líder
A ministra Cármen Lúcia afirmou, durante seu voto, que Bolsonaro “praticou os crimes imputados a ele na condição de líder da organização criminosa”. E disse ainda que há “prova cabal” de que organização criminosa que buscou “sequestrar” as instituições.
“Ele é o causador, ele é o líder de uma organização que promovia todas as formas de articulação alinhada para que se chegasse ao objetivo da manutenção ou tomada do poder. Então, eu tenho para mim que há um acervo enorme de provas a indicar os planos de tomada do poder pela ruptura institucional ou pela permanência forçada, o que não ficou no mundo das ideias, nem de registros particulares.”
Para o ministro Zanin, em seu voto, estão presentes os requisitos para enquadrar os acusados em organização criminosa e as provas mostram que o grupo buscava romper com o Estado Democrático de Direito.
“O objetivo central tinha o objetivo de assegurar a permanência no poder de Jair Messias Bolsonaro.”
Zanin, em seu voto, também entendeu que ouve o crime de organização criminosa. “Organização estável [ foi constituída] com duração superior a um ano cujo planejamento descrito em inúmeros documentos apreendidos previa ações coordenadas voltadas para a permanência – à revelia do processo eleitoral, pois, da vontade popular – no poder de Jair Messias Bolsonaro”.
Não foi ‘domingo no parque’ nem ‘passeio na Disney’
Durante o voto da ministra, o relator Alexandre de Moraes fez um aparte e, sem citar Fux, rebateu o voto do ministro que divergiu dele e rejeitou a existência de organização criminosa. Moraes reiterou que o 8 de janeiro foi uma tentativa de golpe de Estado: “Não foram baderneiros descoordenados”.
Ele reforçou, citando Gilmar Mendes, que o 8 de janeiro não foi um “domingo no parque” nem um “passeio na Disney”. Destacou que os crimes cometidos não foram fatos isolados, mas um “conjunto de ações envolvendo órgãos como GSI, Abin (Agência Brasileira de Inteligência), Ministério da Justiça com o uso da Polícia Federal e da Polícia Rodoviária Federal”.
Em seu aparte, Moraes afirmou que “não se pode confundir ataques às instituições com liberdade de expressão” e exibiu um vídeo em que Bolsonaro “dá ordens” e xinga o ministro de “canalha” em discurso a manifestantes. Para Moraes, trata-se de incitação contra o Poder Judiciário.
“O que decidimos aqui vale para todos os tribunais e todos os juízes do país? Algum de nós permitirá que isso seja considerado liberdade de expressão e não crime? Se um prefeito, em uma cidade do interior, insuflar o povo contra um juiz de comarca, dizendo que não vai cumprir decisões desse juiz de comarca, qual recado queremos deixar para o Poder Judiciário brasileiro?”
Zanin então complementou a fala de Moraes disse que esses atos fazem parte dos cries contra o Estado Democrático de Direito: “Coagir uma instituição para que se arquive um inquérito. Isso é inadmissível.”
Em seu voto, o ministro citou os danos causados aos Três Poderes no 8 de janeiro e afirmou ser indiferente a ausência de vínculo direto entre o autor e os demais partícipes para a responsabilização penal.
Cármen também reforçou que os atos de 8 de janeiro de 2023 foram planejados e tinham como objetivo enfraquecer as instituições. Para ela houve o cometimento dos crimes de abolição violenta do Estado Democrático de Direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração do patrimônio. “As imagens foram suficientes para demonstrar de que isso aconteceu”.
Para ela, não há confusão ou absorção entre os crimes de tentativa de abolição e tentativa de golpe de Estado, como defendeu Fux em seu voto: “São tipos penais distintos”, disse a ministra.
Cármen defende urnas e diz que ‘STF não julga instituições’
A ministra saiu em defesa das urnas e disse que o ataque feito não foi uma ideia solta em que “um pensou nisso, outro também pensou”.
“A prova nos autos do desenvolvimento de uma empreitada criminosa dos réus que se utilizaram do modus operandi da denominada milícia digital para propagar ataques ao Judiciário, ao sistema eleitoral e às runas eletrônicas […] a urna tem um peso enorme, é um bem do povo brasileiro”.
Ao tratar da atuação de Bolsonaro, a ministra afirmou que houve “instrumentalização de instituições de Estado” para “promover, provocar e pressionar para o desvio de finalidade com propósitos de erosão democrática das instituições”. E reitera que o STF não está julgando instituições.
Rejeitados os questionamentos das defesas
Cármen rejeitou as preliminares (questionamento das defesas antes de se discutir o mérito) de parcialidade e suspeição, nos termos do que já tinha sido decidido do plenário. Ao reafirmar sua posição sobre a competência do STF para julgar Bolsonaro e outros sete réus, a ministra destacou a coerência de sua trajetória no tribunal.
“Sempre votei do mesmo jeito. Sempre entendi que a competência é do Supremo Tribunal Federal. Não há nada de novo para mim.”
Sobre a preliminar de cerceamento de defesa, tanto sobre “document dump” quanto do tempo para acessar as informações, a ministra avaliou que não houve comprovação de prejuízo por parte dos advogados. Rejeitou também a nulidade da colaboração de Mauro Cid.
Zanin também rejeitou as preliminares e defendeu a competência do STF, em especial da Primeira Turma, para julgar o caso e rejeitou a preliminar de cerceamento de defesa.
Moraes reforçou o argumento do ministro em aparte.
“São 59 advogados que têm procuração nos autos. Sabe quantos documentos eles juntaram como pertinentes? Nenhum. Não houve nenhum cerceamento de defesa”.
Zanin também afastou a alegação de suspeição contra Moraes e considerou regular o ato de acareação. Ressaltou que não há vício na delação de Cid.
Provocações bem-humoradas entre ministros
O voto da ministra Cármen Lúcia foi marcado por citações literárias, críticas ao autoritarismo, reflexões sobre o papel das mulheres e cenas de descontração com os ministros Alexandre de Moraes e Flávio Dino.
A ministra fez uma citação ao escritor francês Victor Hugo, que foi um “ferrenho oposicionista ao golpe de Estado de Napoleão III”: “O mal feito para o bem continua sendo mal”.
Em determinado momento, Dino pediu um aparte para comentar a citação e ouviu da ministra: “Desde que rápido. Nós mulheres ficamos dois mil anos caladas, queremos ter o direito de falar. Mas eu o concedo”. Ele prometeu ser breve e brincou ao final de sua fala: “A senhora, viu? Nem dois minutos”.
Mais adiante, os dois tiveram mais um momento descontraído. Cármen afirmou que tinha seu “voto impresso”, mas não o leria. Dino respondeu, em tom de brincadeira, fazendo um paralelo com as urnas eletrônicas: “Se existe voto eletrônico, não há necessidade de voto em papel”.
Cármen respondeu: “Eu gosto de papel, gosto muito de escrever, gosto de caneta”. Dino retrucou: “Nós dois somos analógicos, embora a senhora seja mais jovem”. E ela completou, arrancando risos: “Claro, se fosse o contrário”.
A ministra também brincou com Alexandre de Moraes quando ele pediu um aparte e disse que, diferentemente de Dino, não seria breve, mas que estava terminando. “Termina, porque eu tenho um voto”, respondeu a ministra.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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