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Política

Julgamento do golpe: Primeira Turma do STF começa a julgar núcleo 3 nesta terça; saiba o que diz a PGR sobre cada um

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A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) começa a julgar, nesta terça-feira (11), dez réus acusados de participação na trama golpista.
Primeira turma do STF julga recursos do ex-presidente Bolsonaro
De acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR), os réus integram o chamado núcleo 3, formado principalmente por militares. O grupo teria participado de ações como monitoramento e planejamento de ataques contra autoridades.
🔎O colegiado vai decidir se o grupo deve ser absolvido ou condenado. Se os acusados forem absolvidos, o processo será arquivado. Caso sejam condenados, cada um receberá pena proporcional ao nível de participação nas ações ilegais.
Quem são os réus
O núcleo é formado por dez réus:
general Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira;
tenente-coronel Hélio Ferreira Lima;
tenente-coronel Rafael Martins de Oliveira;
tenente-coronel Rodrigo Bezerra de Azevedo;
Wladimir Matos Soares, agente da Polícia Federal;
coronel Bernardo Romão Corrêa Netto;
coronel Fabrício Moreira de Bastos;
coronel Marcio Nunes de Resende Júnior;
tenente-coronel Sérgio Cavaliere de Medeiros; e
tenente-coronel Ronald Ferreira de Araújo Júnior.
Planejamento de ataques contra autoridades
A PGR afirma que o grupo participou de ações coercitivas, incluindo o monitoramento de autoridades e o planejamento de ataques contra elas.
A lista conta com “kids pretos” — também chamados de “forças especiais” (FE) —, militares da ativa ou da reserva do Exército, especialistas em operações especiais.
Segundo a Polícia Federal, o grupo elaborou um plano chamado “Punhal Verde e Amarelo”, que previa o assassinato do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, do vice-presidente Geraldo Alckmin e do ministro Alexandre de Moraes.
Planejamento operacional do plano “Punhal Verde e Amarelo”, segundo as investigações.
GloboNews/Reprodução
As acusações contra cada um
Ao longo do processo, a PGR detalhou a participação de cada um na estrutura da organização criminosa:
Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira
A PGR acusa o general Estevam Cals Theophilo Gaspar de Oliveira de usar sua posição e experiência militar para apoiar a tentativa de golpe. Segundo o Ministério Público, ele incentivou Jair Bolsonaro a assinar o decreto golpista e aderiu às ações da organização criminosa.
O general Estevam Theophilo Gaspar de Oliveira em cerimônia em 2023.
Comunicação Social do Comando de Operações Terrestres
A Procuradoria afirma que o apoio de Oliveira teve peso simbólico e estratégico, por contrastar com a resistência de outros militares da cúpula.
A defesa nega que ele tenha recebido proposta de ruptura institucional em reunião com Bolsonaro e afirma que não há relação com os atos de 8 de janeiro.
Hélio Ferreira Lima
Segundo a PGR, o tenente-coronel Hélio Ferreira Lima participou das ações mais violentas do grupo, junto com outros três acusados. Ele teria usado seus conhecimentos táticos para planejar o caos social e a neutralização de autoridades.
Kids pretos presos pela PF: Rafael Martins de Oliveira, Hélio Ferreira Lima, Rodrigo Bezerra de Azevedo e Mario Fernandes
Arquivo pessoal e Eduardo Menezes/SG/PR
Lima é apontado como autor de uma planilha que detalha as etapas do golpe. O documento, segundo a Procuradoria, mostra o caminho que o grupo pretendia seguir para atacar as instituições democráticas.
A PGR afirma que ele contribuiu de forma significativa para o plano que previa o assassinato do presidente Lula, do vice Geraldo Alckmin e do ministro Alexandre de Moraes.
A defesa contesta a delação de Mauro Cid e diz que não há provas de que Lima integrou organização criminosa ou participou dos atos de 8 de janeiro.
Rafael Martins de Oliveira
A Procuradoria acusa o tenente-coronel Rafael Martins de Oliveira de participar do plano para matar autoridades. Ele teria monitorado figuras públicas, como o ministro Alexandre de Moraes.
Rafael Martins de Oliveira
Reprodução
Em novembro de 2022, segundo a PGR, Rafael participou de reunião com militares e o general Braga Netto para discutir estratégias de mobilização popular e criação de instabilidade.
A defesa afirma que a denúncia não detalha as ações atribuídas a Oliveira, nega que tenha cometido crimes e diz que não há provas suficientes.
Rodrigo Bezerra de Azevedo
Segundo a PGR, o tenente-coronel Rodrigo Bezerra de Azevedo atuou nas ações de campo voltadas ao monitoramento e neutralização de autoridades.
Tenente-coronel Rodrigo Bezerra Azevedo.
Reprodução/Lattes
A defesa nega qualquer envolvimento com os atos de 8 de janeiro e afirma que não há provas de participação em organização criminosa.
Wladimir Matos Soares
A PGR afirma que o agente da Polícia Federal Wladimir Matos Soares monitorou o presidente Lula e repassou informações sensíveis sobre sua segurança a aliados de Jair Bolsonaro.
Policial federal Wladimir Matos Soares.
Reprodução/Redes Sociais
A Procuradoria afirma que ele colaborou com os objetivos da organização criminosa durante a posse presidencial.
A defesa de Soares negou ligação dele com os atos de 8 de janeiro. Afirmou que não há indícios de sua participação em organização criminosa nem de atos antidemocráticos.
Bernardo Romão Corrêa Netto
A PGR aponta que o coronel Bernardo Romão Corrêa Netto participou de reunião em novembro de 2022 para planejar ações que levariam à assinatura do decreto golpista por Jair Bolsonaro.
Segundo a Procuradoria, ele também pressionou generais para que apoiassem a ruptura democrática.
Bernardo Romão Corrêa Netto.
Centro de Preparação de Oficiais da Reserva de Porto Alegre/Facebook
A defesa nega que ele tenha disseminado informações falsas ou aderido ao plano de golpe. Também afirma que não há ligação com o monitoramento ou tentativa de assassinato de autoridades.
Fabrício Moreira de Bastos
De acordo com a PGR, o coronel Fabrício Moreira de Bastos participou de ações para pressionar comandantes das Forças Armadas a apoiar o golpe. Ele esteve na reunião de novembro em que foi discutido o decreto golpista.
Fabrício Moreira de Bastos.
Divulgação/Redes sociais
A defesa afirma que Bastos não cometeu crimes, não integrou organização criminosa e que não há provas contra ele.
Marcio Nunes de Resende Júnior
A PGR afirma que o coronel Márcio Nunes de Resende Júnior participou da elaboração de uma carta usada para pressionar comandantes militares a apoiar o golpe.
A reunião em que o documento foi discutido aconteceu em uma das salas da residência do militar.
A defesa nega que ele tenha pressionado generais ou cometido crimes contra a democracia. Também afirma que não há relação com os atos de 8 de janeiro.
Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros
Segundo a PGR, o tenente-coronel Sérgio Ricardo Cavaliere de Medeiros ajudou a elaborar a carta que seria usada para pressionar comandantes militares a apoiar o golpe.
A defesa afirma que os crimes não foram comprovados e que não há ligação dele com a organização criminosa nem com os atos de 8 de janeiro.
Ronald Ferreira de Araújo Júnior
A PGR afirma que o tenente-coronel Ronald Ferreira de Araújo Júnior participou da elaboração e divulgação da carta que buscava pressionar os comandantes militares.
Apesar disso, a Procuradoria diz que não há provas de envolvimento mais profundo com a organização criminosa. Ele não participou da reunião de novembro em que o documento foi discutido, nem atuou nos desdobramentos.
Por isso, o Ministério Público pede que ele responda por incitação ao crime, por estimular a animosidade das Forças Armadas contra os Poderes da República.
A defesa nega que ele tenha cometido atos ilegais ou que sua conduta tenha gerado consequências criminosas.

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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