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Política

Juristas assinam carta em solidariedade a Cristiano Zanin, cotado para o STF

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Grupo se manifestou contra o uso de questões pessoais de Zanin e de sua família nos bastidores da corrida pela próxima vaga no Supremo Tribunal Federal. Prédio do Supremo Tribunal Federal (STF)
TV Globo/Reprodução
Na terça-feira (21) à noite, foi aberta uma lista de assinaturas em solidariedade a Cristiano Zanin, motivada pela divulgação de questões sobre ele e sua família. Nos bastidores da corrida pela próxima vaga no Supremo Tribunal Federal (STF), segundo os signatários da carta, estão circulando informações falsas sobre Zanin e seus familiares.
Veja a íntegra da carta:
Carta Aberta em Solidariedade a Cristiano Zanin
Nós, advogadas, advogados, membros da classe jurídica e cidadãos brasileiros, vimos a público manifestar nossa solidariedade ao advogado Cristiano Zanin, em razão dos ataques que referido profissional vem sofrendo e que se valem de questões familiares para tentar macular a sua imagem.
Cristiano Zanin, como se sabe, é apontado como um dos possíveis nomes para o cargo de Ministro do STF em virtude da aposentadoria do Ministro Ricardo Lewandowski em maio futuro.
Assim, invocar questões familiares para destruir reputações é tática que coloca em segundo plano os requisitos que a Constituição exige para a escolha de um Ministro do STF: notável saber jurídico e reputação ilibada.
Por essas razões é que externamos nossa solidariedade ao advogado Cristiano Zanin, registrando também nosso inconformismo com iniciativas que, ao largo dos requisitos constitucionais, tenham por objetivo atacar pessoas, famílias e biografias.
Marco Aurélio de Carvalho
Pedro Serrano
Gabriela Araújo
Fabiano Silva dos Santos
Camila Alves Hessel Reimberg
Aury Lopes Jr
Arnobio Rocha
Lúcia Baungartner Lamberti
Anna Candida Serrano
Sergio Graziano
Alberto Zacharias Toron
Fernando Hideo Lacerda
Pietro Alarcón
João Ricardo Dornelles
César Caputo Guimarães
Margarete Pedroso
Alvaro de Azevedo Gonzaga
Michel Saliba
Fábio Trad
Hugo Leonardo
Caio Leonardo
Benedito Dias da Silva
Gabriel Lira
Marcelo Uchôa
Inocencio Uchôa
Gabriela Peixoto
Roberto Tardelli
Clóvis Barbosa de Melo
Bruno Salles
José Francisco Siqueira Neto
Rafson Ximenes
Nívea Maria Dondoerfer Cademartori
Luiz Carlos da Rocha (Rochinha)
Rubens Casara
Pierpaolo Cruz Bottini
Roberto Podval
Ritienne Soglio
José Augusto Rodrigues Jr.
Luciano Rollo Duarte
Rafael Favetti
Marcelo Nobre
Luis Carlos Moro
Silvio Gabriel Serrano Nunes
Fabio Tofic Simantob
Carol Proner
Márcia Semer
Marcia Pelegrini
Maurício Zockun
Marcus Edson de Lima
Márcio Tenenbaum
Gisele Cittadino
José Eduardo Cardozo
Antônio Carlos de Almeida Castro- kakay
Walfrido Warde
Carlos Harten
Angelita da Rosa
Taube Goldenberg
Marcelo Turbay
Manoel Carlos de Almeida Neto
Guilherme Marchioni
Maurício Vasconcelos
Magda Biavaschi
Maria José Giannella Cataldi
Tiago de Lima Almeida
Rachel Ximenes
Leonardo Isaac Yarochewsky
Antonio Pedro Melchior
Saulo Alcântara
Hélio Silveira
Camilla Varella
Carlos Ronaldo Dantas Geremias
Danny Fabrício Cabral Gomes
Eduardo Arruda Alvim
Felipe Locke Cavalcanti
Fernanda Hesketh
Humberto Gouveia
Julia Braga Patah
Marcelo Knopfelmacher
Márcia Rocha
Mariana Figueiredo Paduan
Renata Refinetti Guardia
Tania Ribeiro da Silva
Vidal Serrano
Victor Waquil Nasralla
Eduardo Carnelós
Alberto Senna
Tiago Cedraz
Eduardo Toledo
Marcelo Sacramone
Anderson Pomini
Gustavo Silberneigel
Vinicius Gonçalves
Djaci Falcão
Aristides Zacarelli Neto
Victor Magalhães
José Luis de Oliveira Lima
Marcelo Lima
Marcos Vinicius Furtado Coelho
Maria Claudia Bucchianer
Nelson Wilians
Nabor Bulhões
Sergio Litaiff
Sergio Vieira
Sergio Detran
Alcemir Neto
William David
André Kruschewsky
Amanda Simões
Arthur Lima
Ana Campos
Mauro Martins
Alfredo Lins
Antônio Rosa Junior
Affimar Cabo Verde
Sérgio Renault
Flávio Crocce Caetano
Weida Zancaner
Luciana Worms
Flávio Gonçalves
Renato Afonso Thelet Gonçalves
Luzia Paula Cantal
Aline Braghini
Juarez Tavares
Eleonora Nacif
Mauro Otávio Nacif
Claudio José Langroiva Pereira
Lais de Figueiredo Lopes
José Carlos Alves
Daniela Teixeira
Pedro de Alcântara Bernardes Neto
Luiz Henrique Urquhart Cademartori
Glauco Pereira dos Santos
Renato Boabaid
Ernesto Tzirulnik
arina coelho Araújo
Vicente Cândido
Maria Amália Guedes Grijó das Neves Cândido
Yanne Teles
Heitor Cornacchioni
Ana Amelia Camargos
Anderson Lopes
Marcelo Santiago Pádua Andrade
Jorge Antônio Maurique
Alexandre Mallet
Flavio Goldberg
Otavio Pinto e Silva
Alfredo Attié
Carmen da Costa Barros
Mírian Lavocat
Marcos Joaquim Gonçalves Alves
Fernanda Burle
Alan Viana
Leandro Bettini
Othon Pontes Saraiva Neto
Gabriella Alencar
Pollyana Kruger
Rafaella Amaral Becker
Mônica de Melo
Alessandra Camarano Martins
Magnus Henrique de Medeiros Farkatt
Fernando Augusto Fernandes
Paulo Teixeira
Tiago Resende Botelho
Vera Lúcia Santana Araújo
Fauzi Hamuche
Marcelo Mester
George Niemeyer
Vladimir Guilhamat
Eduardo Pedroso
Romeu Demtschuk
Eufrasio Pereira Luiz Júnior
Henri Esses
Flávio Kestel
Rubens Herédia
Vitor Marques
Marcelo Dallamico
Jacob Pinheiro Goldberg
Carlos Stevenson
Francisco Ricardo Müller de Abreu
Rosely de Barros Lavarda
Adriano Teodoro Patrícia Machado
Francisco Roque Festa
Otávio Hueb Festa
Renata Aparecida Miranda Teodoro
Ricardo Patah
Luiz Bonates
Flavio Anthony
Silvio Ricardo Alencar de Almeida
Roberto Avino
Leandro Resende Rangel
Hiram Gorga
Luis Carlos da Silva

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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Política

Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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