Economia
Lares homoafetivos saltam de 60 mil para 391 mil em 12 anos, mostra Censo
Os maiores percentuais estão no Distrito Federal (0,76%), Rio de Janeiro (0,73%) e São Paulo (0,67%), segundo o IBGE. Bandeira do orgulho gay
Reprodução/Redes sociais
Em 12 anos, o número de lares formados por casais do mesmo sexo passou de 59.957 para 391.080, de acordo com novos dados do Censo 2022, divulgados nesta sexta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Em 2010, as casas brasileiras com casais homoafetivos representavam 0,1% do total. Em 2022, o percentual quintuplicou e foi a 0,54%. Os maiores percentuais estão no Distrito Federal (0,76%), Rio de Janeiro (0,73%) e São Paulo (0,67%).
🏠 Os novos dados do Censo 2022 divulgados nesta sexta pelo IBGE nos contam como está o desenho das casas brasileiras. Os principais destaques são:
No Brasil, há 72 milhões de lares – ou 15 milhões a mais que os 57 milhões revelados pelo Censo de 2010.
O número médio de moradores caiu de 3,3 (em 2010) para 2,8 (em 2022).
O número de pessoas morando sozinhas cresceu em todas as faixas etárias no país.
Diminuiu o número de casais com filhos e cresceu o de casais sem filhos.
Pela primeira vez, há mais mulheres no comando da casa do que como esposa do responsável.
As mulheres são responsáveis por metade dos lares brasileiros.
Pardos superaram brancos como os responsáveis da casa pela primeira vez.
Lares homoafetivos saltaram de 59 mil para 391 mil em 12 anos.
Veja outros dados divulgados do Censo:
Pela 1ª vez, há mais mulheres no comando da casa do que como esposa do responsável, diz Censo
Número de lares com pessoas morando sozinhas cresce em todas as faixas etárias, diz Censo
Brasil tem 57 mil pessoas morando em tendas e barracas e 1,9 mil, em veículos
O país segue se tornando cada vez mais feminino e mais velho. A idade mediana do brasileiro passou de 29 anos (em 2010) para 35 anos (em 2022)
1,3 milhão de pessoas que se identificam como quilombolas (0,65% do total)
O número de indígenas cresceu 89%, para 1,7 milhão, em relação ao Censo de 2010
Pela primeira vez, os brasileiros se declararam mais pardos que brancos, e a população preta cresceu
Brasil tem mais templos religiosos do que hospitais e escolas juntos
Após 50 anos, o termo favela voltou a ser usado no Censo
O Brasil tinha, em 2022, 49 milhões de pessoas vivendo em lares sem descarte adequado de esgoto. Esse número equivale a 24% da população brasileira
Mais da metade dos 203 milhões de brasileiros — 54,8% — mora a até 150 km em linha reta do litoral
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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