Economia
Lei no AC reduz ICMS para bares e restaurantes em 81% e associação estima preços menores para o consumidor em até três meses
Acre possui mais de 3,7 mil estabelecimentos que servem refeições e Rio Branco conta com mais de 260 bares, segundo pesquisas. Restaurantes e bares que servem refeições terão redução em ICMS
Reprodução
O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) recebeu uma redução de 81,57% para bares e restaurantes que fornecem refeições no Acre. A medida foi comemorada por empresários dos setor que estimam impacto nos preços para os consumidores em até três meses. A lei foi publicada na última quarta-feira (18).
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“Entre os nossos associados, a maioria comemorou, vai afetar hoje cerca de 40% dos nossos filiados que, além da bebida, também servem refeições É muito bom pro nosso setor é uma grande conquista e acho que vai afetar nos valores dos produtos para o consumidor final”, celebrou Leôncio Castro, presidente da Associação de Bares Restaurantes, Conveniências, Distribuidoras e Eventos do Acre (Abrace).
A entidade administrada por Castro conta com 111 afiliados, mas segundo levantamento da Associação de Bares e Restaurante (Abrasel) divulgado em 2023, apenas em Rio Branco são 269 bares, uma média de 73 estabelecimentos a cada 100 mil habitantes.
Já pesquisa do Instituto Foodservice Brasil, também do ano passado, estimava 3.719 estabelecimentos no setor de lanchonetes e restaurantes no Acre. Todos devem ser afetados pela medida.
Segundo a lei, para poder ter acesso ao benefício, o contribuinte deve apresentar a declaração de apuração mensal (DAM) e a escrituração fiscal digital. Caso os requisitos não sejam atendidos, o contribuinte fica sujeito a apuração normal do ICMS, assim como outras penalidades.
A carga tributária passa a ser equivalente a aplicação do percentual de 3,5% sobre o valor da receita bruta nas operações de circulação de mercadorias, prestação de serviços de transporte interestadual e intermunicipal e de comunicação destes estabelecimentos.
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
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O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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