Economia
Leite A, A2 ou intermediário? Saiba o tipo que você bebe
Série do g1 ‘De onde vem o que eu como’ foi a São Carlos e Taubaté (SP) para mostrar como diferença na produção do leite de vaca cria tipos diferentes do produto. De onde vem o leite
O leite está bem caro ultimamente, mas alguns tipos leites de vaca são podem custar até três vezes mais que o normal. Isso porque esses têm uma série de exigências no processamento e na criação das vacas.
São três tipos de leite, como o VÍDEO ACIMA explica. A reportagem é mais um episódio da série especial do g1 “De onde vem o que eu como”, que visitou uma fazenda e laticínio nas cidades de São Carlos e Taubaté, ambas no interior do estado de São Paulo.
FOTOS: de onde vem o leite
Classificação do leite
A classificação dos tipos de leite considera somente a origem e tratamento do produto na fazenda. Não são considerados processos adicionais, que geram o leite sem lactose ou semidesnatado e desnatado, por exemplo.
Vale ressaltar que, no processamento do leite, a legislação determina que todos os tipos industrializados passem por processos rígidos para garantir a segurança, valor nutricional e sabor do leite.
Independentemente do tipo, regras rígidas do processamento valem para todos os leites
Luísa Rivas/Arte g1
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Créditos ‘De onde vem o que eu como’:
Coordenação editorial: Luciana de Oliveira
Edição e finalização: Marih Oliveira
Narração: Fernanda Berlinck
Produção e reportagem: Gabriel Croquer
Roteiro: Gabriel Croquer, Tatiana Caldas e Marih Oliveira
Coordenação de vídeo: Tatiana Caldas e Mariana Mendicelli
Coordenação de arte: Guilherme Gomes
Direção de arte e ilustrações: Luisa Rivas, Vitoria Coelho, Wagner Magalhães e Veronica Medeiros
Fotografia: Fabio Tito e Celso Tavares
Motion: Vitória Coelho
Motorista: Ricardo Barbosa
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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