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Lira anuncia apoio a Hugo Motta na disputa à Presidência da Câmara

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Deputado escolhido por Arthur Lira é líder do Republicanos na Casa e causou reviravolta na corrida ao longo dos últimos dois meses. Eleição acontecerá em fevereiro de 2025. Deputado Hugo Motta (Republicanos – PB)
Mário Agra/Câmara dos Deputados
O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), anunciou nesta terça-feira (29) que vai apoiar a candidatura de Hugo Motta (Republicanos-PB) na disputa ao comando da Casa em 2025.
A decisão foi tomada depois de meses de suspense em torno do indicado de Lira à sucessão – e de reviravoltas na configuração dos nomes colocados na disputa.
O endosso a Hugo Motta foi anunciado em um pronunciamento na Residência Oficial da Câmara, com a presença de líderes partidários.
“Presidir a Câmara dos Deputados por dois mandatos consecutivos, tendo recebido quando da minha reeleição o voto de confiança de 464 parlamentares, é uma das maiores honras que a vida já me concedeu”, disse Lira.
“Estou convicto que o melhor candidato é o deputado Hugo Motta. […] Estou certo de que Motta, deputado experiente em seu quarto mandato, viveu e vive de perto os desafios da nossa gestão e vai saber manter a marcha da Câmara com essa mesma receita, que deu frutos ao Brasil”, disse, ao lado do apoiado.
Motta deve “lançar” formalmente sua candidatura em um evento ainda na manhã desta terça.
O deputado despontou como favorito ao longo de setembro, após o deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP) abrir mão de sua candidatura. A divisão da Casa entre três candidatos – Pereira, Antonio Brito (PSD-BA) e Elmar Nascimento (União-BA) – deflagrou uma operação de Lira para construir uma candidatura de consenso.
Meses de negociação
Em setembro, Lira participou de um almoço de aniversário de Hugo Motta na Câmara e, segundo interlocutores, cogitou anunciar ali mesmo o apoio. O anúncio, no entanto, não aconteceu.
As semanas seguintes foram de intensa negociação para ocupar o “vácuo” deixado pelo deputado Marcos Pereira (Republicanos-SP) – que era tido como pré-candidato, mas abriu mão em favor de Motta.
No último dia 16, por exemplo, Motta se reuniu com parte da bancada do PT para acenar que, se eleito, colaboraria com a “governabilidade”.
Além de Hugo Motta, ainda são pré-candidatos já anunciados os deputados Antonio Brito (PSD-BA) e Elmar Nascimento (União-BA).
Desde o primeiro semestre, Arthur Lira dizia em entrevistas que trabalhava para construir um “nome de consenso” para sua sucessão.
O atual presidente da Câmara, que não pode mais ser reeleito, buscava como cenário ideal uma chapa única, eleita por aclamação, para evitar rachas na Casa.
Em setembro, Lira chegou a afirmar a Marcos Pereira que ele receberia seu apoio se conseguisse demover os outros candidatos da disputa — sobretudo Antonio Brito.
Pereira, entretanto, disse que o presidente do PSD, Gilberto Kassab, barrou a saída de Brito como sinal de apoio ao seu nome, o que o levou a abandonar a disputa.
Motta, por outro lado, reúne as qualidades buscadas por Lira para angariar apoios entre diferentes bancadas na avaliação de parlamentares.
Além de ser próximo do presidente da Casa, Motta tem bom trânsito entre deputados dos partidos do Centrão e não sofre resistências entre partidos de esquerda, como é o caso de Elmar Nascimento. Por isso, virou o favorito a receber a “bênção” de Lira.
A eleição que definirá a nova Mesa Diretora da Câmara acontecerá em fevereiro do ano que vem.
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Regras da eleição
As regras da Casa estabelecem que, para ser eleito em 1º turno, um candidato precisa ter maioria absoluta dos votos (metade mais um), desde que 257 deputados tenham votado. Se isso não ocorrer, haverá um 2º turno entre os dois mais votados, e o eleito será o que reunir mais votos.
🔎 Por que importa? A eleição para o comando da Câmara pode sinalizar os rumos que a Casa terá entre 2025 e 2026. Cabe ao presidente da Câmara definir as propostas que serão colocadas em votação no plenário da Casa, o que pode ajudar ou atrapalhar os planos do governo.
Também é responsabilidade dele destravar pedidos de abertura de impeachment contra um presidente da República. Além disso, o comandante da Casa também ocupa o segundo lugar na linha de sucessão da Presidência da República.
Arthur Lira já indicou que deseja eleger o seu sucessor em uma eleição sem sustos, sem divisões, com um bom número de votos.
Ele tenta reeditar a disputa de 2023, quando foi reeleito com apoio do PT ao PL. Por trás desses movimentos, dizem parlamentares, o deputado quer também demonstrar sua força e manter sua relevância depois de deixar o cargo.
Hugo Motta terá o desafio de viabilizar a sua candidatura e reunir forças políticas divergentes. Ele é visto pelos pares como um deputado acessível e com boa circulação entre diferentes bancadas.
Exemplo disso foram conversas que ocorreram na quarta (4), horas após ter sido apresentado como candidato do Republicanos ao comando da Câmara, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e com o ex-presidente Jair Bolsonaro — as maiores lideranças do PT e do PL, que juntos representam 160 deputados.
Nas reuniões, tratou de sua trajetória política. O senador Ciro Nogueira (PP-PI), que participou do encontro de Motta com Bolsonaro, disse que a reunião foi “maravilhosa”.
Integrantes do PL na Câmara, que soma 92 deputados, têm sinalizado que deverão votar no candidato escolhido por Bolsonaro.
“O PL apoiará o candidato do presidente Bolsonaro. Se for combinado com o Lira, fica melhor”, afirmou o vice-líder do partido, Giovani Cherini (PL-RS).
Hugo Motta (à esquerda de Lira na foto) recebeu o presidente da Câmara em celebração de aniversário
Divulgação
Reação
A construção de Lira enfrentará, por ora, adversários que ainda não cederam às tentativas do deputado alagoano de formar uma candidatura única.
Os deputados Elmar Nascimento e Antonio Brito (PSD-BA), que também disputaram a “bênção” do atual chefe da Câmara, devem manter as suas candidaturas.
Ainda em setembro, Elmar e Brito se reuniram e selaram um acordo para unificar os nomes mais à frente. Deve prevalecer o que obtiver o maior número de apoios.
Elmar era o mais cotado e visto pelos pares como o favorito para receber o apoio formal do atual presidente da Câmara na disputa pelo comando da Casa em 2025.
Outros dois nomes podem surgir na disputa, ainda que sem relevante votação: o Psol e o Novo avaliam ter candidatos próprios em 2025.
Quem é Hugo Motta
Hugo Motta vem de uma família com histórico político. Ele é filho do prefeito de Patos (PB), Nabor Wanderley, é neto do ex-deputado federal Edvaldo Motta e da ex-deputada estadual Francisca Motta.
Médico, ele foi eleito à Câmara em 2010, pelo MDB, aos 21 anos — idade mínima para exercer o mandato de deputado. Até 2015, esteve na base de sustentação dos governos Dilma Rousseff (PT).
Na gestão de Henrique Eduardo Alves, ganhou a presidência da Comissão de Fiscalização e Controle da Casa — o único colegiado permanente presidido por ele desde que se tornou deputado.
Mas foi no mandato de Eduardo Cunha — à época no MDB — que ele foi alçado aos holofotes. Por indicação de Leonardo Picciani (então filiado do MDB), Motta virou presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, criada em meio às investigações da Operação Lava Jato.
A CPI foi um dos pontos de desgaste político que levaram à derrocada de Dilma, cujo processo de impeachment foi admitido pela Casa em abril de 2016, com voto favorável de Hugo Motta.
Parlamentares da base de Lula dizem que a proximidade entre Cunha e Motta pode ser um problema, e relembram, por exemplo, que o deputado chegou a contratar a filha do ex-presidente da Câmara — hoje, deputada federal — Dani Cunha (União-RJ) para serviços de marketing político. À época, Motta disse à imprensa ter pagado do próprio bolso.
Eduardo Cunha afirma que Hugo Motta contratou os serviços de Dani Cunha, que era “muito eficiente”, como “outros deputados também contrataram”.
O ex-presidente da Câmara dos Deputados Eduardo Cunha nega que o deputado paraibano tenha feito parte de uma chamada “tropa de choque” de sua gestão.
Ele diz ter convivido com Motta como outros parlamentares e que indicações do deputado a cargos na Casa foram feitas por acordos normais de lideranças, sem a sua participação.
“Convivia com ele assim como convivia com Elmar, Marcos Pereira, Arthur Lira e muitos outros. Tinha boa relação com todos eles e nada de que era tropa de choque.Cada um segue a sua carreira e tem os seus posicionamentos — independente de mim”, afirma.
Hugo Motta ficou no MDB até 2018, seguindo na base do governo de Michel Temer. No ano seguinte, já estava no Republicanos e foi membro da base aliada de Jair Bolsonaro.
Em 2020, foi relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do Orçamento de guerra. No início do governo Lula, disse que seguiria a orientação do partido e seguiria independente.
– Esta reportagem está em atualização

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Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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