Economia
LISTA: venda de carros híbridos cresce 70% no 1º trimestre; veja as marcas mais vendidas
Segundo a Fenabrave, foram mais de 37 mil veículos híbridos vendidos no primeiro trimestre de 2025. As marcas que mais emplacaram foram BYD, Fiat e GWM. Dois BYD e dois Fiat ocupam a lista dos carros eletrificados mais vendidos de 2025
g1
A Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) aponta que 37.197 veículos híbridos foram vendidos no primeiro trimestre de 2025. O salto foi de 70,5% em relação aos 21.814 veículos vendidos no mesmo período do ano passado.
“O bom desempenho mostra que a demanda segue aquecida. Apesar dos desafios no crédito, há um ritmo sustentado de crescimento”, disse Arcelio Junior, presidente da Fenabrave.
Juntando as tecnologias de eletrificação foram 50.074 emplacamentos de veículos elétricos e híbridos. A alta foi de 39,6% ante os 35.861 emplacamentos de 2024.
“O resultado acumulado indica a chegada de novas marcas e reforça o interesse dos consumidores por novas tecnologias”, comentou o executivo.
Os preferidos são os híbridos, que vendem quase três vezes mais que os totalmente elétricos. A Fenabrave não divulga lista com os modelos mais vendidos, mas divide por marcas.
Veja as marcas que mais venderam carros híbridos no 1º trimestre.
BYD: com 11.706 unidades;
Fiat: com 7.502 unidades;
GWM: com 5.879 unidades;
Toyota: com 4.277 unidades;
Mercedes Benz: com 1.727 unidades;
Honda: com 1.207 unidades;
Caoa Chery: com 1.203 unidades;
Volvo: com 901 unidades;
BMW: com 692 unidades;
Land Rover: com 627 unidades.
O principal destaque da lista é a Fiat, que assume a segunda colocação entre as mais vendidas. A marca do grupo Stellantis tem apenas dois veículos com um sistema híbrido leve e que entram na lista: Pulse e Fastback.
Os dois carros foram lançados em novembro do ano passado e, comparados com os outros modelos disponíveis no Brasil, oferecem pouca economia de combustível. Porém, a dupla aparece como opção de baixo custo para quem deseja entrar no mundo da eletrificação.
A diferença de um Fiat Pulse convencional para um modelo híbrido é de R$ 2 mil. A variação é tão pequena, que a fabricante descontinuou os modelos equivalentes e que utilizam apenas tração por combustível.
Detalhes sobre o motor híbrido leve da Fiat
Veja as marcas que mais venderam carros elétricos no 1º trimestre.
BYD: com 9.678 unidades;
Volvo: com 1.196 unidades;
GWM: com 814 unidades;
BMW: com 219 unidades;
Renault: com 176 unidades;
Porsche: com 155 unidades;
Zeekr: com 141 unidades;
Mini: com 124 unidades;
JAC: com 107 unidades;
Mercedes Benz: com 38 unidades.
Entre os elétricos, chama atenção o domínio da chinesa BYD. A família de modelo BYD Song aparece como o 20º carro mais vendido entre todos no primeiro trimestre, com 8.650 emplacamentos. A seguir está o BYD Dolphin Mini, na 23ª colocação ao marcar 6.554 vendas.
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Nem todo híbrido é igual
Carro eletrificado inclui tanto o totalmente elétrico quanto o híbrido. Mas os híbridos são separados em diferentes tecnologias que ajudam a reduzir o consumo de combustível — ou mesmo para eliminá-lo em alguns momentos.
No mercado, temos os seguintes modelos híbridos:
PHEV: veículos movidos pela junção de bateria com motor a combustão, e precisam de recarga em tomada ou eletropostos, mas podem também utilizar o sistema tradicional de motores como gerador para recarga da energia elétrica. Nesses casos, o consumo de combustível pode variar entre 20 e 40 quilômetros por litro. Em praticamente todos os automóveis dessa categoria é possível dirigir alguns quilômetros sem consumir uma gota de gasolina.
HEV: veículos movidos pela junção de bateria com motor a combustão, mas com recarga da energia ocorrendo por meio do funcionamento do próprio carro — sem uso de tomada ou eletroposto. Neste caso, podem não conseguir andar apenas com tração elétrica, e a autonomia geral (bateria + combustível) é menor que os PHEV.
HEV Flex: funciona exatamente como um HEV, com opção de utilizar etanol como alternativa à gasolina.
MHEV: veículos movidos exclusivamente por motor a combustão, com sistema elétrico adicionando pouca potência em alguns momentos ou reduzindo consumo de combustível.
Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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