Política
Lula empossa novos integrantes do Conselhão e participa da primeira reunião do grupo
Órgão recriado pelo petista tem a missão de auxiliar a pensar políticas públicas de desenvolvimento. Sessão inaugural foi realizada no Ministério das Relações Exteriores. Presidente Lula participa da primeira reunião do ‘Conselhão’
TV Brasil/Reprodução
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou na manhã desta quinta-feira (4) da primeira sessão plenária do “Conselhão”, no Palácio Itamaraty, em Brasília.
A reunião marcou a posse dos 246 novos integrantes (veja lista ao fim da reportagem) do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável (CDESS), órgão que volta a funcionar neste terceiro mandato do petista. Criado por Lula na primeira gestão (2003-2007), o colegiado havia sido extinto pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
O “Conselhão” tem a missão de auxiliar o presidente na formulação de políticas públicas para o desenvolvimento econômico, social e sustentável, além de analisar e articular propostas com setores da sociedade.
Segundo o governo, integrantes de movimentos sociais, setor financeiro, agronegócio e fintechs estão entre os representantes do grupo.
O colegiado é composto pelo presidente, que comanda o órgão, pelo vice-presidente Geraldo Alckmin, pelo ministro Alexandre Padilha (Relações Institucionais) e por cidadãos brasileiros “de ilibada conduta e reconhecida liderança e representatividade”.
Durante a cerimônia de abertura, o ministro Alexandre Padilha afirmou que o “Conselhão” retorna para “mostrar ao Brasil que o diálogo é possível”.
“Mostrar para o Brasil que não queremos viver dentro do cercadinho, não queremos viver dentro das bolhas”, disse.
Padilha relembrou que atuou no “Conselhão” no segundo mandato de Lula e que, à época, o colegiado entendia que o principal desafio do país para sustentar um ciclo de crescimento era reduzir a desigualdade. “Esse desafio permanece”, afirmou.
O ministro ainda destacou que o grupo atual tem maior representatividade de mulheres, negros e de empresas do agronegócio.
Integrantes
Durante a reunião, integrantes do grupo fizeram discursos sobre temas como combate à desigualdade e medidas para avanço econômico.
A empresária Luiza Trajano convocou os integrantes para fazer o “Brasil para já”. “Quero convocar vocês para sair do diagnóstico. Precisamos fazer acontecer, traçar planos, sair da teoria”, disse. Segundo a empresária, o grupo tem a “obrigação” de combater a desigualdade social.
O advogado Marco Aurélio de Carvalho falou em seguida e destacou a importância de discutir temas como sustentabilidade, combate à fome e fortalecimento das instituições democráticas.
A filósofa Sueli Carneiro frisou a necessidade de se discutir no “Conselhão” um modelo de desenvolvimento para que o país enfrente o racismo e opte “desta vez por desenvolvimento que permita a radicalização da democracia com equidade de gênero, equidade de raça e justiça social”.
O empresário Rubens Ometto afirmou que, na sua visão “o futuro é verde e digital”. Ele reforçou o coro de Lula e ministros para redução da taxa Selic, que segue em 13,75% ao ano. Também disse que os empresários estão “asfixiados” pelos juro básico da economia.
Juvandia Moreira Leite, sindicalista, também reforçou as críticas ao Banco Central pela taxa Selic. “Isso inibe investimento produtivo, inibe a geração de emprego e renda”, disse.
Luiz Carlos Trabuco, presidente do conselho de administração do Bradesco, afirmou que a proposta de novo marco fiscal sinaliza o equilíbrio da dívida interna e ressaltou que o país tem uma dívida social, mas que só será combatida com crescimento econômico.
A produtora rural Teresa Vendramini afirmou que sua “pauta número um” é segurança jurídica para os agricultores. A declaração foi dada em um momento no qual o setor critica o MST por invasões de terras no país.
O líder indígena Kleber Karipuna agradeceu Lula pela recente homologação de seis terras indígenas. Ele disse ser possível preservar o meio ambiente, garantir as terras dos povos indígenas e aumentar a produção agrícola do país.
Confira quem são os 246 membros do novo “Conselhão”:
Eraí Maggi Scheffer
Erasmo Carlos Battistella
Gilberto Tomazoni
João Martins da Silva Jr.
José Henrique Cutrale
Luis Roberto Pogetti
Marcos Antonio Molina dos Santos
Paulo Sousa
Rubens Ometto
Sérgio Bortolozzo
Teresa Vendramini
Abílio dos Santos Diniz
Glauco Humai
Ilson Mateus
José Roberto Tadros
Luiza Helena Trajano
Patriciana Maria de Queirós Rodrigue
Sérgio Zimerman
Alessandra França
Ana Karina Bortoni Dias
Ana Paula Vescovi
Cristina Junqueira
Dirlene Silva
Gilson Finkelsztain
Isaac Sidney Menezes Ferreira
José Garcia Netto
Lucas Vargas
Luiz Carlos Trabuco Cappi
Marcelo Kayath
Milton Maluhy Filho
Nelson Azevedo Jobim
Alcione Albanesi
André Passos Cordeiro
Bruno Queiroga
Bruno Sindona
Carla Crippa
Carlos Erane de Aguiar
Claudio Medeiros
Eduardo Calderari
Eduardo Vassimon
Elbia Gannoum
Fernando Augusto Quintella
Francisco Gomes Neto
Gino Paulucci Jr
José Carlos R. Martins
Joseph Couri
Josué Gomes
Juliana Marra
Lucas Kallas
Marcelo Pereira Malta de Araujo
Márcio de Lima Leite
Marcos Marinho Lutz
Nelson Mussolini
Pedro Ivo Moura
Pedro Wongtschowski
Roberto Bischoff
Robson Braga de Andrade
Rodrigo Navarro
Rosilda Prates
Venilton Tadini
Vicente Abate
Victor Bicca
Ademir Venturin
Benilda Brito
Cristina Pinho
Eduardo Wurzmann
José Ricardo Montenegro Cavalcante
Manoel Monteiro
Marcio Lopes de Freitas
Maria da Glória Guimarães dos Santos
Rosilane Jardim Vicente dos Santos
Viviane Sedola
Adriana Barbosa
Ana Fontes
Caio Magri
Frank Rogieiri Souza de Almeida
Liel Miranda
Marcelo Moraes
Marina Grossi
Nina Silva
Candido Júnior
Chaim Zaher
Chieko Aoki
Débora Guerra
Duda Falcão
Edson Lopes
Eduardo Navarro
Edvaldo Viera
Emanuel Teles Oliveira
Janete Vaz
Jeanine Pires
Jorge Moll Filho
José Felix
José Seripieri Filho (Junior)
Luciano Dias Monteiro
Marcelo Abritta
Pedro Godoy Bueno
Rodrigo Galindo
Vander Costa
Atílio Rulli
Claudine Bayma
Conrado Leister
Fábio Coelho
Fabrício Bloisi
Helio Rotenberg
Ingrid Barth
Jeovani Salomão
Laércio Cosentino
Marcos Stefanini
Nayana Sampaio
Rodrigo Dienstmann
Silvia Penna
Tânia Cosentino
Adilson Monteiro Alves
Ale Youssef
Bela Gil
Cristina Assunção
Ennio Candotti
Felipe Neto
Glória Caputo
Jorge Furtado
Leila Pereira
Wolf Kos
Zienhe Castro
Ana Carolina Lima Costa
Fernando Guimarães
Patricia Audi
Rosângela Lyra
Cristiana Menezes Santos
Dora Cavalcanti
Floriano de Azevedo Marques
Marcus Vinicius Furtado Coêlho
Priscila Pamela C. Santos
Vera Lúcia
Walfrido Warde
Wilson Ramos Filho (Xixo)
Braulina Aurora
Davi Kopenawa
Fernanda Burle
Franklin Felice
Júlio Lancellotti
Katia Maia
Keila Simpson
Marco Aurélio Carvalho
Maria Judite da Silva Ballerio Guajajara
Martinha Clarete Dutra dos Santos
Nalu Faria
Reinaldo Bulgarelli
Rodrigo Fernandes Afonso
Rosangela Hilário
Sueli Carneiro
Zélia Amador de Deus
Alcielle dos Santos
Ana Inoue
Claudia Costin
Denis Mizne
José Vicente
Maria Paula Dallari Bucci
Marlova Jovchelovitch Noleto
Neca Setúbal
Priscila Cruz
Roseli de Deus Lopes
Silvio Meira
Vitor Magnani
Alexandra Segantin
Carlos Antonio Luque
Deh Bastos
Emerson Kapaz
Esther Bemerguy
Gabriel Chalita
Germano Rigotto
Glauco Arbix
Helena Nader
Laura Carvalho
Lígia Moreiras
Lilia Schwarcz
Marcel Fukayama
Margareth Matiko Uemura
Maria Elisa Baptista
Nath Finanças
Nina da Hora
Patricia Villela Marino
Ricardo Manuel dos Santos Henrique
Tania Bacelar
Walfrido dos Mares Guia
Claudio Luiz Lottenberg
Ludhmila Hajjar
Roberto Kalil Filho
Rosana Onocko Campos
André Junqueira Ayres Villas boas
Elisa Wandelli
Graça Costa
Ilona Szabo
Renata Piazzon
Rodrigo Sabatini
Virgílio Viana
Aline Sousa
Antonia Cleide Alves
Ayala Ferreira
Bruna Brelaz
Camila Moradia
Douglas Belchior
Francisco Dal Chiavon
Heloisa Soares
João Carlos Nogueira
Josué Rocha
Kleber Karipuna
Leonildo José Monteiro
Maysa Benevides Gadelha
Preto Zezé
Raimundo Bonfim
Rene Silva dos Santos
Vercilene Dias
Adalberto Souza Galvão (Bebeto)
Adilson Gonçalves de Araújo
Adriana Marcolino
Airton Cano
Alessandro de Conceição “Sorriso”
Antônio Augusto de Queiroz (Toninh
Antonio Fernandes dos Santos Neto
Aristides Veras dos Santos
Clemente Ganz Lúcio
Deyvid Souza Bacelar da Silva
Enilson Simões de Moura
Eunice Cabral
Heleno Manoel Gomes Araújo Filho
Ivone Maria da Silva
João Domingos Gomes dos Santos
Júlio Barbosa
Juvandia Moreira Leite
Márcia Caldas Fernandes
Maria Auxiliadora dos Santos
Maria Cleide Queiroz
Miguel Torres
Moacyr Roberto Tesch Auersvald
Moisés Selerges
Mônica Veloso
Nilza Pereira
Ricardo Patah
Sérgio Butka
Sérgio Luiz leite
Sergio Nobre
Marcos Guerra
Luana Genot
Alberto Borges
Cláudio Loureiro
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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