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Política

Lula participa de jantar em Brasília com senadores de centro e de esquerda

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Encontro reuniu várias lideranças do MDB, partido que tem a senadora Simone Tebet como pré-candidata ao Planalto. Candidaturas oficiais só serão registradas entre julho e agosto. Ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou de um jantar nesta segunda-feira (11) na casa do senador Eunício de Oliveira, em Brasília.
Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo
O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou na noite desta segunda-feira (11) de um jantar com senadores de centro e esquerda na casa do ex-senador Eunício Oliveira (MDB-CE), em Brasília.
O encontro faz parte da agenda de Lula como pré-candidato à Presidência — na semana passada, o PSB oficializou a indicação do ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin para vice na chapa do ex-presidente (imagem abaixo).
Alckmin e Lula durante reunião entre dirigentes de PT e PSB sobre aliança para as eleições de 2022
Carla Carniel/Reuters
A maioria dos presentes ao encontro era composta por parlamentares e ex-parlamentares do MDB – partido que já lançou a pré-candidatura da senadora Simone Tebet (MDB-MS) ao Palácio do Planalto.
Entre os presentes, estavam os senadores Renan Calheiros (MDB-AL), Paulo Paim (PT-RS), Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB), Rogério Carvalho (PT-SE), Fabiano Contarato (PT-ES), Marcelo Castro (MDB-PI), Humberto Costa (PT-PE), Rose de Freitas (MDB-ES), Omar Aziz (PSD-AM), Jean Paul Prates (PT-RN), Acir Gurgacz (PDT-RO) e Dário Berger (PSB-SC).
Também compareceram os ex-governadores Renan Filho (MDB-AL) e Wellington Dias (PT-PI); a deputada Gleisi Hoffmann (PT-PR), presidente nacional do PT; o ex-senador Garibaldi Alves Filho (MDB-RN); e o ex-ministro do Meio Ambiente Sarney Filho.
Simone Tebet tenta se viabilizar como a candidata da chamada “terceira via”, uma alternativa às duas candidaturas que lideram as pesquisas de intenção de voto (Lula e Jair Bolsonaro).
Mais cedo, nesta segunda-feira (11) a senadora se reuniu com o ex-presidente Michel Temer e com o deputado Baleia Rossi (MDB-SP), presidente do MDB, para debater sua pré-candidatura ao Planalto. Baleia tem dito que Tebet reúne apoio da maioria do partido.
Até o momento, no entanto, a senadora não registra bom desempenho nos levantamentos dos principais institutos. Nesta segunda, líderes do MDB criticaram a intenção do partido de lançar a parlamentar como candidata.
Ana Flor sobre jantar de Lula com nomes do MDB: ‘É o MDB tradicional tentando reeditar uma parceria’
Presidente regional do MDB no Ceará, Eunício Oliveira não declarou apoio à eleição de Lula, mas afirmou que “há uma tendência natural” de o MDB não ir “mais uma vez para um suicídio político”.
“Nós fomos de [Henrique] Meirelles [em 2018] quando nós sabíamos que ele não tinha a menor condição eleitoral. Não tinha condição de capacidade, como a Simone tem toda condição de capacidade. Eu, como incentivador das mulheres na política, gostaria muito que ela tivesse viabilidade política-eleitoral”, disse Eunício Oliveira.
O ex-presidente do Senado afirmou ainda que o MDB tem uma preocupação com as eleições para o Congresso.
“Nós encurtamos a bancada em quase 50% com uma candidatura que nasceu já natimorta [a de Meirelles em 2018]. Apareceu e terminou com 1,2% no final das eleições”, declarou (vídeo abaixo).
Ex-senador Eunício Oliveira diz que MDB não deve seguir ‘suicídio político’
“O MDB vai esperar um pouco. […] Não tem nenhuma traição a ninguém. Nós não podemos levar o partido para uma aventura, como nós levamos na vez passada com o ex-ministro Meirelles e reduzimos a bancada a 50%”, disse Oliveira após o jantar.
O ex-senador disse ainda que 14 diretórios do MDB querem apoiar Lula nas eleições e que o ex-presidente afirmou no evento que não quer ser o candidato do PT, mas sim de uma “frente ampla”.
‘Insano’
Senador pelo estado de Alagoas e presidente do MDB no estado, Renan Calheiros disse que, se o MDB tiver “uma candidata competitiva”, com condição de “alavancar” palanques nos estados, “será muito bom”.
Para ele, seria “insano” repetir uma candidatura como a de Henrique Meirelles em 2018.
“É tudo o que o MDB quer [uma candidatura competitiva]. O que o partido não pode repetir — e seria insano — é a candidatura do Meirelles porque, com a candidatura do Meirelles, o MDB pagou um preço terrível: teve a redução da bancada na Câmara para a metade. Não dá para pagar novamente esse preço”, declarou.
O parlamentar afirmou que Simone Tebet é “uma grande parlamentar”, mas que, se não houver uma mudança nos resultados das pesquisas eleitorais, acredita que ela própria “vai tomar a iniciativa de levar o partido a não ter candidato na eleição presidencial”.
Sobre uma candidatura da chamada terceira via, Renan disse que “somar quem tem 1% com quem tem 2% não vai alterar a fotografia das pesquisas eleitorais”.
“É somar nada com pouca coisa. Em função da alta proporção alcançada nas pesquisas pelo presidente Lula e pelo presidente Bolsonaro, você não tem matematicamente como ter um crescimento de ninguém da terceira via, porque não há espaço a ocupar”, avaliou Renan.
‘Luta de quem defende a Constituição’
O senador Omar Aziz (PSD-AM) disse que não poderia falar em nome do PSD, mas que ele defenderia a candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
“Eu sempre defendi essa aliança [com o presidente Lula], mas o partido tem sua posição, o presidente [Gilberto] Kassab respeita minha posição e eu respeito a posição dele”, disse Aziz.
O parlamentar disse ainda que o pré-candidato à Presidência Ciro Gomes (PDT) é seu amigo pessoal, mas que agora “é quem quer a democracia e quem não quer”.
“Eu tenho todo respeito pelo Ciro [Gomes], mas eu acho que agora é quem quer a democracia e quem não quer. Não há outra posição”, disse Aziz.
“É uma luta de quem defende a Constituição, que retoma a democracia no país; e quem não defende, quer fazer o retrocesso”, completou.
Rede
O senador Randolfe Rodrigues(Rede-AP) afirmou que o partido Rede tem maioria formada para apoiar o ex-presidente Lula.
“A Rede tem maioria formada para estar apoiando o presidente Lula”, disse o parlamentar.
No entanto, a presidente da sigla, a ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva (Rede) tem sinalizado que pretende apoiar o candidato Ciro Gomes (PDT). Randolfe disse que tem conversado com a ex-ministra para que estejam “todos juntos”.
“Eu tenho conversado com a ex-ministra Marina e quero avançar para estarmos todos juntos, inclusive a ex-ministra Marina”, disse o parlamentar.
Na mansão do ex-presidente do Senado Eunício Oliveira, localizada em um bairro de alta classe de Brasília, foi servido um jantar com comida cearense. Entre as opções do cardápio, havia peixe e carne de carneiro.
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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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