Política
Lula se diz ‘consternado’ com situação da Venezuela e Trump promete ajuda ao país; veja repercussão entre chefes de Estados
Delcy Ridríguez faz novo comunicado e confirma 32 mortes após terremotos na Venezuela
Após os terremotos que atingiram a Venezuela na noite desta quarta-feira (24), chancelarias, embaixadas e presidentes de outros países prestaram solidariedade à presidente interina Delcy Rodríguez e ao povo venezuelano.
Entre os países que falaram com Rodríguez estão: Estados Unidos, Panamá, Catar, Cuba, Nicarágua, Turquia, Jordânia, Barbados, Curaçao, Colômbia, Reino Unido, Brasil, México, Nações Unidas, Bolívia, El Salvador, República Dominicana, Equador, Argentina, Peru, Honduras, Costa Rica, Uruguai, México, Paquistão e Índia, além da União Europeia.
AO VIVO: Acompanhe as últimas atualizações da situação na Venezuela
Nas redes sociais, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que determinou ao Ministério das Relações Exteriores que avalie, junto à embaixada do Brasil em Caracas, a situação na Venezuela e as medidas de assistência que o Brasil pode oferecer.
Lula também declarou que o Brasil está disposto a apoiar o governo venezuelano na recuperação das áreas afetadas.
“Reafirmo nossa determinação em apoiar o governo da presidenta encarregada Delcy Rodríguez na recuperação de áreas afetadas desse país irmão, cujo povo tem dado provas de grande resiliência frente às adversidades”, publicou.
Post do presidente Lula sobre situação na Venezuela após terremoto.
Reprodução / X
O governo brasileiro também manifestou pesar através do Itamaraty e informou que até o momento não há brasileiros identificados entre as vítimas. No norte do país, cidades sentiram tremores e prédio chegaram a ser evacuados.
Cidades no norte do país sentem terremoto e prédios são evacuados
O Itamaraty disponibilizou contatos de emergência para brasileiros que estão na Venezuela: +58 414-3723337 e o plantão consular em Brasília, pelo telefone +55 (61) 98260-0610.
Estados Unidos
Christopher Landau, vice-secretário de Estado dos Estados Unidos, afirmou que o país vai prestar assistências. “Estamos em contato com as autoridades e mobilizando assistência”, disse Landau.
Posteriormente, o governo dos Estados Unidos confirmou o envio equipes de busca e resgate, suprimentos médicos, ajuda humanitária e outros recursos à Venezuela nos primeiros dias após o terremoto.
Vice-secretário de Estado dos Estados Unidos diz que país vai prestar assistência à Venezuela.
Reprodução / X
O presidente Donald Trump também prestou solidariedade em uma publicação. “Estaremos lá para nossos novos e queridos amigos. Os primeiros relatos não são bons!”, disse Trump.
Trump presta solidariedade à Venezuela.
Reprodução
Segundo o Departamento de Estado, uma força-tarefa e uma equipe de assistência a desastres já foram mobilizadas para coordenar a ajuda. O subsecretário de Estado para Assistência Externa, Assuntos Humanitários e Liberdade Religiosa, Jeremy Lewin, detalhou nas redes sociais a assistência que deve ser prestada pelo país.
“Trabalhando com nossos parceiros no governo interino da Venezuela, os EUA enviarão equipes de busca e resgate, suprimentos médicos e humanitários e outros recursos nos dias cruciais iniciais após este trágico desastre natural.”
Publicação do subsecretário de Estado para Assistência Externa, Assuntos Humanitários e Liberdade Religiosa, Jeremy Lewin.
Reprodução / X
Durante a madrugada de quinta (25), o secretário de estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, comunicou que o país está enviando imediatamente equipes de resgate.
Secretário de estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, informa sobre ajuda para a Venezuela.
Reprodução / X
El Salvador
O presidente de El Salvador, Nayib Bukele, também disse que vai enviar 300 socorristas e paramédicos, além de 50 toneladas de equipamentos, medicações e suprimentos de primeira necessidade.
“300 socorristas e paramédicos, juntamente com 50 toneladas de equipamentos, medicamentos e suprimentos de primeira necessidade, estão prontos para partir rumo a Caracas”, publicou Bukele.
Publicação do presidente de El Salvador sobre o terremoto na Venezuela
Reprodução / X
Bolívia
O presidente da Bolívia, Rodrigo Paz, prestou solidariedade e afirmou que o país segue atento e disposto a prestar o “apoio que for necessário”.
“Em nome do povo boliviano, expresso nossa profunda solidariedade com o irmão povo da Venezuela após o terremoto que hoje atingiu seu território. Nossos corações estão com as famílias afetadas. A Bolívia permanece atenta e disposta a prestar o apoio que for necessário”, publicou.
Rodrigo Paz, presidente da Bolívia, presta solidariedade à Venezuela.
Reprodução / X
República Dominicana
O presidente da República Dominicana, Luis Abinader, afirmou que vai enviar nesta quinta (25) equipes para ajudar no resgate das vítimas. “Amanhã, nas primeiras horas, partirão para a Venezuela equipes especializadas de busca, resgate e atendimento de emergências das nossas Forças Armadas para apoiar as tarefas que realizam as autoridades venezuelanas”, publicou nas redes.
Presidente da República Dominicana, Luis Abinader, prestou solidariedade ao povo venezuelano.
Reprodução / X
Equador
Do Equador, o presidente Daniel Noboa disponibilizou ajuda humanitária imediata. “Apesar das enormes diferenças, a humanidade sempre deve reger a atuação de um governante”, disse em comunicado.
Daniel Noboa, do Equador, presta solidariedade à Venezuela.
Reprodução / X
Argentina
A chancelaria argentina também publicou um comunicado em que presta solidariedade e faz recomendações aos argentinos que estão na Venezuela.
“A República Argentina lamenta profundamente as consequências dos eventos sísmicos registrados durante o dia de hoje, 24 de junho, na Venezuela e expressa sua solidariedade com o povo venezuelano neste momento difícil”, diz a nota.
Chancelaria argentina presta solidariedade à Venezuela.
Reprodução / X
Posteriormente, o gabinete do presidente Javier Milei publicou uma nota colocando o país à disposição para ajudar.
“Para além das diferenças que possam existir entre os nossos governos, o Presidente Javier G. Milei estende a sua mão em solidariedade ao povo venezuelano diante de uma catástrofe natural que exige uma reação de toda a comunidade internacional”, diz um trecho do texto.
Peru
A chancelaria do Peru também prestou solidariedade ao povo venezuelano e as famílias afetadas pela tragédia. Até o momento, nenhuma cidadão peruano foi impactado, mas o país disponibilizou contato de emergência para a população que mora no país.
“O Peru expressa sua solidariedade ao povo venezuelano após o forte terremoto que atingiu Caracas e outras partes do país hoje, bem como às famílias afetadas por este trágico evento”, diz a nota.
Honduras
Nasry Asfura, presidente de Honduras, enviou forças às famílias e comunidades afetadas. “O povo e o Governo de Honduras enviam uma mensagem de força às famílias e comunidades afetadas, e elevam suas orações por consolo, esperança e rápida recuperação.”
Nasry Asfura, presidente de Honduras, manda solidariedade para a Venezuela.
Reprodução / X
Costa Rica
Laura Fernández Delgado, presidente da Costa Rica, também postou uma nota de pesares. “Nossa solidariedade está com cada família afetada e com aqueles que hoje trabalham para salvar vidas e reconstruir esperança. Vocês não estão sozinhos.”
Presidente da Costa Rica presta solidariedade à Venezuela.
Reprodução / X
Uruguai
O presidente do Uruguai, Yamandú Orsi, também manifestou a intenção do país em ajudar a Venezuela.
“Em decorrência do terremoto que atingiu a Venezuela hoje, o Uruguai expressa sua solidariedade às autoridades e ao povo venezuelano. Acompanhamos com atenção a evolução da situação e reiteramos nossa disposição para colaborar no que o governo venezuelano considerar necessário.”
México
zA presidente do México, Claudia Sheinbaum, informou que instruiu a Secretaria de Relações Exteriores a preparar a ajuda necessária. Sheinbaum diz que a Venezuela pediu apoio com pessoal especializado em resgate e saúde.
“Nossa solidariedade com o povo da Venezuela. A Secretaria de Relações Exteriores entrou em contato com o governo do país irmão e já instruí a preparação da ajuda necessária. Por enquanto, nos solicitaram apoio com pessoal especializado em resgate e de saúde. O México sempre é e será solidário.”
Claudia Sheinbaum manda mensagem para a Venezuela.
Reprodução / X
Paquistão
Shehbaz Sharif, primeiro-ministro do Paquistão, se disse profundamente entristecido pelo ocorrido e prestou condolências.
Shehbaz Sharif, primeiro-ministro do Paquistão, presta condolências à Venezuela.
Reprodução / X
Índia
O primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, afirmou que o país está pronto para ajudar com o que for preciso. “Oramos pela rápida recuperação dos feridos e nos solidarizamos com todos os afetados neste momento difícil.”
Publicação do primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, sobre a situação na Venezuela.
Reprodução / X
Espanha
O primeiro-ministro da Espanha, Pedro Sánchez, também prestou solidariedade. “Todo o meu apoio e o de Espanha ao povo venezuelano após os devastadores terramotos desta noite.”
Pedro Sánchez, primeiro-ministro da Espanha, presta solidariedade à Venezuela.
Reprodução / X
União Europeia
Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, postou sua manifestação de solidariedade.
Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, postou sua manifestação de solidariedade.
Reprodução / X
Keiko Fujimori
Matematicamente eleita Peru, Keiko Fujimori enviou também sua mensagem de apoio. “Elevo minhas orações por todos os afetados e por aqueles que, com valentia e dedicação, participam das tarefas de resgate e ajuda. Força para a Venezuela.”
Keiko Fujimori publica sua mensagem de solidariedade.
Reprodução / X
Abelardo De La Espriella
Abelardo De La Espriella, presidente eleito da Colômbia, mandou uma mensagem manifestando solidariedade. “A Colômbia os acompanha nesta hora difícil com afeto, respeito e esperança.”
La Espriella envia mensagem à Venezuela.
Reprodução / X
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Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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