Política
Lula X Eduardo Bolsonaro: pesquisa Quaest faz simulação para 2026 em um dos cenários; veja números
Pesquisa estimulada apresenta oito cenários diferentes de candidatos contra o atual presidente. Lula (PT) e Eduardo Bolsonaro (PL)
Reprodução
Um levantamento da Genial/Quaest divulgado nesta quinta-feira (3) aponta que, em um eventual 2º turno na eleição de 2026, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 45% das intenções de voto contra o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL), que aparece com 34%. Indecisos são 4%, e brancos, nulos e não vão votar somam 17%.
A pesquisa estimulada, em que os nomes dos candidatos são apresentados aos entrevistados, apresentou outros 7 cenários, com Lula disputando contra, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está inelegível, o governador de SP, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o governador de MG, Romeu Zema (Novo), o governador de Goiás, Ronaldo Caiado (União), o governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), o empresário Pablo Marçal (PRTB) – em fevereiro, a Justiça Eleitoral o tornou inelegível, mas o processo ainda não terminou – e a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL). Veja aqui todos os cenários.
Lula venceria em todos eles (veja os números abaixo).
A pesquisa foi encomendada pela Genial Investimentos e ouviu 2.004 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 27 e 31 de março. A margem de erro é de dois pontos para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
BLOG DA DANIELA LIMA: Estou me preparando para ser candidato em 2026, diz Lula a senadores
Cenários de 2º turno
A pesquisa criou oito possíveis cenários na pesquisa estimulada para o 2º turno das eleições para presidente, em 2026:
Cenário 1
Lula aparece tecnicamente empatado, no limite da margem de erro, com o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) — ele está inelegível pela Justiça Eleitoral até 2030 e não pode se candidatar na próxima disputa presidencial.
Lula soma 44% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro, 40%. Outros 3% estão indecisos e 13% vão votar em branco, nulo ou não vão votar.
Veja os números:
Lula (PT): 44%;
Jair Bolsonaro (PL): 40%;
Indecisos: 3%;
Branco/nulo/não vai votar: 13%.
Cenário 2
Em uma eventual disputa contra Michelle Bolsonaro (PL), Lula aparece com 44%, enquanto a ex-primeira-dama tem 38%. Indecisos são 3%, e 15% votariam em branco, nulo ou não votariam.
Veja os números:
Lula (PT): 44%;
Michelle Bolsonaro (PL): 38%;
Indecisos: 3%;
Branco/nulo/não vai votar: 15%.
Cenário 3
Lula tem 43% das intenções de voto contra o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que aparece com 37%. Indecisos somam 4%, e 16% indicam votar em branco, nulo ou não votar.
Veja os números:
Lula (PT): 43%;
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 37%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 16%.
Cenário 4
Com Ratinho Júnior (PSD) na disputa de 2º turno, Lula soma 42%, e o governador paranaense, 35%. Indecisos são 4%, e brancos, nulos e não vão votar, 19%.
Veja os números:
Lula (PT): 42%;
Ratinho Júnior (PSD): 35%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 19%.
Cenário 5
Em uma possível disputa contra Pablo Marçal (PRTB), o presidente Lula tem 44% das intenções de voto, enquanto o empresário tem 35%. Indecisos são 4% e brancos, nulos e não vão votar, 17%.
Veja os números:
Lula (PT): 44%;
Pablo Marçal (PRTB): 35%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 17%.
Cenário 6
Lula seria escolhido por 45% dos entrevistados em um eventual 2º turno contra o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL), que tem 34% das intenções de voto. Indecisos são 4%, e brancos, nulos e não vão votar somam 17%.
Veja os números:
Lula (PT): 45%;
Eduardo Bolsonaro (PL): 34%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 17%.
Cenário 7
Contra o governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), Lula aparece com 43% das intenções de voto, contra 31% de Zema. Indecisos são 5%; brancos, nulos e não vão votar, 21%.
Veja os números:
Lula (PT): 43%;
Romeu Zema (Novo): 31%;
Indecisos: 5%;
Branco/nulo/não vai votar: 21%.
Cenário 8
O presidente Lula tem 44% dos votos se tiver como adversário Ronaldo Caiado (União Brasil), governador de Goiás, que soma 30%. Indecisos são 4%, e 22% dizem votar em branco, nulo ou não votariam.
Veja os números:
Lula (PT): 44%;
Ronaldo Caiado (União Brasil): 30%;
Indecisos: 4%;
Branco/nulo/não vai votar: 22%.
Lula deveria se candidatar à reeleição?
A pesquisa também perguntou aos entrevistados se achavam que Lula deveria se candidatar à reeleição em 2026.
Para 35% dos entrevistados, o presidente deveria tentar um novo mandato. A maior parte, 62%, é contra. Os que não souberam ou não responderam são 3%.
Veja os números:
Sim: 35
Não: 62%
Não sabe ou não respondeu: 3%
Alternativas da direita
O levantamento também perguntou quem deveria ser o candidato da direita se Bolsonaro não for candidato. Tarcísio, Michelle e Marçal empatam entre si dentro da margem de erro. O governador do Paraná, Ratinho Júnior (PSD), aparece empatado com Marçal, mas não com Tarcísio e Michelle.
Veja os números:
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 15%;
Michelle Bolsonaro (PL): 14%;
Pablo Marçal (PRTB): 11%;
Ratinho Júnior (PSD): 9%;
Eduardo Bolsonaro (PL): 4%;
Romeu Zema (Novo): 4%;
Ronaldo Caiado (União): 4%;
Eduardo Leite (PSDB): 3%;
Outros: 1%;
Nenhum desses: 19%;
Não sabem/não responderam: 16%.
A pesquisa também perguntou do que os entrevistados mais têm medo hoje: de Lula continuar na presidência ou de Bolsonaro voltar a ser presidente. O levantamento aponta empate técnico entre as duas opções.
Veja os números:
Bolsonaro voltar: 44%;
Lula continuar: 41%;
Tenho medo dos dois: 6%;
Não tenho medo de nenhum dos dois: 4%;
Não sabe/não respondeu: 5%.
Lula e Bolsonaro têm mesma rejeição
Lula (PT) e Bolsonaro (PL)
Wilton Junior/Estadão Conteúdo e Adriano Machado/File Photo
O levantamento também mostra que Lula tem 55% de rejeição, que é a fatia de eleitores que dizem que não votariam nele.
O percentual indica uma alta em relação a janeiro, quando o índice era de 49%.
Apesar da alta, Lula segue empatado com Bolsonaro em rejeição, que também tem 55%, uma oscilação de dois pontos para cima em relação a janeiro. Na pesquisa de dezembro, Bolsonaro aparecia como mais rejeitado que Lula
A rejeição do ex-presidente e do presidente é semelhante à do deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-RJ), que tem 56%.
Os menos rejeitados são os governadores Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, com 24%, e Ronaldo Caiado (União Brasil), de Goiás, com 26%. Porém, ambos são os candidatos menos conhecidos dos entrevistados (veja mais abaixo).
Veja os números:
Lula (PT)
Conhece e votaria: 41% (eram 47% em janeiro);
Conhece e não votaria: 55% (eram 49%);
Não conhece: 4% (eram 4%)
Jair Bolsonaro (PL)
Conhece e votaria: 39% (eram 41%);
Conhece e não votaria: 55% (53%);
Não conhece: 6% (eram 6%).
Michelle Bolsonaro (PL)
Conhece e votaria: 30% (eram 29%);
Conhece e não votaria: 48% (eram 49%);
Não conhece: 22% (eram 22%).
Tarcísio de Freitas (Republicanos)
Conhece e votaria: 26% (eram 23%);
Conhece e não votaria: 32% (eram 32%);
Não conhece: 42% (eram 45%).
Eduardo Bolsonaro (PL)
Conhece e votaria: 23% (eram 22%);
Conhece e não votaria: 56% (eram 55%);
Não conhece: 21% (eram 23%).
Pablo Marçal (PRTB)
Conhece e votaria: 22% (eram 26%);
Conhece e não votaria: 45% (eram 42%);
Não conhece: 33% (eram 32%).
Ratinho Júnior (PSD)
Conhece e votaria: 20% (eram 17%);
Conhece e não votaria: 29% (eram 32%);
Não conhece: 51% (eram 51%).
Romeu Zema (Novo)
Conhece e votaria: 15% (eram 15%);
Conhece e não votaria: 24% (eram 23%);
Não conhece: 61% (eram 62%)
Ronaldo Caiado (União Brasil)
Conhece e votaria: 11% (eram 11%);
Conhece e não votaria: 26% (eram 21%);
Não conhece: 63% (eram 68%).
Lula durante evento da Petrobras, em fevereiro
Ricardo Stuckert/Presidência da República
Política
Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda
A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.
Política
Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja
Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).
Política
Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado
Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP
O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).
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