Economia
Magazine Luiza anuncia megaloja onde funcionava a Livraria Cultura, no Conjunto Nacional
Espaço em São Paulo deverá reunir todas as marcas do grupo, incluindo Netshoes, KaBuM! e Época Cosméticos, informou a varejista. Imagem de arquivo mostra loja do Magazine Luiza em SP
Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo
O Magazine Luiza informou nesta terça-feira (21) que vai abrir uma megaloja no Conjunto Nacional, em São Paulo, no espaço onde funcionava a Livraria Cultura — que fechou as portas em abril deste ano (relembre mais abaixo).
A varejista ainda não informou quando a nova loja será inaugurada.
O CEO do Magalu, Frederico Trajano, afirmou que a intenção é criar uma “loja conceito”, com produtos de todas as marcas do grupo, incluindo Netshoes, KaBuM! e Época Cosméticos.
“Será um ponto estratégico para o fortalecimento das nossas lojas físicas”, disse, durante a Expo Magalu, evento voltado aos sellers [vendedores parceiros] da companhia.
Fachada da Livraria Cultura, no Conjunto Nacional, em foto de 2023.
Renata Bitar/g1
Segundo a varejista, a nova loja irá preservar os espaços históricos e culturais do local, como o teatro Eva Hertz, instalado nas dependências da antiga Livraria Cultura.
O Magalu informou ainda que a chamada “loja conceito” seguirá o modelo de negócio de “multicanalidade do Magalu”.
Os clientes vão encontrar ofertas e serviços como retirada na loja, disse a companhia, enquanto os vendedores parceiros contarão com o espaço como “mais um ponto de entrega de itens vendidos no marketplace”.
“Nós queremos levar para lá, para o nosso estoque, produtos dos nossos varejistas parceiros”, finalizou Trajano.
O que aconteceu com a Livraria Cultura?
A icônica loja da Livraria Cultura, no Conjunto Nacional, fechou as portas em abril deste ano. Conforme noticiou o g1, a unidade acumulava, desde 2020, dívidas de aluguel acima de R$ 15 milhões.
Em fevereiro, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) havia negado o pedido da Cultura, que está em recuperação judicial, para suspender a ordem de despejo da loja.
Ao fechar as portas no Conjunto Nacional, a livraria informou ao g1 que a venda dos produtos havia sido suspensa e que apenas o teatro e o restaurante estavam funcionando.
A empresa vinha enfrentando uma forte crise desde meados de 2015, após o encolhimento do mercado editorial.
Em 2018, entrou com pedido de recuperação judicial, alegando uma crise econômico-financeira, com dívidas somando R$ 285,4 milhões — a maior parte com fornecedores e bancos.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
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O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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