Economia
MAPA: Veja onde estão as cidades mais ‘casamenteiras’ e ‘separadeiras’ do Brasil
Sapucaia, no interior do Pará, tem taxa de casamentos por habitante 18 vezes maior que a média nacional. Já cidades do Paraná se destacam com altas taxas de divórcio. Lei brasileira permite casamento a partir dos 16 anos
Reprodução/Freepik
Novos dados da Pesquisa de Registros Civis divulgados nesta quarta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram em quais cidades foram registrados cada um dos 970 mil casamentos e dos 420 mil divórcios de 2022.
O índice nacional de casamentos é de 6 a cada mil habitantes de 16 anos ou mais (idade legal para casar). Já o de divórcio é de 2,5 a cada mil habitantes.
💍 As duas cidades mais casamenteiras do Brasil estão no Pará. São os municípios com a maior taxa de nupcialidade, ou seja, o maior índice de casamentos a cada mil habitantes:
Sapucaia: 111 casamentos a cada mil habitantes
Abel Figueiredo: 71 casamentos a cada mil habitantes.
💔 Já as cidades com maiores taxas de divórcio estão no Paraná:
Ivatuba: 7 divórcios a cada mil habitantes
Iracema do Oeste: 6 divórcios a cada mil habitantes.
Outras quatro cidades do Paraná estão entre as dez com os maiores índices de divórcio: Altamira do Paraná, Inajá, Serranópolis do Iguaçu e Nossa Senhora das Graças.
Veja abaixo quantos casamentos e divórcios foram registrados em sua cidade:
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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