Economia
Marca de pão de queijo vira referência em mais de 40 estados nos Estados Unidos
Conheça a história da PaneBras USA e descubra onde encontrar essas delícias. Paulo Ferreira, dono da PaneBras USA, exibe o carro-chefe da marca: o pão de queijo
Divulgação
Só quem vive longe do Brasil sabe a falta que faz aquele pão de queijo, o pão francês e tantos outros produtos da nossa terra, como o açaí. A boa notícia é que, mesmo estando nos Estados Unidos, você pode usufruir dessas delícias e se sentir um pouco mais perto de casa.
Depois de 32 anos como aviador no Brasil, Paulo Ferreira desembarcou nos Estados Unidos pensando somente em descansar e curtir a aposentadoria. Até que, um belo dia, o bichinho do empreendedorismo o picou e ele teve uma ideia ousada: vender pão de queijo e pão francês para um público que ainda mal conhecia a marca PaneBras do Brasil. O que começou com um convite inesperado de um amigo se transformou em uma das maiores distribuidoras de produtos brasileiros no país: a PaneBras USA.
Um pouco dessa história…
Aqui você descobre onde encontrar o pão de queijo e outras delícias da marca
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A história começou em 2016, quando Paulo e sua mulher, Cynthia, decidiram dar ouvidos à proposta de um amigo, dono de uma das maiores fábricas de pão de queijo no Brasil. Naquele exato momento, o casal arregaçou as mangas e deixar de lado os planos de descansar em solo americano. Em pouco tempo, já estavam abrindo empresa, procurando galpão, comprando veículos refrigerados e desenvolvendo embalagens para dar vida à sua visão. Tudo isso antes mesmo do primeiro pedido.
Tudo começou com o pão francês. Uma pesquisa de mercado indicava uma grande demanda, mas a realidade foi outra. Dos dois contêineres importados, um e meio acabou vencendo e indo para o lixo. As portas se fecharam, as desculpas apareciam e o investimento parecia afundar. Mas Paulo não desistiu. Criou uma rotina com a pequena equipe, analisando erros diariamente e reformulando a abordagem.
Foi aí que o pão de queijo entrou em cena e virou o jogo. A marca PaneBras ainda era desconhecida até mesmo no Brasil, o que exigiu um trabalho incansável de divulgação. Paulo percorreu mercados, ofereceu degustações, montou fornos e estufas nos estabelecimentos e recusou propostas de consignação. “Eu sabia que tínhamos um produto de qualidade. Não era qualquer pão de queijo, era o pão de queijo que eu queria para a minha família”, conta.
Com a certeza de que tinha um produto de excelência e muitos diferenciais, Paulo assumiu o volante da van, as entregas e as vendas. O casal trabalhava junto. Durante a semana planejavam, no fim de semana botavam o pé na estrada. Às vezes dormiam em postos de gasolina, improvisavam banho, dirigiam horas a fio. Tudo para manter a logística funcionando.
A pandemia trouxe novos desafios, como o aumento explosivo no custo dos fretes marítimos. Mas também abriu uma oportunidade: expandir para o norte do país. Com dois fornos e duas estufas na caminhonete, Paulo viajou até Massachusetts com a missão de só voltar quando vendesse tudo. Conseguiu. Em duas semanas, vendeu os 11 pallets e deu início à expansão da PaneBras no norte dos Estados Unidos, com um novo centro de distribuição em Hartford, Connecticut.
Uma parte da equipe da PaneBras USA
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Muito tempo se passou e hoje a empresa atende mais de 40 estados do território americano. Está buscando expansão para o Canadá e Europa, com foco na comunidade brasileira e latina, mas também conquistando o paladar americano. Segundo Paulo, nos últimos 16 meses houve um aumento de 30% no consumo por parte dos americanos. Hoje, por exemplo, os produtos da PaneBras são líderes de vendas nas redes Sysco, Seabras, Stew Leonard’s, Key Foods, Wild Fork, Bravo, Sea Word, Compare Foods, Unfi, Emporium 112, JL Market e Rede Mineirão.
O diferencial da PaneBras USA
Perguntamos a Paulo qual é o maior diferencial da PaneBras, e a resposta foi simples: amor. “E para ter amor, precisamos trabalhar com o que há de melhor”, diz ele.
O diferencial da PaneBras USA? Amor. “E, para ter amor, precisamos trabalhar com o que há de melhor”, diz ele.
Por isso, os produtos se destacam por serem mais saudáveis, com menos sal, mais queijo e sem aditivos químicos como o bromato de potássio que muitas empresas acabam usando, mesmo causando câncer.
O atendimento personalizado e o suporte com equipamentos para assar os produtos nos pontos de venda também se tornaram marca registrada da empresa, tudo feito com muito cuidado e carinho com o cliente.
“Nós não viemos aqui para trazer qualquer coisa. Nós viemos para trazer qualidade. E, quando tem qualidade, o cliente volta. Sempre volta”, completa Paulo, que continua à frente da operação, agora com equipe estruturada, frota própria, três centros de distribuição, 40 estados atendidos e uma missão clara: matar a saudade do Brasil.
Descubra aqui onde encontrar o sabor brasileiro mais perto de você.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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