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Política

‘Marco para a democracia brasileira, mas a luta não acabou’: em editorial, ‘Guardian’ apoia a condenação de Bolsonaro

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PLANTÃO: STF forma maioria para condenar Bolsonaro por organização criminosa
“Um marco para a democracia brasileira, mas esta luta não acabou”, disse, nesta sexta-feira (12), o jornal britânico The Guardian sobre a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), decretada pelo STF na quinta.
No editorial, o jornal apoiou a condenação de Bolsonaro, afirmando que ele foi sentenciado a “27 anos de prisão por liderar uma conspiração criminosa para anular as eleições de 2022 e ‘aniquilar’ a democracia por meio de um golpe”.
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👉🏽Entenda: editorial é o nome dado ao artigo que representa a opinião do veículo de comunicação que o publica.
O texto ainda ressalta que a condenação enviou uma mensagem importante para o mundo: “A necessidade de responsabilizar os líderes que minam as normas democráticas”.
“O Brasil conseguiu sustentar a vontade do povo contra as tramas de um populista que aspirava ao autoritarismo. Essa vitória deve ser defendida, mas também mostra a outros o que é possível.”, publicou o The Guardian.
The Guardian opina sobre condenação de Bolsonaro: “Marco para a democracia brasileira, mas a luta não acabou”
Reprodução/The Guardian
The New York Times
Mais cedo, o The New York Times também se posicionou sobre a condenação de Jair Bolsonaro. O Brasil teve sucesso onde os Estados Unidos falharam, afirmou o jornal americano.
O artigo de opinião contextualizou a reação de Trump —o republicano se disse surpreso e “muito insatisfeito”— à condenação com as sanções econômicas e a autoridades brasileiras, incluindo ao Alexandre de Moraes, para relembrar que os EUA tentaram subverter o sistema legal do Brasil durante o julgamento.
Depois, concluiu: “Na prática, o governo dos EUA está punindo os brasileiros por fazerem algo que os americanos deveriam ter feito, mas não fizeram: responsabilizar um ex-presidente por tentar reverter uma eleição”.
A fala foi uma referência à invasão ao Capitólio 6 de janeiro em 2021 por apoiadores de Trump —Trump não foi responsabilizado juridicamente pelo incidente e libertou os presos em janeiro, quando retornou à Casa Branca.
Artigo de opinião do jornal ‘The New York Times’, dos Estados Unidos, faz paralelo entre condenação de Jair Bolsonaro e democracia nos EUA.
Reprodução
Condenação
➡️Por 4 votos a 1, o STF decidiu que Bolsonaro é responsável por todos os cinco crimes apontados pela Procuradoria-Geral da República (PGR), ligados aos atos que buscaram derrubar a democracia e impedir a posse de Lula como presidente entre o fim de 2022 e o início de 2023:
tentativa de golpe de Estado;
organização criminosa;
tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito;
dano qualificado;
e deterioração de patrimônio tombado.
Juntando as condenações por esses crimes, Bolsonaro foi sentenciado a 27 anos e 3 meses de prisão, além de ficar inelegível por 8 anos após o término do cumprimento da pena.
Veja abaixo como a imprensa internacional noticiou a condenação histórica.
Repercussão internacional
The New York Times: avaliou que a condenação deve intensificar o conflito entre Brasil e Estados Unidos.
Reuters: destacou que Bolsonaro é o primeiro ex-presidente condenado por atentado à democracia.
The Guardian: disse que ele pode pegar décadas de prisão por liderar a conspiração.
Washington Post: ressaltou que defesa do ex-presidente vai recorrer.
Wall Street Journal: afirmou que a condenação deve inflamar a disputa entre Trump e Lula.
Bloomberg: destacou que Bolsonaro acusa o STF de perseguição política.
The Economist: lembrou fala do ex-presidente feita em 2022 e disse que o julgamento mostrou que “ele estava errado”.
El País: avaliou que o Brasil deu um passo importante contra a impunidade.
BBC: explicou que o plano golpista culminou nos ataques de 8 de janeiro de 2023.
Clarín: afirmou que o julgamento de Bolsonaro é “histórico”.
The New York Times
The New York Times repercute a formação de maioria no STF para condenação de Bolsonaro.
Reprodução/The New York Times
O The New York Times disse que Bolsonaro foi condenado “por liderar uma conspiração fracassada para anular as eleições de 2022 em um plano de golpe que incluía dissolver os tribunais, dar poderes às Forças Armadas e assassinar o presidente eleito”.
Além disso, o jornal avaliou que a condenação deve aumentar as tensões entre Brasil e Estados Unidos. O principal motivo é a sobretaxa de 50% imposta pelos EUA sobre os produtos brasileiros, somada à aplicação da Lei Magnitsky contra o ministro Alexandre de Moraes.
“A Casa Branca tentou forçar o Brasil a desistir do caso com tarifas elevadas, uma investigação comercial e sanções severas contra o ministro da Suprema Corte que a liderava. Em vez disso, vários juízes brasileiros criticaram as tentativas dos EUA de intervir ao votarem pela condenação”, publicou o jornal.
Reuters
Agência Reuters repercute a formação de maioria no STF para condenação de Bolsonaro.
Reprodução/Reuters
A agência de notícias Reuters afirmou que Bolsonaro está sendo julgado por planejar um golpe para permanecer no poder após perder a eleição de 2022.
“A decisão presumida pela maioria de um painel de cinco ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) faz de Bolsonaro o primeiro ex-presidente na história do país a ser condenado por atentado à democracia”, diz a reportagem.
A agência lembrou que a condenação não foi unânime, já que o ministro Luiz Fux votou pela absolvição do ex-presidente. Para a Reuters, esse voto trouxe alívio entre apoiadores de Bolsonaro e pode abrir caminho para contestações da decisão.
Segundo a Reuters, a condenação de Bolsonaro se soma a outros casos envolvendo líderes de extrema-direita no mundo, como Marine Le Pen, na França, e Rodrigo Duterte, nas Filipinas.
The Guardian
The Guardian repercute a condenação de Bolsonaro.
Reprodução/The Guardian
O The Guardian afirmou que Jair Bolsonaro foi condenado a mais de 27 anos de prisão por “planejar um golpe militar e tentar ‘aniquilar’ a democracia” brasileira.
O jornal britânico também destacou o voto divergente do ministro Luiz Fux, que defendeu a absolvição de Bolsonaro ao alegar não haver provas de que o ex-presidente tivesse participado de um complô para um golpe.
“Alguns temem que o questionamento de Fux sobre a autoridade dos juízes sobre o caso possa abrir caminho para contestações legais e até mesmo para a anulação do julgamento no futuro”, disse o The Guardian na publicação.
The Washington Post
The Washignton Post repercute condenação de Bolsonaro.
Reprodução/ The Washington Post
O Washington Post destacou que o julgamento de Bolsonaro divide a sociedade brasileira, com parte da população apoiando a condenação do ex-presidente e outra se posicionando contra.
“Alguns foram às ruas para apoiar o líder de extrema direita, que alega estar sendo perseguido politicamente”, disse.
Além disso, o jornal afirmou que Bolsonaro continua sendo “um ator político poderoso no Brasil”. Isso, conforme a reportagem, se deve à influência que ele pode ter nas eleições de 2026.
“Espera-se que ele escolha um herdeiro que provavelmente desafiará Lula no próximo ano. A decisão pode levar os parlamentares aliados de Bolsonaro a buscar alguma anistia para ele no Congresso”, concluiu.
Wall Street Journal
The Wall Street Jornal repercute a condenação de Bolsonaro.
Reprodução/ The Wall Street Jornal
O Wall Street Journal disse que a condenação de Bolsonaro deve inflamar a “disputa” entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e Lula.
“Mandar Bolsonaro, de 70 anos, para a prisão seria um desafio aos esforços de Trump para sabotar um caso que eletrizou o maior país da América Latina e colocou o Brasil no centro da guerra comercial do governo americano”, diz o jornal.
“O julgamento sela a queda dramática de Bolsonaro e seus aliados de direita, que chegaram à vitória em 2018 prometendo impor a lei e a ordem em um país assolado pela corrupção, crime e caos político.”
A reportagem relembrou que Trump aplicou tarifas de 50% contra o Brasil pelo que classificou como “caça às bruxas” contra Bolsonaro. O jornal americano diz ainda que o governo brasileiro se prepara para uma reação negativa da Casa Branca.
Bloomberg
Bloomberg repercute a condenação de Bolsonaro.
Reprodução/ Bloomberg
A agência Bloomberg destacou que Bolsonaro se tornou o primeiro ex-presidente brasileiro a ser condenado por uma tentativa de golpe. A reportagem afirma que Bolsonaro vem acusando o STF de perseguição política.
“Ao final do julgamento, a defesa de Bolsonaro poderá apresentar embargos de declaração à mesma turma, caso considere que a decisão contém omissões, contradições, ambiguidades ou erros de grafia”, diz a reportagem.
A Bloomberg também citou um projeto de lei de anistia “que protege Bolsonaro” que pode entrar na pauta do Congresso Nacional. No entanto, a agência lembra que, apesar de a Câmara ter sinalizado disposição em votar a proposta, o Senado demonstrou pouco apoio.
The Economist
The Economist repercute a condenação de Bolsonaro.
Reprodução/ The Economist
A reportagem do The Economist abre relembrando uma fala de Bolsonaro de 2022, na qual ele afirmou que não seria preso se perdesse as eleições. Segundo o jornal, o julgamento no STF mostrou que “ele estava errado”.
“Em 11 de setembro, o Supremo Tribunal Federal (STF) votou pela condenação de Bolsonaro por cometer um golpe de Estado. O político de extrema direita deve ser sentenciado em 12 de setembro, juntamente com vários ex-ministros e oficiais militares”, afirma.
“A condenação é histórica. O Brasil sofreu inúmeros golpes desde sua independência em 1822. O mais recente inaugurou uma ditadura militar que governou de 1964 a 1985 e matou centenas de pessoas.”
El País
El País repercute a condenação de Bolsonaro.
Reprodução/ El País
O El País disse que o Brasil deu “um passo importante contra a impunidade” ao condenar o ex-presidente Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado. A reportagem também citou a pressão internacional sobre a corte.
“Apesar da forte pressão de Donald Trump nos Estados Unidos, o julgamento continuou. O tribunal brasileiro pretende decidir as sentenças nesta sexta-feira”, afirma.
Ainda segundo o jornal, o julgamento é o mais significativo do Brasil nos últimos anos. O El País destacou ainda que o voto decisivo foi dado pela única mulher no STF.
BBC
BBC repercute a condenação de Bolsonaro.
Reprodução/ BBC
A BBC explicou que a maioria para condenação foi formada após quatro dos cinco juízes da Primeira Turma do STF terem considerado Bolsonaro culpado de liderar uma conspiração para mantê-lo no poder após as eleições de 2022.
“Embora o plano não tenha conseguido apoio militar suficiente para prosseguir, ele culminou na invasão de prédios do governo pelos apoiadores de Bolsonaro em 8 de janeiro de 2023, concluíram os juízes.”
A emissora britânica destacou que houve apenas um único voto divergente na Corte sobre a trama golpista. A reportagem cita ainda que Bolsonaro sempre afirmou ser inocente.
Clarín
Clarín repercute a formação de maioria no STF para condenação de Bolsonaro.
Reprodução
O argentino Clarín afirmou que o STF considerou Bolsonaro e outros sete réus culpados. O jornal também classificou o julgamento como “histórico”.
“A trama se desenvolveu em várias fases e começou com uma dura campanha de descrédito às instituições e ao sistema eleitoral do país, liderada pelo próprio Bolsonaro, segundo a acusação.”
O Clarín afirmou ainda que Bolsonaro está em prisão domiciliar desde agosto e que resolveu não participar das sessões de julgamento por problemas de saúde.
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Política

Câmara pode votar nesta terça PL da Misoginia, que equipara crime ao racismo e prevê penas maiores; entenda

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A Câmara dos Deputados pode votar nesta terça-feira (30) o chamado PL da Misoginia. O projeto projeto de lei equipara a misoginia ao racismo e prevê penas maiores para crimes de ódio contra mulheres.
Combate à misoginia: 36 projetos sobre o tema tramitam na Câmara dos Deputados
Aprovado por unanimidade no Senado Federal em março deste ano, o projeto foi incluído na pauta da Câmara desta terça.
🔎Apresentado pela senadora Ana Paula Lobato (PDT-MA) em 2023, o projeto altera a Lei do Racismo e o Código Penal. Se o PL for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente da República, a misoginia passará a ser equiparada ao racismo, com previsão de reclusão de dois a cinco anos, além de multa. A proposta agrava a punição quando a vítima for criança, adolescente, idosa ou pessoa com deficiência, ou quando o crime for cometido por duas ou mais pessoas.
O crime também passa a ser inafiançável e imprescritível. Na prática, isso significa que não cabe fiança e que o delito não deixa de ser punido com o passar do tempo.
Oposição vê ‘censura’, relatora defende projeto
O texto causa divergência entre parlamentares da oposição e divide opiniões nas redes sociais. A redação aprovada pelos senadores não agrada às bancadas mais conservadoras da Câmara, que vêem na proposta uma ameaça à liberdade religiosa.
Logo após o resultado no Senado, o deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) classificou o projeto como uma “aberração” em uma rede social.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) também se pronunciou. Em uma rede social, afirmou que o projeto de lei se trata de uma “tentativa de censura, de autoritarismo, para interferir nas relações humanas e na liberdade de expressão”.
A deputada Júlia Zanatta (PL-SC) fez críticas ao texto aprovado pelo Senado.
Mario Agra /Câmara dos Deputados
Relatora da proposta na Câmara, a deputada Tábata Amaral (PSB-SP) apresentou alterações ao texto aprovado pelo Senado e redefiniu o conceito de misoginia. No novo substitutivo, a redação define o crime como a indução ou incitação “à violência, à restrição do pleno exercício de direitos ou à ofensa à dignidade da mulher”.
Na primeira versão da proposta, o termo jurídico era caracterizado como “ódio” ou “aversão” às mulheres.
O texto também inclui a misoginia no artigo que trata dos crimes de “praticar, induzir ou incitar discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião ou procedência nacional”. Nesses casos, a pena prevista é de um a três anos de reclusão e multa.
Deputada Tábata Amaral (PSB-SP)
Vinicius Loures/Câmara dos Deputados
Em reunião de líderes da Câmara neste mês, a relatora defendeu a importância do projeto ao mencionar a morte de uma jovem no interior de São Paulo durante um salto de rope jump. O Ministério Público paulista pediu a abertura de investigação sobre os ataques misóginos envolvendo o caso.
“Acho que esse caso reforça ainda mais a urgência desse projeto. Mostra o quanto é importante traçarmos uma linha sobre o que é, ou não, tolerável em uma sociedade que se propõe a proteger as mulheres”, disse Tábata.
Ambiente digital
A proposta que será analisada pelo plenário da Câmara dos Deputados busca penalizar de forma mais severa crimes praticados no ambiente digital, onde a violência contra a mulher tem aumentado.
O texto prevê a suspensão temporária de contas ou perfis em redes sociais utilizados para o cometimento do crime, além da suspensão temporária de contas ou perfis em aplicações de internet administradas, direta ou indiretamente pelo usuário infrator.
Além disso, a pena poderá ser aumentada nos casos em que o crime for cometido com o objetivo de obter vantagem econômica, direta ou indireta, inclusive por meio do aumento de audiência, engajamento, alcance ou visibilidade em meios de comunicação ou plataformas digitais.
A proposta também torna mais graves os crimes de misoginia praticados por agentes que detenham expressiva audiência, engajamento, alcance ou visibilidade no ambiente virtual.

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Política

Presidenciáveis celebram vitória do Brasil; Flávio Bolsonaro usa número de Martinelli e Lula posa com Janja

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Depois de uma partida tensa contra o Japão nesta segunda-feira (29), o Brasil garantiu vaga nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. O placar final foi de 2 a 1, com gols de Casemiro e Gabriel Martinelli – esse último aos 49 minutos do segundo tempo.
O torneio mundial tem sido abordado pelos pré-candidatos à Presidência, e desta vez não foi diferente.
Lula posta fotos nas redes sociais para comemorar vitória do Brasil, enquanto Flávio fez um vídeo em referência ao número ’22’ de Martinelli
Reprodução/Instagram
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez uma referência ao número da camisa de Martinelli: 22, que é também o número do Partido Liberal nas urnas. “Não queria falar nada, mas o 22 salvou o Brasil”, disse Flávio em um vídeo curto publicado nas redes sociais.
Irmão de Flávio, o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) publicou uma montagem do jogador ao lado do candidato que diz o seguinte: “o 22 que salvou a seleção brasileira” e “o 22 que salvará o Brasil”. Eduardo esteve no estádio, em Houston (EUA), para acompanhar o jogo.
Já o presidente Lula (PT), que tenta a reeleição, postou algumas fotos com os braços para cima, comemorando o resultado da partida. Lula foi registrado com a primeira-dama Janja, o ministro das Relações Institucionais, José Guimarães, e a ministra da Cultura, Margareth Menezes. Nas fotos, Lula usa a jaqueta amarela do Comitê Paralímpico Brasileiro.
Brasil vence o Japão e está nas oitavas: veja os gols do jogo no Jornal Hoje
“Vamos com tudo, Brasil!!! Muita emoção. Parabéns à seleção pela garra e pela vitória. O Brasil inteiro está na torcida. Rumo às oitavas!”, escreveu o presidente nas redes sociais.
O ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema, pré-candidato a presidente pelo Novo, publicou uma montagem de duas ilustrações de comida com a seguinte frase: “churrasco é sempre melhor que sushi”. “Deu a lógica”, escreveu na legenda da postagem.
Renan Santos, presidenciável do Missão, por sua vez, publicou stories em um carro comentando o resultado. “Se o Brasil pegar a Noruega e amassar a Noruega, o Brasil vira um dos favoritos da Copa. E olha que não era”, analisou.
O ex-governador de Goiás Ronaldo Caiado, pré-candidato a presidente pelo PSD, não abordou o jogo nas suas redes sociais.
O Brasil volta a campo no domingo, dia 5 de julho, a partir das 17h, no horário de Brasília. A disputa será contra Noruega ou Costa do Marfim, a depender do resultado da partida nesta terça-feira (30).

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Política

Datafolha divulga a partir de domingo (5) pesquisa presidencial com eleitores de SP e intenções de voto para governo do estado e Senado

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Pesquisa Datafolha divulgada inclurá cenários de 2º turno entre Lula, Flávio Bolsonaro, Ronaldo Caiado e Romeu Zema
Reprodução
O Datafolha realiza nesta semana uma pesquisa com as intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a disputa presidencial.
Segundo as informações enviadas ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a pesquisa pode ser divulgada a partir do próximo domingo (5) e trará também os números da eleição para o governo de São Paulo e para o Senado.
O levantamento foi encomendado pelo jornal Folha de S.Paulo e ouvirá 1.608 pessoas entre quarta (1º) e sexta-feira (3). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos.
Para a eleição presidencial, o Datafolha traz um cenário com 13 pré-candidatos no 1º turno. Veja a lista:
Flávio Bolsonaro (PL)
Lula (PT)
Romeu Zema (Novo)
Ronaldo Caiado (PSD)
Renan Santos (Missão)
Joaquim Barbosa (DC)
Augusto Cury (Avante)
Cabo Daciolo (Mobiliza)
Hertz Dias (PSTU)
Rui Costa Pimenta (PCO)
Samara Martins (UP)
Aécio Neves (PSDB)
Edmilson Costa (PCB)
Serão três cenários de 2º turno:
Lula x Flávio Bolsonaro
Lula x Ronaldo Caiado
Lula x Romeu Zema
Agora no g1
Pesquisa com eleitorado nacional
Em junho, quando ouviu eleitores de todo o país, Datafolha mostrou que Lula (PT) tinha 41% das intenções de voto no cenário de 1º turno, enquanto Flávio Bolsonaro (PL) somava 31%.
No 2º turno, Lula aparecia com 47%, contra 43% de Flávio Bolsonaro, repetindo o cenário captado na pesquisa de maio.
Avaliação de Lula e Tarcísio em SP

O Datafolha vai mostrar também como estão as avaliações do presidente Lula e do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) entre os eleitores de São Paulo.
O instituto questionará também se o eleitor leva em conta o apoio de Lula ou do ex-presidente Jair Bolsonaro para votar em um candidato a governador.
O questionário enviado ao TSE traz ainda uma pergunta sobre qual é o principal problema de São Paulo. Saúde, educação e violência estão entre os temas apresentados aos eleitores.
Eleição para governador
O Datafolha incluiu os nomes de cinco pré-candidatos no cenário de 1º turno da eleição estadual e vai testar também os índices de rejeição de cada um.
Quem são eles:
Carlos Machado (PCB);
Fernando Haddad (PT);
Tarcísio de Freitas (Republicanos);
Vera Lúcia (PSTU);
Vivian Mendes (UP).
Em março, o instituto mostrou que Tarcísio liderava os cenários de 1º e 2º turno. Na simulação de 2º turno, o governador venceria por Haddad 52% a 37%.
Nesse cenário, 10% disseram que votariam em branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 1% afirmou não saber em quem votaria.
O mesmo cenário de 2º turno será testado agora, com Tarcísio e Haddad na disputa.
Voto para Senado
O Datafolha vai apresentar seis nomes de pré-candidatos ao Senado aos entrevistados para medir as intenções de voto. Os nomes:
André do Prado (PL);
Guilherme Derrite (PP);
Marina Silva (Rede);
Paulinho da Força (Solidariedade);
Ricardo Salles (NOVO);
Simone Tebet (PSB).

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