Economia
Maxmilhas, do grupo 123 Milhas, diz que vai parcelar pagamento de clientes
Empresa afirmou que foi ‘surpreendida pelas decisões isoladas tomadas pela 123 Milhas recentemente’ e que, por isso, teria que parcelar o depósito de venda das milhas. Maxmilhas, do grupo 123 Milhas, diz que vai parcelar pagamento de clientes
Reprodução/Maxmilhas
A Maxmilhas anunciou nesta terça-feira (29) que vai parcelar o pagamento de vendas de milhas em sua plataforma.
A empresa pertence ao grupo 123 Milhas, que, no dia 18 de agosto, suspendeu pacotes e passagens aéreas da sua linha “Promo” que já tinham sido comprados para viagens entre setembro e dezembro de 2023.
Nas redes sociais, clientes da Maxmilhas têm compartilhado o comunicado enviado hoje, que informa que o parcelamento será feito em três vezes.
“O valor pela venda das suas milhas será reprogramado em 3 parcelas, da seguinte forma a partir da data de vencimento original: 30 dias; 60 dias; 90 dias”, explica a empresa aos consumidores.
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Ao g1, a Maxmilhas informou que fez essa alteração após “decisões isoladas tomadas pela 123 Milhas” (leia o comunicado ao final da reportagem).
Já a Hotmilhas, que também faz parte do grupo 123 Milhas e que está com atividades pausadas, ainda não informou como serão feitos os pagamentos. Alguns milheiros já relatam que não recebem desde a semana passada.
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Relação 123 Milhas e Maxmilhas
Em janeiro deste ano, a 123 Milhas e a Maxmilhas anunciaram um acordo de fusão.
A Maxmilhas foi fundada em 2012 por Max Oliveira. Mas, atualmente, os administradores da 123 Milhas são os únicos no quadro societário da empresa – Ramiro Julio Soares Madureira como presidente, e Augusto Julio Soares Madureira como diretor.
Apesar da fusão, as operações das duas empresas seguiram independentes.
O que diz a MaxMilhas
“Apesar de termos sócios em comum, fomos surpreendidos pelas decisões isoladas tomadas pela 123 Milhas recentemente, assim como todo o mercado.
Mesmo com operações independentes, tais decisões estão se refletindo em nosso negócio e, também, no setor, gerando uma escassez de acesso à capital de giro no mercado.
Diante desse cenário, conversamos com nossos parceiros, fornecedores e ofertantes de milhas para acertar uma renegociação de alguns pagamentos com o objetivo de alcançar o equilíbrio operacional da empresa.
Já superamos desafios parecidos antes e estamos focados em buscar as melhores soluções possíveis para superá-los mais uma vez, mantendo nosso objetivo principal de fazer as pessoas viajarem mais”.
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Economia
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Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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