Economia
Melinda French Gates decide deixar a Fundação Gates
Bilionária anunciou nesta segunda-feira que renunciará ao cargo em junho deste ano. Ela é copresidente da entidade filantrópica que fundou ao lado Bill Gates, com quem foi casada por 27 anos. Eles se divorciaram em maio de 2021. Melinda French Gates durante discurso em Paris, na França, em 22 de junho de 2023.
Ludovic Marin/Pool via Reuters/Arquivo
A bilionária Melinda French Gates anunciou nesta segunda-feira (13) que irá renunciar ao cargo de copresidente da Fundação Bill e Melinda Gates, uma das maiores entidades de caridade privada do mundo.
Em uma publicação na rede social X, a ex-esposa do cofundador da Microsoft Bill Gates afirmou que a decisão foi tomada após uma “reflexão cuidadosa” sobre o assunto. Seu último dia na fundação será em 7 de junho.
“Estou imensamente orgulhosa da fundação que Bill e eu construímos juntos e do trabalho extraordinário que está sendo feito sobre as desigualdades em todo o mundo”, escreveu Melinda.
A bilionária também informou que, ao sair da fundação, ela terá um adicional de US$ 12,5 bilhões para dedicar ao seu trabalho “em prol das mulheres e das famílias”. A cifra, segundo Melinda, consta no acordo feito com Bill Gates.
A saída de Melinda da fundação é anunciada três anos após seu divórcio com Bill. Eles foram casados por 27 anos e se separaram em maio 2021. Na ocasião, no entanto, prometeram continuar o trabalho filantrópico juntos.
Em 2021, os Gates também anunciaram terem chegado a um acordo sobre como dividir seus bens matrimoniais, mas nenhum detalhe desse acordo foi divulgado na decisão final apresentada em tribunal.
Bill Gates se pronunciou nesta segunda-feira após o anúncio de Melinda.
“Lamento ver Melinda partir, mas tenho certeza de que ela terá um enorme impacto em seu futuro trabalho filantrópico”, disse o cofundador da Microsoft, em uma publicação no X.
A Fundação Bill e Melinda Gates é uma das forças mais poderosas e influentes na saúde pública global, tendo gasto mais de US$ 50 bilhões nas últimas duas décadas para trazer uma abordagem empresarial ao combate à pobreza e às doenças.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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