Economia
Mercado Livre é novo patrocinador do BBB 23
Empresa adquire cota Big e substitui a Americanas, assumindo o posto de patrocinador master do programa. Mercado Livre é o novo patrocinador do BBB 23
Divulgação
O Mercado Livre acaba de fechar contrato de patrocínio à edição nº 23 do programa Big Brother Brasil. A empresa adquiriu a cota Big, que inclui a participação em provas e atividades rotineiras do programa, como festas e ativações pontuais.
Com isso, a companhia assume o posto de patrocinador master e substitui a Americanas, que saiu do reality após as notícias de “inconsistências contábeis” no valor de R$ 20 bilhões.
Em nota, o diretor de marketing do Mercado Livre, Cesar Hiraoka, afirmou que a companhia está “entusiasmada” com a possibilidade de entrar na casa mais vigiada do Brasil.
“O Mercado Livre já entra na casa de milhões de brasileiros todos os dias, levando pacotes que carregam necessidades, desejos e até mesmo sonhos. Identificamos neste projeto um grande potencial de amplificar nosso propósito de democratizar o comércio, levando uma experiência de excelência em e-commerce a todo o Brasil”, disse.
“Será uma grande oportunidade de potencializar as conexões com o público consumidor e empreendedores de todo o país, comunicando benefícios e vantagens de todo nosso ecossistema”, completou.
Mais detalhes sobre o escopo da parceria serão divulgados nos próximos dias.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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