Economia
Meta apresenta ferramenta de transmissão ‘Canais’ no WhatsApp
Usuários da Colômbia e Cingapura serão os primeiros a receber acesso aos Canais. A Meta expandirá a disponibilidade da ferramenta para usuários em mais países. “Vamos permitir que qualquer pessoa crie um canal”, diz a empresa, em seu blog. Meta apresenta ferramenta de transmissão ‘Canais’ no WhatsApp
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A Meta apresentou nesta quinta-feira (8) os Canais do WhatsApp, uma ferramenta de transmissão para os administradores enviarem texto, fotos, vídeos, figurinhas e enquetes. A ideia é tornar o aplicativo um “produto de mensagens de transmissão privada”.
Usuários da Colômbia e Cingapura serão os primeiros a receber acesso aos Canais. Os parceiros globais de lançamento do recurso incluirão a Organização Mundial da Saúde (OMS) , o FC Barcelona e o Manchester City.
Meta apresenta ferramenta de transmissão ‘Canais’ no WhatsApp
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A Meta expandirá a disponibilidade da ferramenta para usuários em mais países, mas não deixou clara a data. “Vamos permitir que qualquer pessoa crie um canal”, diz a empresa, em seu blog.
Usuários poderão acompanhar o conteúdo de seus hobbies, equipes esportivas e atualizações de autoridades locais. As mensagens dos Canais aparecerão em uma nova aba chamada Atualizações, separada das conversas com familiares, amigos e comunidades. Nela, o usuário vai encontrar o Status e os canais que escolher seguir.
Fotos de perfil e informações de contato do administrador do canal não serão visíveis para os seguidores. Da mesma forma, os seguidores não terão seus números de telefone revelados.
O WhatsApp vai criar um diretório pesquisável no qual o usuário vai poder buscar os canais que pretende seguir. Também é possível acessar um canal por meio de links de convite enviados em conversas e e-mails ou publicados online.
O histórico do canais será armazenados nos servidores por até 30 dias e a Meta promete incluir formas de fazer as atualizações desaparecerem ainda mais rapidamente dos dispositivos dos seguidores. Os administradores também vão ter a opção de bloquear capturas de tela e encaminhamentos no canal.
Os administradores poderão decidir quem pode seguir o canal e se querem que ele seja descoberto no diretório ou não. Os canais não serão protegidos com a criptografia de ponta a ponta por padrão,. exceto em casos específicos. “Entendemos que há alguns casos em que canais com essa proteção para um público limitado podem fazer sentido, como uma organização de saúde ou sem fins lucrativos, e estamos considerando isso como uma opção futura também”, diz o WhatsApp.
O WhatsApp publicou um vídeo no Youtube sobre a nova funcionalidade. Veja:
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais três jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão dois jogos, nos dias 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Correção: jogos do Brasil em dias úteis
O g1 errou ao informar que o Brasil teria mais quatro jogos em dias úteis se chegar à final da Copa do Mundo. Na verdade, serão três jogos, nos dias 29 de junho, 11 e 15 de julho. A informação foi atualizada às 18h30 do dia 29 de julho de 2026. Leia mais aqui.
Economia
Câmara dos EUA aprova projeto para proteção de crianças nas redes sociais
Jovem usa o celular
Hollie Adams/Reuters
A Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (29) um projeto de lei que obriga plataformas online a adotar medidas de proteção para crianças e adolescentes.
A proposta pode abrir caminho para um impasse com o Senado, onde parlamentares defendem regras mais rigorosas.
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O Congresso americano tem demonstrado interesse crescente em prevenir danos a jovens no ambiente digital, em meio à reação negativa enfrentada pelas empresas de redes sociais.
O Kids Internet and Digital Safety Act (projeto de lei de segurança na internet e no ambiente digital para crianças) recebeu 267 votos favoráveis e 117 contrários, com apoio de democratas e republicanos.
Agora no g1
O texto exige que as empresas ofereçam ferramentas para que crianças e adolescentes limitem recursos considerados viciantes e adotem políticas para protegê-los de alguns tipos de danos, incluindo a exploração sexual.
A proposta é a primeira iniciativa da Câmara para regulamentar a segurança infantil na internet desde a aprovação, pelo Senado, do Kids Online Safety Act (projeto de lei de segurança online para crianças), por 91 votos a 3, em 2024.
O projeto aprovado pelo Senado impõe às empresas de redes sociais um “dever de cuidado” (duty of care) em relação aos usuários mais jovens. A senadora republicana Marsha Blackburn vem negociando com a Casa Branca para obter apoio a um pacote legislativo que incluiria essa proposta.
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